Estamos chegando a mais um fim de ano letivo, hora de somarmos as notas, visualizarmos os aprovados, lamentarmos os reprovados e analisarmos a educação.
Para os brasileiros, a educação é a chave para o desenvolvimento. Segundo pesquisa Ibope/CNI: 6 entre cada 10 entrevistados acha que a baixa qualidade do ensino vai prejudicar o desenvolvimento do país e crê que é necessário um investimento maior em educação para que o Brasil se torne de fato um país desenvolvido.
Dados da pesquisa destacam questões importantes, dentre as quais, a qualidade do ensino público. Desde 1996, com a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96, passou a se associar a qualidade da educação com os índices de aprovação, pois os índices de reprovação eram muito altos e isso não só retardava o ensino, criando uma legião de repetentes, como inflava as despesas do governo com esse alunado.
É necessário entendermos o contexto antes de 96, para compreendermos as causas da repetência. Até esse período menos de 25% dos professores tinham nível superior, outros sequer tinham concluído a educação básica, sem falar na estrutura física da escola que era precária e na chamada “sala multiseriada”. É essencial percebermos que a educação mudou, pois os contextos também mudaram. A realidade hoje é extremamente diferente.
Atualmente, a Escola recebe seus recursos financeiros de acordo com a quantidade de alunos matriculados e índices do Ideb são associados a alunos aprovados no fim do ano. Criou-se o mito da aprovação automática, ato não respaldado pela constituição, mas que deixa margem para interpretações equivocadas, pois definições ainda estão em discussões nas conferências realizadas em todo o país.
Não existe mais a legião de repetentes, entretanto a cada dia cresce a massa de analfabetos funcionais (75%) no Brasil; alunos que estudam, mas não aprendem. Precisamos hoje de qualidade e não somente de quantidade, para isso são necessárias três coisas: investir, ensinar e avaliar, só então poderemos nos regozijar, a cada fim de ano, com qualidade e não somente com quantidade.Publicado no Jornal Itacoatiara em Pauta, 11 de dezembro de 2010.
Um comentário:
O principal tema abordado na nova etapa da expansão capitalista foram a expansão das grandes super. potencias mundiais europeias como Alemanha, França e Estados Unidos que desenvolveram um método de exportação e importação de produtos através da implantação de ferrovias na qual os ingleses naquela época acumulavam grade capital com a construção dessas grandes obras ferroviárias, possibilitando assim o crescimento e competição pelo monopólio econômico importador, pois as grandes industrias deixaram de produzir somente para si e passam a exportar para outas regiões suas mercadorias, aquecendo assim a suas economias. Com o passar do tempo vieram a ocorrer a expansão para outros continentes como a Ásia, que com a chegada do poderio europeu teve a sua economia estagnada no qual o que antes produziam e exportavam para outros países como o artesanato, passou a ser compradora de produtos europeus.
Logo após a conquista da Ásia, a Índia também acabo sendo conquistada fazendo assim com que o seu território passasse a pertencer aos ingleses, a China que nesse período era considerada uma grande exportadora de Ópio e de outros produtos para países estrangeiros, acabou entrando em conflito com uma das grades potencias europeias, onde em 1842 com o poderio naval inglês, a China derrotada foi obrigada a assinar o tratado de NONQUIM, fazendo com que os ingleses ficassem imunes as leis da china, dando plena liberdade para a Inglaterra anexasse seu império, com isso outras potencias imperialistas passaram a atacar a China que se encontrava e um momento de decadência.
O ultima a ser conquistado pelos europeus fascinados pela descoberta de jazidas de diamantes, reservas de cobre foi o continente de Africano no qual teve seu território divido entre franceses, ingleses, alemãs e portugueses, teve que quase toda a sua população escravizada e imposta ao trabalho escravo na extração de matérias primas utilizadas pelos europeus na fabricação de combustíveis e joias, assim se deu a segunda etapa do capitalismo
Os motivos os quais levaram a primeira guerra mundial foram o fato de que a Alemanha ter ultrapassado das duas velhas potencias, inglesa e francesa em relação a sua grade economia que a cada dia crescia ainda mais, pondo assim em risco o domínio franco britânico.
Dando inicio ao conflito a França que a muito tempo tramava uma revanche pelo suposto fato de anteriormente ter perdido inúmeras terras paras as tropas alemãs em decorrência de batalhas anteriores, resolveu deixar de lado a inimizade com a Inglaterra buscado assim unir forças para uma possível guerra, e es que surge a TRIPLICE ENTENDE, composta pela França, Inglaterra e Rússia que acabou sendo convencida a lutar contra o poderio alemão.
A Alemanha sentindo-se ameaçada com a união desses países as margens de uma possível guerra, também criou uma aliança constituída pela Itália e o Império Húngaro o qual deu o nome de TRIPLICE ALIANÇA.
Com as nações em estado de alerta sobre sua fronteiras es que iniciasse o grande conflito armado o qual ocasionou a morte de milhões de soldados e centenas de milhares de civis que abitavam nos locais do combate.
E es que a Alemanha acaba sendo derrotada dando assim inicio a uma nova politica imposta pelas nações vencedoras.
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