Alessandro Lúcio

Alessandro Lúcio
Profº Historiador

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Minha nota é uma História- 2ª etapa.


3º bimestre.

Público-alvo: Alunos de 2ªs e 3ªs séries do Ensino Médio dos turnos matutino e vespertino

Assuntos/ Conceitos:

2ºs anos: Proclamação da República (apostila Editora Positivo H10A, p.03-08).

3ºs anos: A Era do Imperialismo: uma nova etapa da expansão capitalista e A Primeira Guerra Mundial: o conflito imperialista. ( Coleção História Sempre presente volume 3,p. 50-75).

REGULAMENTO

1 - O Concurso

O projeto “Minha nota é uma História” nesta 2ª etapa premiará os alunos que postarem uma Resenha Crítica no blog da promoção alessandroluciomelo.blogspot.com. Cada participante receberá uma nota de um a seis pontos (1,0 a 6,0) na disciplina de História, contando como avaliação cumulativa (terceira nota), sendo que os primeiros cem (100) alunos a postarem seus comentários receberão um ponto de bônus (1,0) na nota (podendo ser somado a nota tirada na postagem ou, dependendo da nota, ser atribuído na qualitativa).

2 - Como Participar:

2.1.  O projeto “Minha nota é uma História” é aberto somente aos alunos dos segundos (2ºs) e terceiros (3ºs) anos do ensino médio, dos turnos matutino e vespertino, da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça regularmente matriculados.

2.2. Para participar, o aluno deve:

1) Ler e aceitar o regulamento;

2) Desenvolver uma resenha do(s) assunto(s) determinado(s) no regulamento;

3) Postar sua resenha crítica no blog, seguindo os critérios descritos abaixo;(vide item 5)

Observação: A Resenha Crítica deverá aludir aos conteúdos determinados neste regulamento, podendo ter no mínimo 400 palavras e no máximo 600 palavras, devendo o aluno ser criativo neste aspecto. Não serão validadas respostas aleatórias e/ou sem significância didática.

4) Participar apenas uma vez, com apenas uma resposta.

2.3. O (a) interessado(a) expressa a sua voluntária participação nesta atividade e concorda em autorizar o uso de seu nome e imagens no blog alessandroluciomelo.blogspot.com e redes sociais utilizadas pelo mesmo em todas as fases do projeto.

2.4. O participante, com a postagem do material automaticamente cederá a título gratuito, exclusivo e definitivo ao projeto, os respectivos direitos autorais patrimoniais de em qualquer meio de comunicação, ou por qualquer suporte.

2.5. Ao executar sua postagem, o participante estará concordando tacitamente com todas as normas contidas no presente regulamento.

2.6. Não serão aceitas postagens enviadas por quaisquer outros meios, tais como Redes sociais, e-mails, cartas ou sms.

2.7. Todas as postagens serão submetidas à provação do administrador do blog.

2.8. Será passível de punição com perda automática de dois a seis pontos (2,0 a 6,0) na qualitativa, o aluno que, deliberadamente, postar comentários chulos, ofensivos, degradantes ou pejorativos durante a execução do projeto.

3 - Periodicidade do Projeto.

Período do projeto :

Início do projeto: dia 05/08/2013.

Término: 16/09/2013

Resultado no dia 30/09/2013

4 - Premiação

4.1. Os autores serão pontuados de acordo com os critérios pré-estabelecido pelo professor.

4.2. O professor responsável pelo Projeto entrará em contato com os participantes na própria escola, para a divulgação dos resultados.

4.3. A efetivação da pontuação será automática a partir da divulgação do resultado.

4.4. A pontuação é individual e intransferível.

 

5 – Critérios

5.1. Para postagem o aluno deverá obedecer aos seguintes critérios: criatividade, originalidade, adequação ao tema e uso correto da língua portuguesa.

5.2. A avaliação da postagem será feita pelo professor de História das respectivas turmas participantes da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça.

6 - Desclassificação

O (a) participante será desclassificado (a) desta atividade em caso de fraude comprovada, participação através da obtenção de benefício/vantagem de forma ilícita ou pelo não cumprimento de quaisquer das condições deste regulamento, incluindo, mas não se limitando, aos seguintes casos:

6.1. Frases que não forem adequadas ao tema proposto.

6.2. Se comprovado fraude ou plágio.

6.3. O aluno que, deliberadamente, postar comentários chulos, ofensivos, degradantes ou pejorativos durante a execução do projeto.

6.4. Ultrapassagem do total de palavras permitidas.

7 - Disposições Gerais

7.1. A divulgação desta atividade será realizada no blog  alessandroluciomelo.blogspot.com e redes sociais.

7.2. É vedada a participação de alunos que não estiverem devidamente matriculados nos segundos e terceiros anos do ensino médio (matutino ou vespertino) da Escola Estadual Deputado Vital de Mendonça.

7.4. O Professor organizador se reserva ao direito de, a seu exclusivo critério, alterar os termos deste Regulamento, informando previamente aos participantes desta atividade e sempre buscando assegurar sua legalidade sem prejuízo de seus participantes.

7.5. Toda e qualquer dúvida sobre esta atividade poderá ser encaminhada ao professor organizador, Alessandro Lúcio Melo, na própria escola.

7.6. Os casos omissos serão esclarecidos e dirimidos pelo professor organizador, sendo suas decisões soberanas e irrecorríveis.

7.7. A simples participação implica na aceitação total e irrestrita de todos os seus itens do regulamento.

 

8 - Vigência do Projeto didático-pedagógico

8.1. O Projeto terá início em 05/08/2013 e será válido até às 18h do dia 16/09/2013. O resultado final será apresentado no dia 30/09/2013 na própria Escola.

9- Considerações para produção de uma Resenha Crítica.

Este post poderá servir como agente norteador para sua resenha, não é um formulário pronto e acabado que você tenha que seguir na integra, mas poderá servir como um subsídio para a produção de sua postagem.

Resenha é uma interpretação minuciosa, detalhada e crítica do que você entendeu sobre determinada leitura. Você lê, interpreta, opina, impõe suas ideias e passa tudo isso para o papel.
No resumo você deve colher os dados mais importantes da obra, uma cópia fiel do que está escrito, ou seja, sem interpretação particular ou opinião.

A resenha crítica não é apenas um resumo informativo ou indicativo. A resenha deve ser entendida como uma análise interpretativa e, por esse motivo, irá depender da sua capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e ideias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado.

Ao elaborar uma resenha crítica deve-se procurar resumir o assunto, apontar as deficiências e/ou pontos que, sob a sua ótica, poderiam ser melhor trabalhados (lembre-se que tais pontos podem estar fora do escopo da obra analisada), sem entrar em muitos pormenores e, ao mesmo tempo, destacar os pontos fortes com ponderação e sem bajular. Como uma síntese, a resenha deve ir direto ao ponto, mesclando momentos de pura descrição com momentos de crítica direta.

Muita gente ainda fica em dúvida sobre a estrutura de uma resenha, e é claro que existem algumas sugestões que podem ser bastante úteis. Entretanto, deve-se pensar nessas sugestões de estrutura como um guia para a sua redação, e não como um formulário. O texto deve ser uno, fluído e suas opiniões devem estar dialogadas com as do autor resenhado ao longo do texto todo, e não apenas no final.

Sugere-se que a resenha não seja muito extensa, e que seja um texto corrido, isto é, não devem ser realizadas separações físicas entre as partes da resenha, como a subdivisão do texto em resumo, análise e julgamento, por exemplo.

Lembrando que não são itens de formulário, que a redação deve ser corrente, que tais tópicos são apenas diretrizes e que não precisam necessariamente ser todos executados ou mesmo trabalhados nessa ordem:

1. Situe o texto no contexto da vida e da obra do autor, assim como no contexto da cultura de sua especialidade, tanto do ponto de vista histórico como do ponto de vista teórico;

2. Explicite os pressupostos filosóficos do autor que justifiquem suas posturas teóricas;

3. Aproxime e associe as ideias do autor expressas na unidade com outras ideias relacionadas à mesma temática;

4. Exerça uma atitude crítica frente às posições do autor em termos de:

a) coerência interna da argumentação;

b) validade dos argumentos empregados;

c) originalidade do tratamento dado ao problema;

d) profundidade de análise do tema;

e) alcance de suas conclusões e consequências;

f) apreciação e juízo pessoal das ideias defendidas.
Este post foi escrito com base no material do Prof. Dr. André Porto Ancona Lopez, do blog Metodologia em Ciência da Informação. Gostaríamos de expressar aqui nosso reconhecimento e nossa satisfação pela parceria entre os blogs.

140 comentários:

Anônimo disse...

Durante o segundo reinado as três instituições que sustentavam o governo do imperador ficaram insatisfeitas com algumas decisões tomadas, ocasionando três questões que ajudaram na queda da monarquia: a questão Militar, Religiosa e Abolicionista.
A Proclamação da República não teve participação popular, aconteceu somente entre a elite brasileira e os militares. O primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, e Marechal Floriano Peixoto foi o vice-presidente. Deodoro renunciou meses depois de ser eleito, deixando seu cargo para Floriano, que ficou conhecido como "Marechal de Ferro", devido a sua resistência ao cargo, mesmo com as revoltas contra ele.
Após alguns mandados presidenciais ocorreu o período chamado de Republica Oligárquica, onde a política foi dominada pela oligarquia cafeeira (São Paulo), junto com Minas Gerais, formando a política do café com leite.
Houve diversas manifestações, onde as pessoas questionavam as condições terríveis em que viviam, como a revolta da vacina, que foi uma revolta do povo brasileiro contra a vacinação obrigatória, pois não haviam tido nenhuma informação sobre ela, a revolta da chibata, que foi uma revolta dos marinheiros contra os castigos físicos que eles recebiam, entre outras.
O Brasil foi se desenvolvendo gradativamente, tendo um grande aumento na industrialização e no movimento operário na Primeira Guerra Mundial.
A oligarquia cafeeira entrou em declínio com um movimento revolucionário que levou Getúlio Vargas à presidência. A primeira grande revolta contra o governo foi a Revolta dos 18, uma revolta que envolveu vários jovens oficiais, ficou assim conhecida pois restaram somente 18 combatentes de 300. A revolta fracassou, porém ela entrou para a história, pois ela deu início a muitas outras manifestações tenentistas. Outra importante manifestação contra a República Oligárquica foi a Coluna Prestes, liderada por Luís Carlos Prestes. Foi uma grande marcha que passou por vários estados brasileiros, onde as pessoas tentavam trazer mais pessoas para a adesão ao movimento. Prestes percebeu que uma mudança política seria o bastante para resolver todos os problemas econômicos e sociais que o Brasil possuía.
Mariana Alves - 2º 06 (vesp.)

Mariana Alves disse...

Durante o segundo reinado as três instituições que sustentavam o governo do imperador ficaram insatisfeitas com algumas decisões tomadas, ocasionando três questões que ajudaram na queda da monarquia: a questão Militar, Religiosa e Abolicionista.
A Proclamação da República não teve participação popular, aconteceu somente entre a elite brasileira e os militares. O primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, e Marechal Floriano Peixoto foi o vice-presidente. Deodoro renunciou meses depois de ser eleito, deixando seu cargo para Floriano, que ficou conhecido como "Marechal de Ferro", devido a sua resistência ao cargo, mesmo com as revoltas contra ele.
Após alguns mandados presidenciais ocorreu o período chamado de Republica Oligárquica, onde a política foi dominada pela oligarquia cafeeira (São Paulo), junto com Minas Gerais, formando a política do café com leite.
Houve diversas manifestações, onde as pessoas questionavam as condições terríveis em que viviam, como a revolta da vacina, que foi uma revolta do povo brasileiro contra a vacinação obrigatória, pois não haviam tido nenhuma informação sobre ela, a revolta da chibata, que foi uma revolta dos marinheiros contra os castigos físicos que eles recebiam, entre outras.
O Brasil foi se desenvolvendo gradativamente, tendo um grande aumento na industrialização e no movimento operário na Primeira Guerra Mundial.
A oligarquia cafeeira entrou em declínio com um movimento revolucionário que levou Getúlio Vargas à presidência. A primeira grande revolta contra o governo foi a Revolta dos 18, uma revolta que envolveu vários jovens oficiais, ficou assim conhecida pois restaram somente 18 combatentes de 300. A revolta fracassou, porém ela entrou para a história, pois ela deu início a muitas outras manifestações tenentistas. Outra importante manifestação contra a República Oligárquica foi a Coluna Prestes, liderada por Luís Carlos Prestes. Foi uma grande marcha que passou por vários estados brasileiros, onde as pessoas tentavam trazer mais pessoas para a adesão ao movimento. Prestes percebeu que uma mudança política seria o bastante para resolver todos os problemas econômicos e sociais que o Brasil possuía.
Mariana Alves - 2º 06 (vesp.)

Renata Mendonça disse...

A proclamação da república (15/11/1889) passou por diversas fases antes de se fazer valer, marcadas pelo fortalecimento de campanhas abolicionistas e republicanas. É um processo compreendido a partir do desgaste político que o imperador D. Pedro II sofreu nos últimos anos de seu governo, dividido em três importantes questões: Questão militar (onde ocorreu o confronto de ideais entre o exército brasileiro e a monarquia; o exército exigia participação mais ativa na política do país, os militares se tornaram defensores da república, acreditando que representantes do exército poderiam acabar com os privilégios da minoria ligada à corte imperial e promover o progresso do nosso país). Questão religiosa (o conflito da igreja com o estado onde não concordava com o padroado e o beneplácito que eram direitos garantidos ao governo, a situação se agravou ainda mais com a decisão do papa Pio IX decretando que os membros do clero e católicos não podiam pertencer à maçonaria, fato que gerou grande desconforto e para acentuar ainda mais essa crise ocorreu à prisão dos bispos de Olinda e do Pará que perseguiam os maçons e passaram a fazer parte da oposição ao governo imperial). Já a questão abolicionista foi decisiva no processo de transição da monarquia para república no Brasil, (de um lado os cafeicultores de São Paulo que modernizaram a produção e defendiam a abolição mediante o pagamento de indenização pelo governo, do lado oposto os produtores do Vale do Paraíba conservadores e escravistas que viam como única fonte de riqueza o escravismo. Diante de toda essa crise o exército tomando frente pela campanha da proclamação da república liderou o golpe fatal que determinou a queda do imperador D. Pedro II; o episódio da proclamação da republica não contou com a participação pública, o evento foi conduzido pela elite cafeeira e pelos militares. Os primeiros presidentes a governarem a recém instalada república foram militares. Primeiramente Marechal Deodoro que passou pela Revolta da Armada e renunciou não cumprindo todo seu mandato passando o cargo para o vice-presidente Floriano Peixoto que ficou conhecido como Marechal de Ferro por enfrentar a Segunda Revolta da Armada, pela eclosão da Revolução Federalista em seu mandato e resistir a todas elas.
No governo de Deodoro foi promulgada em 1891 a primeira constituição do país que estabeleceu importantes transformações políticas uma delas foi à divisão dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Após esses mandatos teve início o período da República Oligárquica (oligarquia cafeeira) que durou as três primeiras décadas do século XX tendo como características do seu período a política do café com leite, a política dos governadores (aliança entre governos federais e estaduais que garantia a vitória dos seus candidatos oficiais juntamente com a infalível aliança denominada coronelismo que era o controle exercido pelos coronéis que manipulavam seus trabalhadores garantindo a vitoria de seus candidatos o que podemos chamar de voto de cabresto). Diversas manifestações e revoltas contrárias eclodiram como a guerra dos canudos, revolta da vacina, revolta da chibata etc. Quando o imperialismo resultou no abolicionismo e na guerra do Paraguai o Brasil recebeu um grande número de imigrantes, trabalhadores livres, responsáveis pela substituição da mão de obra escrava para assalariada desenvolvendo uma economia industrial que passou a crescer significativamente depois da Primeira Guerra Mundial e que resultou no surgimento da organização dos proletariados e dos movimentos políticos da classe operária. O período da oligarquia cafeeira entrou em declínio a partir da década de XX que sofreu com as grandes reações da oposição sendo elas a Revolta dos 18 Forte e a Coluna Prestes que tinham como base o tenentismo.

Anônimo disse...

O assunto tratado neste componente curricular é a Proclamação da República:
O regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II. A queda monarquia tem como causas: Crise e desgaste da mesma - o sistema monárquico não correspondia mais aos desejos do povo e às necessidades sociais. Um sistema em que houvesse mais liberdade econômica, democracia e menos autoritarismo era almejado. A interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, provocou atritos com a Igreja Católica. A censura imposta pelo regime monárquico aos militares.O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte.A classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República. A falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político.O fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.
Por fim, a proclamação aconteceu na então ppcapital brasileira, o Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República.
Isabela Campos 2° ano 1 - Matutino

Anônimo disse...

A Proclamação da Republica ocorreu no dia 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia, a mesma ocorreu na Praça da Proclamação, no Rio de Janeiro foi caracterizado pelo fortalecimento das campanhas republicanas e abolicionistas, teve a chegada do processo de industrialização, durante o Segundo Reinado o apoio de três importantes instituições que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II: o exército, a igreja e a aristocracia rural, dentre isso a Proclamação teve três questões, a Questão Militar que resumindo é o confronto de idéias entre o exército brasileiro, a Questão Religiosa que a perda do importante apoio de exército nacional, D. Pedro ainda encarou um desgaste conflito com a Igreja Católica e a Questão Abolicionista que foi o enfraquecimento do Segundo Reinado e a conseqüente queda da Monarquia.
Da mesma forma como já ocorrera no processo de Independência do Brasil, o episódio da Proclamação da República não contou com a participação popular, pois a população não tinha nem idéia do que estava acontecendo, a primeira fase do governo republicano é denominada de Republica da Espada em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período, como o primeiro presidente do novo regime assumiu o governo de Marechal Deodoro que renunciou, não cumprindo todo seu mandato, o vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto.
Nos primeiros anos do regime republicano no Brasil foram marcados pela instabilidade e pela crise política, o primeiro presidente, Deodoro, não recebeu total apoio do Congresso, em função da renuncia do presidente ter ocorrido antes de completar a metade do mandato, a Constituição determinava a realização de uma nova eleição, ou seja, a primeira obrigação do vice-presidente Floriano Peixoto era cumprir o artigo constitucional e convocar as eleições presidenciais, Entretanto, Floriano que recebeu a alcunha de “ Marechal de Ferro”, manifestou o anseio de permanecer no cargo e cumprir o seu mandato como presidente, fato que gerou divisão de opiniões entre os militares.
Após os dois primeiros mandatos presidenciais, exercidos por militares, teve início o período da Republica Oligárquica, assim denominado, pois prevaleceram os interesses da oligarquia cafeeira durante as três primeiras décadas do século XX, o paulista Campo de Sales, segundo presidente civil do Brasil República, foi o responsável pela chamada política dos governantes, outra grande marca da República Oligárquica, somando-se a essa aliança entre os governos estaduais e o poder central, havia ainda o controle político local exercido pelos chamados coronéis, proprietários rurais que manipulavam os trabalhadores rurais nas eleições, garantindo sempre a vitória de seus candidatos, que foi denominado coronelismo
No Sertão Nordestino, um movimento popular de grandes proporções originou-se em função da difícil realidade social: a fome e a miséria eram obstáculos para a sobrevivência da população rural, assim surgiu no interior da Bahia arraial de Canudos, antiga fazendo abandonada, que reuniu milhares de sertanejos esperançosos que viveram melhores em uma comunidade igualitária, afastados dos maus-tratos dos grandes proprietários.
Naquela época, a antiga capital do país, a cidade do Rio de Janeiro, necessitava de um saneamento que fornece melhor estrutura e condições de superar os graves problemas de saúde pública que enfrentava. Sendo que a população devia tomar obrigatoriamente tomar a vacina, sem esclarecer a população sobre os efeitos da vacina, esse episodio ficou conhecido como a Revolução da Vacina, o Brasil um grande número de imigrantes europeus, trabalhadores livre, responsáveis pela instituição da mão de obra escrava pela assalariada, o Brasil gradativamente procurou desenvolver uma economia industrial paralela ao predomínio da agricultura cafeeira, e as primeiras fabricas começaram a surgir nos grandes centros como São Paulo.
Demócrito Neto 2º ano "07"

Unknown disse...

A primeira guerra mundial aconteceu porque eles buscavam por mercado em colônias,
principalmente as africanas, os países que participaram da 1ª guerra foram os países
da Europa ocidental.
Foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918.
. A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa
geopolítico da Europa e do Médio Oriente.

Imperialismo" é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico
de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também denominado como neocolonialismo, por possuir
muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XX, o colonialismo.
Essas tensões provocaram rupturas no equilíbrio europeu, impossíveis de serem
contornadas pela via diplomática.
Isso levou os europeus a desencadearem uma corrida armamentista, Resultando no
primeiro conflito armado em escala mundial.

katarina Nazaré disse...

A crise do império acorreu no Segundo Reinado, à crise teve apoio de algumas instituições. A questão militar foi chamada por causa do confronto entre o exército brasileiro e a monarquia. Durante o ano de 1870 o pessoal do exército começou a exigir a participação ativa da política, os militares tornaram-se os defensores da república. Seguindo juntamente com a Questão Religiosa, a igreja era muito relacionada ao estado. Entre as pessoas religiosas havia muitos políticos, a questão abolicionista foi o fator que ajudou na queda da monarquia, a crise foi à transição para a república, ao decorrer da crise política ficou difícil ao governo lutar. A proclamação foi quem liderou o golpe fatal da mesma forma fazendo a queda do imperador.
Um dos primeiros presidentes da república foi militar, logo em seguida assumiu Marechal Deodoro que não demorou muito tempo, pois não estava cumprindo o seu mandato, quando ele renunciou quem assumiu foi seu vice Floriano, quando assumiu a primeira tarefa a se fazer era ter que cumprir o artigo constitucional, ainda no seu mandado passou a enfrentar a segunda revolta armada e a Revolução federalistas. Os primeiros mandados eram denominados pelos militares, a política dos governadores tinha aliança com os governos tanto federal quanto os estaduais, nessa aliança manipulavam os rurais. Na época havia fraudes eleitorais, a república velha passou por muitas revoltas como revolta da vacina e da chibata, o que aconteceu para se formar a revolta da vacina foi que toda a população era obrigada a ser vacinada e muitas pessoas não sabiam o porquê dessa vacina, o governo não esclareceu e sendo assim a população formou a chamada Revolta da vacina. A revolta da chibata ocorreu no Rio de Janeiro, o que fez acontecer a revolta da chibata foi os marinheiros, que eram submetidos a chibatadas, pelo acontecimento que era o racismo
O Brasil teve um grande número de imigrantes que vieram da Europa, a industrialização só crescia, com o movimento operário que aconteceu após a guerra mundial, o Brasil foi beneficiado, os militares fizeram uma grande greve reivindicando seus direitos na melhoria e condições no trabalho. O primeiro movimento contra o governo foi à revolta dos 18 forte, mesmo sendo um fracasso ficou para a história do nosso Brasil.

LINDA HAVILAH disse...

Aconteceu no dia 15 de Novembro de 1889, liderada por Marechal Deodoro da Fonseca, na cidade do Rio de Janeiro. Em meio a inúmeros abalos a Monarquia, encontrava-se em declínio, após o ultimo abalo, o fim da escravidão, o império perde o auxilio dos escravocratas que aderem a República.
Sendo assim, civis militares e os republicanos que acreditavam ter a competência para governar, partem para cima do império. A nova implantação foi feita, pois o Brasil encontrava-se em crise, necessitando de um novo governo, que de acordo com os civis e republicanos, fosse capaz para levantar as questões sociais, politicas e econômicas do país.
O conjunto de crise estava ligada a inúmeros fatores, sendo eles:
O descontentamento da igreja católica com Dom Pedro, pelo fato de o mesmo intervir nos assuntos da Igreja, foi o primeiro fator, a chamada questão religiosa . O segundo veio através de criticas colocadas pelos integrantes do Exército alegando a corrupção na corte e a falta de agilidade e forca para governar. E também por que os militares não podiam se manifestar na imprensa sem uma autorização do Ministro da Guerra, a chamada questão Militar. O terceiro vem devido a grande expansão da classe média no mercado consumidor, os vendedores necessitam de mais espaço e queriam mais liberdade nas grandes reuniões nos assuntos tratados do país,chamada questão abolucionista .
Mas como isso não ocorreu, os comerciantes começaram a apoiar o fim do império, todas as pessoas de classe média, jornalistas, artistas, os comerciantes, os jovens estudantes, funcionários públicos e profissionais liberais.
Dom Pedro que estava doente, não tomava mais decisões politicas, com isso o movimento ganhava força no Brasil. No dia 15 de Novembro de 1889, Marechal demitiu todos os Membros do conselho do ministro. E na mesma noite assinou o documento de governo provisório. Com tudo depois de 67 anos, a família imperial e Dom Pedro sairam praticamente expulsos, rumo a Europa, ficando Marechal Deodoro da Fonseca como presidente da República e a partir dai com o direito de voto no país.
Linda Havilah 2"04"

Anônimo disse...

A proclamação da república teve um papel fundamental para a história do Brasil que resultou na extinção do império, banimento da família imperial brasileira e dos principais políticos favoráveis a monarquia constitucional e criação do governo provisório republicano.
Vários foram os fatores que levaram o império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais.
Na questão militar houve um confronto entre o exército brasileiro e a monarquia, onde o exército se consolidou cada vez mais no país fazendo com que a monarquia perdesse o poder que exercia.
Na questão religiosa devido a um episódio que ocorreu onde bispos se recusaram a obedecer as ordens do imperador e foram presos, foi aí que a imagem do império degastou-se diante da igreja católica, este foi um dos fatores agravantes para a crise da monarquia, pois o apoio da igreja católica a monarquia sempre foi essencial.
A primeira república foi denominada de República da Espada pelo fato de ter sido o exército o responsável pela instauração do regime republicano no país, sendo que o primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou o cargo, passando então ao vice-presidente Marechal Floriano Peixoto.
De acordo com o artigo institucional Floriano Peixoto tinha que convocar uma nova eleição para presidente, mas ele queria permanecer no cargo e cumprir o mandato, fato que gerou divisão de opinião entre militares. Após os primeiros mandatos presidências surgiu o período da República Oligárquica, o poder político passou a ser controlado pelas oligarquias rurais, principalmente as oligarquias cafeeiras.
A revolta da vacina foi uma reação coletiva da população que era contra a obrigatoriedade da vacina a varíola, o movimento tomou uma grande proporção onde as pessoas viram a oportunidade de questionar as dificuldades pela qual a cidade passava a melhorar as condições sociais e econômicas.
A revolta da chibata foi um movimento dos marinheiros brasileiros contra os castigos físicos que eram submetidos e a desigualdade social que era muito presente nos oficiais da marinha brasileira.
A Revolta do Forte de Copacabana, também conhecida como Revolta dos dezoito do Forte, foi a primeira do Movimento Tenentista durante a República Velha. O levante ocorrido em julho de 1922, na cidade do Rio de Janeiro, capital federal na ocasião, teve como motivação buscar a queda da República Velha, cujas características oligárquicas atreladas ao latifúndio e ao poder dos fazendeiros, se opunham ao ideal democrático vislumbrado por setores das forças armadas, em especial de baixa patente como tenentes, sargentos, cabos e soldados.
Luana Renata 2° "03" mat.

Anônimo disse...

A Expansão Capitalista e Primeira Guerra Mundial
Na segunda metade do século XIX, mais concretamente a partir de 1870, iniciou-se o grande salto da expansão colonialista européia. Em menos de 30 anos, a febre colonial chegou aos confins do globo. A Grã-bretanha e a França alargaram e consolidaram seus domínios no continente Asiático ao mesmo tempo em que se lançaram na grande aventura africana. A Alemanha de Otto Von Bismarck (1815/1898), estimulada por um desenvolvimento econômico sem precedentes, provocou a divisão da áfrica. Os holandeses aperfeiçoaram seus métodos de exploração na insulíndia (hoje Indonésia), e o rei Leopoldo II (1835/1909), da Bélgica, instalou no congo (hoje Zaire) um "estado independente". A partir de 1898, após apoderar-se de porto rico, Cuba e Filipinas, o governo dos estados unidos desencadeou um verdadeiro furacão imperialista. (...) Alguns dados darão a idéia desta extraordinária expansão. Em 1875, os países europeus dominavam apenas 11% do território africano; em 1902, seu domínio estendia-se a 90%. No norte da África, até 1880, se excetuarmos a Argélia, unicamente no Egito e Tunísia existiam indícios de controle europeu. Três decênios mais tarde, os governos europeus tinham a soberania de quarenta unidades políticas em que haviam repartido o continente africano. Colonialismo e neocolonialismo.Na primeira metade do século XIX,.A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
Muitos dos combates na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações (separadas pelas "Terras de Ninguém", que era o espaço entre cada trincheira, onde vários cadáveres ficavam a espera do recolhimento) do Mar do Norte até a Suíça. As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis - na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais.
Laís Tayana - 3º"6" - Vespertino

Anônimo disse...

A Expansão Capitalista e Primeira Guerra Mundial
Na segunda metade do século XIX, mais concretamente a partir de 1870, iniciou-se o grande salto da expansão colonialista européia. Em menos de 30 anos, a febre colonial chegou aos confins do globo. A Grã-bretanha e a França alargaram e consolidaram seus domínios no continente Asiático ao mesmo tempo em que se lançaram na grande aventura africana. A Alemanha de Otto Von Bismarck (1815/1898), estimulada por um desenvolvimento econômico sem precedentes, provocou a divisão da áfrica. Os holandeses aperfeiçoaram seus métodos de exploração na insulíndia (hoje Indonésia), e o rei Leopoldo II (1835/1909), da Bélgica, instalou no congo (hoje Zaire) um "estado independente". A partir de 1898, após apoderar-se de porto rico, Cuba e Filipinas, o governo dos estados unidos desencadeou um verdadeiro furacão imperialista. Em 1875, os países europeus dominavam apenas 11% do território africano; em 1902, seu domínio estendia-se a 90%. No norte da África, até 1880, se excetuarmos a Argélia, unicamente no Egito e Tunísia existiam indícios de controle europeu. Três decênios mais tarde, os governos europeus tinham a soberania de quarenta unidades políticas em que haviam repartido o continente africano. Colonialismo e neocolonialismo.Na primeira metade do século XIX,.A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
Muitos dos combates na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações (separadas pelas "Terras de Ninguém", que era o espaço entre cada trincheira, onde vários cadáveres ficavam a espera do recolhimento) do Mar do Norte até a Suíça. As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis - na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais.

Unknown disse...

1º Guerra mundial - A superpotência econômica e política europeiacom relação aos demais países,com os principais países envolvidos a Inglaterra,frança e Alemanha.
Além das questões imperialistas,outros fatores que contribuíram para a guerra a tensão franco-alemã,tensão anglo-germânica e a crise dos Bálcãs.
Caracterizada pelo deslocamento dos exércitos inimigos rumo ás fronteiras.A Alemanha invadiu a Bélgica para atingir a frança.A Inglaterra,aliada da frança,reagiu,embora bem sucedido no início a Alemanha sentiu o baque da frança e foi obrigada recuar.Devido ao equilíbrio de forças,os exércitos rivais passaram a cavar trincheiras,visando ha defesa.O objetivo era o ataque-relâmpago,que consistia em avançar passo a passo,ou seja,de trincheira em trincheira.
A Rússia saiu da guerra e foi substituída pela participação dos Estados unidos.a revolução comunista de 1917 forçou a Rússia a abandonar a guerra.levaram varias consequências,como por exemplo o enfraquecimento dos ideias democráticos,ocorreu particularmente na Itália e na Alemanha e ascensão dos estados unidos como grande potência mundial.E em 1919,foi realizada uma conferência em paris que reuniu dezenas de países,surgiu o‘Tratado de Versalhes’que levou a varias imposições feito pela Alemanha.
após a vitoria contra o absolutismo na guerra civil,os bolcheviques,liderados por“Lenin", que deram inicio a reconstrução do país por meio de uma série de medidas econômicas de caráter capitalista chamado NEP(Nova Política Econômica)
A Era do Imperialismo-Imperialismo significa servir mais as necessidades de uma classe dirigente do que as de uma nação. Nada tem a ver com democracia.os Estados Unidos se tornaram vítimas dos caprichos particulares daqueles que dominam a sociedade política.Harry Magdoff levantou esta tese,A explicação dominante no tempo da Guerra do Vietnam era que os Estados Unidos estavam empenhados na guerra a fim de"conter"o comunismo e a própria guerra nada tinha a ver com imperialismo. Mas a escala e a ferocidade da guerra pareciam desmentir qualquer tentativa de explicá-la em termos de contenção, a União Soviética nem a China haviam mostrado a tendências de expansionismo global e as revoluções no terceiro mundo eram muito obviamente assuntos nativos.
O imperialismo dos fins do século XIX e princípios do XX distinguia-se principalmente por duas características,o colapso da hegemonia britânica,e o crescimento do capitalismo monopolista,ou um capitalismo dominado por grandes empresas,resultantes da concentração e centralização da produção.Além destas características que distinguiam aquilo que Lenin chamou o estágio do imperialismo,há um certo número de outros elementos que têm de ser considerados.O capitalismo é certamente um sistema determinado unicamente pelo impulso para acumular.Por um lado,o capitalismo é uma economia mundial expansiva caracterizada por um processo a que agora chamamos globalização,ao passo que pelo outro lado está dividido politicamente em numerosos de competidores.Além disso,o sistema é polarizado a todo nível,no centro e na periferia.Desde o princípio,nos séculos XVI e XVII, e ainda mais no estágio monopolista,o capital dentro de cada Estado no centro do sistema é guiado por uma necessidade de controlar o acesso a matérias e trabalho na periferia.
Nunca antes a população do mundo levantara-se tão rapidamente e em números tão maciços na tentativa de travar uma guerra imperialista. A nova era do imperialismo é também uma era de revolta.A Síndroma do Vietnam,que preocupou os planeadores estratégicos da ordem imperial durante décadas,agora parece não só ter deixado um legado profundo dentro dos Estados Unidos como também ter sido acompanhada desta vez por um movimento numa escala muito mais global, algo que ninguém realmente esperava.torna claro que a estratégia da classe dirigente americana de expandir o Império Americano não pode ter êxito a longo prazo,e provará ser a sua própria,esperamos que não a do mundo virar ruína.
Thiago Pena 3° Ano 01.

Unknown disse...

De fato, nada é tão revelador da nova era do imperialismo como a expansão do Império Americano nas regiões petrolíferas críticas do médio oriente e da bacia do mar Cáspio. O poder americano no Golfo Pérsico foi limitado durante os anos da Guerra Fria devido à presença da União Soviética. A Revolução Iraniana de 1979, perante a qual os Estados Unidos aparentemente ficaram paralisados, foi a maior derrota do imperialismo americano desde a Guerra do Vietnam. Na verdade, antes de 1989 e da ruptura do bloco soviético, uma grande guerra americana teria sido quase totalmente impensável. Isto deixava a dominância americana na região significativamente constrangida. A Guerra do Golfo de 1991, que foi executada pelos Estados Unidos com a aquiescência soviética, marcou então o princípio de uma nova era do imperialismo americano e a expansão do poder global americano. Não é mera casualidade que o enfraquecimento da União Soviética tenha conduzido quase imediatamente a uma intervenção militar americana em escala total na região onde se localizava a chave do controle do petróleo mundial, o recurso mais crítico e, portanto crucial para qualquer estratégia de dominação global. É essencial entender que em 1991, quando se verificou a Guerra do Golfo, a União Soviética estava grandemente enfraquecida e era subserviente à política americana. Mas ainda não estava morta e ainda havia possibilidade, ainda que remota, de um golpe ou mudança brusca ou viragem nos assuntos soviéticos que fosse desfavorável aos interesses americanos. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos ainda estavam numa posição em que haviam perdido terreno econômico para os seus principais competidores e, portanto havia um sentimento generalizado de que a sua hegemonia econômica havia declinado seriamente, limitando a sua rota de ação.
1° Guerra Mundial
A primeira guerra mundial ocorreu entre os anos de 1914 e 1918. Vários problemas atingiam as principais nações europeias no início do século XX. O século anterior havia deixado ferido difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra.
O inicio desse conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo. As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Bálcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra a Servia.
Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância: a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entende, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.

Giovanni Grisi 3° “02” matutino

Anônimo disse...

Tema: “A era do imperialismo uma nova etapa da expansão capitalista.”
“ A primeira guerra mundial”

A era da prospera civilização burguesa da Belle Époque escondia a crise progressiva que empurrou a Europa para a guerra mundial. A competição entre nação em busca de mercados e capital foi um dos fatores responsáveis do fim da paz e da estabilidade de Belle Époque, com isso a destacamos a primeira guerra mundial, e o imperialismo.
Contudo, ouve a questão dos conflitos imperialistas, a França por sua vez, nutria um sentimento de revanche por ter perdido as ricas regiões, as disputas entre os três países por colônias na África também geraram fortes tensões. Por meio de acordos econômicos, políticos e militares, dois blocos opostos foram criados. Esses sistemas de blocos tornou-se uma bomba relógio quando as tensões de guerras nesses países tornaram-se incontroláveis. Os anos anteriores a eclosão da guerra em 1914 recebeu o nome de “Paz armada”, porque a indústria bélica aumentou os seus recursos, produzindo novas tecnologias para a guerra. Naquela época as pessoas só pensavam em guerras e armas para as batalhas, em defesa de sua sobrevivência. Além disso quase todas as nações Europeias adotaram o serviço militar obrigatório.
A segunda revolução industrial, nos primeiros anos de 1840 o esgotamento das possibilidades de crescimentos dessa indústria levou a Inglaterra a uma serie crise econômica. Essa revolução atingiu diferentes países do globo e inaugurou a era dos monopólios e do capitalismo financeiro. As grandes potencias capitalistas dividiram entre si a maior parte das terras do planeta. Grã- Bretanha e França, seguidas de Alemanha, Bélgica, e etc. Foram as protagonistas do processo de expansão inaugurou uma nova do desenvolvimento capitalista, chamado imperialismo.
Portanto a primeira guerra mundial foi essencialmente um conflito imperialista, marcando uma época em que a economia e a politica tinham se fundido num só movimento. O traço mais marcante da guerra foi sua universalidade, pois ela envolveu países de todos os continentes, que se enfrentaram por objetivos também globais. Pois a Europa viveu em relativa paz se compararmos com o período napoleônico e principalmente com as guerras do século xx. E foi nesse período que o mundo atual conheceu a expansão das potencias EUROPEIS em outros continentes.

Jucilane Braga 3° ano “02” matutino

Anônimo disse...

Durante a proclamação da República, três questões foram fundamentais para a crise do império e o consequente início do período republicano. As questões foram: Questão militar ( o exército em oposição ao império ), a Questão religiosa ( prisão dos bispos ), Questão abolicionista ( luta pelo fim da escravidão ).
A Proclamação da República teve como característica a ausência do povo, que nem sequer sabia do que se tratava. Esse episódio foi liderado
pela elite brasileira principalmente os militares, que foram os responsáveis pelo golpe que derrubou o imperador e pôs fim no período
Imperial, dando início ao período republicano.
O início do período período republicano, teve como seu primeiro presidente um militar, o Marechal Deodoro da Fonseca que liderou o golpe contra o imperador Dom Pedro II. O mandato do primeiro presidente republicano, foi marcado por uma série de revoltas por parte dos opositores, um exemplo foi a revolta de canudos. Isso fez com que o presidente Deodoro da Fonseca renunciasse o cargo, assumindo assim a presidência, o vice
presidente Floriano Peixoto.
O governo de Floriano Peixoto também foi marcado pelas fortes oposições e revoltas, porém, ao contrário de Deodoro da Fonseca, Peixoto resistiu às revoltas, reprimindo os opositores, assim ficou conhecido como marechal de ferro.
Após os dois primeiros mandatos presidenciais exercidos pelos militares, teve início o período da república oligarquica, também conhecida como república velha. Durante esse período, houveram muitas fraudes nas eleições para presidente da república. Algumas dessas fraudes foram: a política do café com leite e política dos governadores, assim, durante esse período mantiveram-se no poder 11 presidentes, sendo eles sempre mineiro ou paulista.
Contudo, conclui-se que, a proclamação da república foi um evento que ocorreu sem qualquer participação do povo, foi liderado apenas pela elite, acontecendo a criação da República Federativa do Brasil, havendo também, após esse período uma evolução no Brasil que se estende até os dias atuais.

Hermeson Saraiva da Fonseca. 2° Ano 1

Anônimo disse...

A Proclamação da República no Brasil foi uma conquista dotada de fortes acontecimentos que marcaram a precária política brasileira. Até então o Segundo Reinado (1841-1889) era a forma de poder monárquico predominante no Brasil Império. Contudo, fatos como a Questão Militar, a Questão Religiosa, a Questão Abolicionista e a forte pressão da Inglaterra levaram à queda da Monarquia.
A Questão Militar foi em razão da amizade entre o exército brasileiro e os escravos que lutaram lado a lado na Guerra do Paraguai, acentuada a convivência com os soldados argentinos e uruguaios, de países de regime republicano. E uma vez que se sentiam excluídos da política imperial, os militares desejavam cada vez mais uma república.
A Igreja Católica não aceitava as intervenções do Império nos assuntos religiosos e a prisão de dois bispos a mandado do Imperador, cortou de vez os laços da Igreja com a Monarquia. Quanto aos abolicionistas, esses reivindicavam uma indenização do governo em prol da perda da mão de obra escrava nos cafezais e nas demais atividades escravistas.
Além disso, a Inglaterra exercia forte pressão sobre o Brasil para o fim da escravidão. Somando-se esses fatores, a princesa Isabel não teve outra escolha senão assinar a Lei Áurea. Com isso, estava pré-configurada a queda da Família Imperial, pois a escravidão era a base político-econômica do Império.
Foi então que o exército, juntamente com as elites da época, liderou o golpe fatal que tirou D. Pedro II do poder em 15 de novembro de 1889. A República estava proclamada e começava uma nova onda de poder no Brasil, o Regime Republicano.
A Primeira República, chamada de República da Espada, em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período, foi marcada pelos presidentes Marechal Deodoro da Fonseca, o qual elaborou a constituição de 1891, e o Marechal Floriano Peixoto, o Marechal de Ferro, assim chamado por provocar conflitos entre os militares. Quando esse período, dotado de revoltas armadas, chegou ao fim, iniciava-se a Oligarquia Cafeeira, pois prevaleceram os interesses dos cafeicultores durante as três primeiras décadas do século XX.
Após a Revolução de 1930, que rompeu com o predomínio político dos cafeicultores, passou-se a utilizar então o termo República Velha.
Esse período era a famosa política do café com leite, onde o poder político do Brasil era centralizado nas mãos de São Paulo e Minas Gerais. Uma característica marcante foi a coronelismo, onde os grandes fazendeiros exerciam a função de chefes políticos sobre a população pobre e dependente do coronel. Era mais um período da política brasileira onde ocorreram diversas revoltas, como a de Canudos, a Revolta da Vacina e a Revolta da Chibata, todas insatisfeitas com as ações do governo.
No decorrer dos anos, o Brasil sofreu modificações na sociedade devido as consequências da Primeira Guerra Mundial, onde a classe operária tomou frente dos seus direitos em visto da crescente industrialização.
Um movimento denominado Tenentismo caracterizou a decadência da República Oligárquica, a Revolta dos 18 do Forte foi o primeiro grande movimento contra o governo da época, mas o maior dos movimentos foi a Coluna Prestes, liderada pelo gaúcho Luís Carlos Prestes, que consistiu em uma grande marcha iniciada no Rio Grande do Sul, percorrendo aproximadamente 25 mil quilômetros, entre abril de 1925 a julho de 1926.
Tantas revoluções desde o Brasil Colônia até aqui, consistiam em melhorias na estrutura geral do Brasil, principalmente na política. Mas esse passado negro de corrupções é a consequência do Brasil atual, um país corrupto, atrasado, precário e camuflado num símbolo de “Ordem e Progresso”. Porém, único, rico e magnífico culturalmente.
Amanda Nascimento - 2° ano 6 (Vespertino)

Smayllen Caldas disse...

A crise do império, entretanto nas últimas décadas do século XIX, estes três grupos que até então se constituíram como pilares de sustentação imperial, ficaram descontentes com a monarquia e aderiram, por diferentes razões, a crescente campanha republicana, e esses três grupos são: Militar, Religioso e Abolicionista.
O primeiro presidente do regime assumiu o governo, Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o seu mandato. O vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o seu lugar. Com a constituição republicana o novo regime federalista as antigas províncias passaram a constituir estados ( federações), e passou a ser chamado de República Federativa do Brasil, os primeiros anos do regime republicano no Brasil foram marcados pela estabilidade e pela crise política. O primeiro presidente Deodoro, em Novembro de 1891, Deodoro fechou o congresso nacional e agravou ainda mais o já conturbado governo, pois a reação foi imediata: não se admitia a instalação de uma ditadura em pleno processo de transição de um regime autoritário para um republicano a fim de prevalecer os ideais republicanos nas forças armadas não o apoiaram e o comando da marinha ameaçou tomar a capital do país e destituir na chamada Revolta Armada, com a reação negativa Deodoro renunciou nove meses depois, quem assumiu seu posto foi o vice Floriano, mas o seu poder foi conturbado e ocasionou a segunda revolta e ficou no cargo.
O que mostrou nesses períodos, foi a proclamação da República, que teve grandes conflitos de várias pessoas, partidos, presidentes, exército, religião e etc. Tudo isso foram algumas coisas que ocorreram durante a proclamação mas ainda tem muitos assuntos importantes sobre a Proclamação da República, mas esses foram alguns pontos importantes sobre esse período. Mas teve outros pontos importantes depois do século XIX como: Oligarquia Cafeeira, após os dois primeiros mandatos presidenciais, exercidos por militares teve início o período da República Oligárquica (1894 -1930), assim denominada, pois prevaleceram os interesses da oligarquia cafeeira durante as três primeiras décadas do século XX. Após a revolução de 1930, que rompeu com o predomínio político dos cafeicultores, a historiografia passou a utilizar o termo República Velha, já consagrada para denominar o período inicial do regime republicano no Brasil. Uma das principais características da República Velha foi alternância no poder entre presidentes que representavam as duas mais influentes oligarquias e dois dos estados mais ricos do país naquela época: São Paulo e Minas Gerais. Era a mais famosa política do café com leite assim denominado pelo acordo dos cafeicultores paulistas e os pecuaristas mineiros, mas também nesse período houve muitas revoltas, como: Revolta na República Velha, Revolta da Vacina, Revolta da Chibata, são alguns dos principais acontecimentos dessa época.

Anônimo disse...

A proclamação da republica foi marcada por muitos acontecimentos como a crise do império que nela estavam inseridos questão militar, questão religiosa e questão abolicionista .
Na primeira republica o primeiro presidente a assumi o novo regime foi o marechal Deodoro da Fonseca que renuncio o seu posto, nao cumprindo todo seu mandato. No regime federalista, as antigas províncias passaram a constituir estados, e o pais passou a ser denominado Republica federativa do brasil.
após os dois primeiros mandatos presidências, exércitos por militares, teve inicio o período da República oligárquica.
a revolta na republica velha foram os movimentos sociais questionados as condições precárias que vivia a maioria da população brasileira.
assim ocorreu tambem a revolta da vacina que naquela época a cidade do rio de janeiro estava com um grande problema de saúde, estava empestada de doenças contagiosas como peste bubônica, varíola e febre amarela. Assim também como ocorreu a revolta da chibata e a crise da república oligárquica.
Larissa barbosa 2 ano "1" matutino

Anônimo disse...

TÍTULO: IMPERALISMO E PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
O imperialismo foi à política ocorrida durante a segunda revolução industrial tratava-se de uma politica por briga de territoriais, culturais e econômicos geralmente essas grandes potências estavam atrás de três coisas importantes: matéria prima, mercado consumidor e mão de obra nesse tempo o imperialismo foi interpretado de varias maneiras e chegou a ter traços de o investimento de capital interno e a propriedade econômica monopolista depois disso aos países imperialistas continuaram a dominar com a mão de obra barata que levaram o colonialismo a expansão do imperialismo.
Assim os países imperialistas continuaram dominados explorando e criando conflitos por ai desses embates saíram-se duas guerras a do ophio na china e a revolução dos Cipaios na índia assim esses países continuaram a querer dominar a politica global o que resultou em um conflitos entre eles essa rivalidade levou a primeira guerra mundial dando assim a uma nova era em que só os imperiais norte-americanos dominam tudo a primeira guerra mundial foi a corrida dos países imperiais pela conquista do poder, mais motivos antes antecederão essa guerra que foram a quebra do equilíbrio europeu.
A partir da aí, mais novos conflitos saíram que foram as primeiras alianças entre Alemanha formando blocos rivais isso tudo foi apoiada pelo nacionalismo essa guerra era inevitável foram mais de oito milhões de mortos ruina econômica generalizada fortalecimento do nacionalismo e intervencionismo estatal elevando o grande desemprego na Europa dependendo da ascensão dos estados unidos foram a reestruturação politica e territorial essa guerra de poder fica cada vez maior com a entrada da corrida Armamentista o inicio dessa guerra foi dada pela morte de Francisco Ferdinando.
Há varias causas, dada para o inicio dessa guerra uma foi à morte de Francisco, foi à história de que Alemanha tinha começado a ser atacada pela Bélgica esses conflitos de um tentar acabar com o outro resultou em uma quantia de dólares nesse caso tinha acabado de ser extinta a rivalidade entre Alemanha e Inglaterra também tinha sido um grande motivo pelo fato de que os ingleses comandarem o mercado marítimo e os alemães não gostaram nada disso isso se agravou quando os ingleses construíram um encouraçado dando mais um motivo para guerra começar e se alastrar.
Portanto, essas divergências entre países não tinha começado agora já tinha vindo muito antes desde a época imperialista o que levou a uma series de guerra e conflitos e motivos para esse transtorno começar tudo isso pra que? Para os Estados Unidos se tornar a maior potência de hoje dominar o mundo mercado global, financeiro entre outras culturas as guerras de hoje se você parar pensar não vão levar em nada violência naquele tempo era exercida desde uma traição ate uma guerra brutal a forma com que eles eram mortos era de maneira simples ate brutalmente de que adiantou tudo isso para apenas um pais mandar em tudo.

Nome: Lucas Caldas Viana 3º ano, Turma 2 Turno Matutino

Anônimo disse...

Fernanda Cavalcante diz
É interessante falar que o Imperialismo surgiu em uma epoca em que o sistema capitalista estava tornando-se industrialmente mais tecnologico,ele fazia uso de varios metodos agressivos na sua busca de mercados.Com o passar do tempo começou a adquirir mais abrangencia mundial,se tornando nesta fase ,conduzido e literalmente manipulado por grandes empresas de varios paises e por fortes bancos.O Imperialismo abrangiu naquela fase,dois fundamentais componentes: capitalismo monopolista e o capitalismo oligopolista,num a tecnologia aumentou a mecanização em grande massa,reduzindo os custos de unidades e incentivando o consumo,no outro,surgiram-se uma pequena quantidade de vendedores para uma grande quantidade de consumidores.O surgimento enfim,de açoes que geraram grandes empresas ,que passaram a parar o procedimento da maior parte do mercado economico tal fato que impulsionou a concorrencia as pequenas e grandes empresas.Outro fator que citarei que agrupa a fase do Imperialismo é uma significativa semelhança com o capitalismo financeiro,de fortes bancos daquele periodo.
Vale ressaltar,que depois da forte turbulencia da fase do Imperialismo,se intensificou o periodo da Primeira Guerra Mundial,onde varios problemas começaram a atingir algumas das principais nações europeias do seculo XX.Tais paises estavam totalmente insatisfeitos com o rumo que a partilha da Asia e da Africa acabou tomando no final do seculo XIX.Alguns países haviam ficado de fora como Alemanha e Italia,enquanto outros podiam explorar grandes e diversas colonias,que eram intensamente ricas em materia-prima e com seu grande mercado consumidor.Com a insatisfação da Italia e da Alemanha,pode ser um fator crucial e considerado como uma das causas da Grande Guerra.
Alem de lembrar que no comecinho do seculo XX ,a concorrencia comercial e a disputa pelos mercados consumidores entre os países europeus estava deliberadamente se agravando,o que gerou um clima de apreensão e disputa entre eles,onde um país tentava se arma mais do que o outro.
Fernanda Cavalcante 3º ano ¨08¨ Vespertino

Anônimo disse...

A Proclamação da república-no dia 15 de novembro de 1889, tal período marcado, politicamente,pelo fortalecimento das campanhas abolicionista e republicana.
A crise do Império- O regime monárquico teve, durante o Segundo Reinado, o apoio de três importantes instituições que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II:o exército a igreja e a aristocracia rural. Para tanto, podemos dividir nosso estudo em três questões:militar, religiosa e abolicionista.
Questão militar-o confronto de idéias entre o exército brasileiro e a monarquia.
Questão Religiosa- não bastasse a perda do importante apoio do exército nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgaste conflito com a Igreja Católica. Durante a monarquia, tradicionalmente a Igreja esteve muito ligada ao Estado, exercendo influência sobre as decisões políticas do governo imperial. Constituição de 1824 garantia ao Estado a possibilidade de submeter a decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo papa ao Brasil. Dois direitos com os quais a Igreja não concordava:o padroado e o beneplácito.
Questão Abolicionista-outro fator que contribuiu para o enfraquecimento político do Segundo Reinado e a consequente queda da Monarquia. Essa foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república no Brasil.
Primeira República- o exército brasileiro ter sido diretamente responsável pela instauração do regime republicano no país, era natural que os primeiros presidentes a governarem a recém-instalada república fossem militares. A primeira fase do governo republicano, e denominada pela historiografia de República da Espada em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período. O primeiro regime, assumiu o governo o Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o seu mandato. O vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o seu posto. No regime federalista, as antigas províncias passaram a constituir Estados ( federações), e o país passou a ser denominada República Federativa do Brasil. A constituição de 1891 três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. As forças armadas não apoiaram a postura autoritária do marechal deodoro, e o comando da marinha, por intermédio do almirante Custódio de Melo, ameaçou tomar a capital do país e destituir o presidente na chamada revolta da armada.
Governo de Floriano- em função de a renúncia do presidente ter ocorrido antes de completar a metade do mandato, a constituição determinava a realização de uma nova eleição. A primeira obrigação do vice-presidente floriano peixoto era cumprir o artigo constitucional e convocar as eleições presidenciais. Recebeu a alcunha de " marechal de ferro".
Oligarquia Cafeeira- após os dois primeiros mandatos presidenciais, exercidos por militares, pois prevaleceram os interesses da oligarquia cafeeira durante as três primeiras décadas do século XX. Era famosa política do café com leite, pois os cafeicultores paulistas e os pecuaristas mineiros estabeleceram acordos e alianças políticas que garantiram vitória de seus candidatos nas eleições presidenciais.
Revolta da vacina- era preciso evitar a proliferação de doenças e modernizar a cidade.
Revolta da chibata-consistiu em uma rebelião dos marinheiros brasileiros contra os castigos físicos.
Crise da república oligárquica-tenentismo movimento consistiu na oposição liderada por jovens oficiais do exército brasileiro contrários a política nacional.
Revolta dos 18 do forte-a revolução dos tenentes, ocorrida no forte de copacabana, em 06 de julho de 1922, foi assim denominada porque restaram apenas 18 combatentes dos cerca de 300 homens que aderiram inicialmente a revolta.
Coluna Prestes- a heróica marcha passou por diversos estados brasileiros.
Aluna:Cristiane Nascimento Rolim dos Santos n: 05 Série: 2 Ano "1" Matutino

Anônimo disse...

Estamos na semana da pátria, em nossa história de nosso país e muito rica, durante o segundo reinado três grupos apoiavam o regime monárquico, de Pedro I, esses grupos eram a igreja, o exercito ia aristocracia rural. Mas com o tempo a monarquia começou a tomar decisões que desagradaram esses grupos que até então era o pilar do governo, com o descontentamento esses grupos aderiram a crescente campanha republicana. As decisões do governo que desagradaram esses grupos foram: em relação igreja, a igreja sempre tinha grande influencia sobre as decisões politicas, a partir de 1924 o estado podia submeter à decisão que o papa enviava pra o brasil. Mas a igreja não concordava com isso, as principais eram o padroado e o beneplácito. Na qual pelo primeiro o governo podia criar cargos no governo e designar qualquer sacerdote de sua vontade pra poder ocupa-la, cabendo as penas a Igreja confirma a vontade do monárquico, pela segunda o império tinha todo direito de vetar qualquer lei imposta pela instituição religiosa. Em relação ao exercito, depois da guerra do Paraguai o exercito voltou, mas fortalecido e a monarquia cada vez, mas sem apoio por causa da grande aderência das pessoas a crescente campanha republicana, o exercito queria ter mais pode de participação no cenário politico de nosso país, contudo a monarquia não aceitava que o exercito tivesse, mas participação na politica brasileira, com isso cada vez, mas as o exercito brasileiro passava a defender e a fazer parte da campanha republicana. Em relação à aristocracia rural, alguns fazendeiros defendiam a escravatura e outros não. O primeiro presidente do novo regime no Brasil foi o Marechal Floriano da Fonseca, contudo ele renuncia de seu cargo, antes de termina seu mandato, em seu lugar assumiu seu vice Marechal Floriano Peixoto, e como seu primeiro trabalho foi conduzir a elaboração de uma nova constituição, a primeira constituição foi promulgada no ano de 1891, a parti do ai o país passou a se chamar República Federativa do Brasil. Em seus primeiros anos foram marcados pela instabilidade e pela crise politica, o primeiro presidente que foi Deodoro ele não conseguiu total apoio do congresso, Deodoro fechou o congresso no ano de 1891, pra evitar que acontecesse uma guerra civil Deodoro renuncio a seu cargo com apenas nove meses. Com sua renuncia a constituição dizia que devia haver uma nova eleição, mas Floriano quis ficar no cargo ate o final. Depois dos dois primeiros mandatos surgiu à república oligárquica, e uma de suas características foi a politica do café com leite. Ouvi muitas revoltas uma delas foi à revolta de canudos ocorrida no sertão nordestino, à fome ia miséria foi o ponto de partida pra que essa revolta acontecesse. Outra foi à revolta da vacina essa foi ocorrido no rio de janeiro, cada dia a cidade se desenvolvia e era necessário ter um plano de sanitário, a campanha de vacinação obrigatória, como o governo não teve a preocupação de esclarecer o que era a população entregou em pânico e se rebelou contra o governo. Com a abolição o Brasil começou a receber imigrantes pra suprir a falta de mão de obra, e em 1906 surgiu à confederação operaria brasileira, em 1930 Getúlio Vargas assumiu o poder.
THYAGO SILVA 2º ANO 3

Unknown disse...

Nessa resenha eu vou abordar um pouco sobre o imperialismo e também sobre a segunda guerra mundial.
O imperialismo nada mais é do que nações poderosas que querem controlar os povos ou também as nações pobres. Em meu ponto de vista o imperialismo é o controle e a influência de todas as formas
No século XIX a colônia da África pertencia aos holandeses e britânicos. Nisso foi descoberto diamantes na África, que chamou a atenção da Europa , então houve uma rivalidade dos países europeus por causa dos diamantes, alguns países usava a força dos militares outros faziam acordo com os africanos. Isso era uma técnica de controlar os territórios africanos. Resumindo era processo de exploração econômica e dominação política estabelecido pelas potências capitalistas emergentes ao longo do século XIX e início do século XX, que culmina com a partilha da África e da Ásia, Colonização da África e da Ásia). A disputa por novos mercados envolve Reino Unido, França e Bélgica, primeiras potências industrializadas; Alemanha e Estados Unidos, que conhecem o apogeu industrial e econômico a partir de 1870; e Itália, Rússia e Japão, que ingressavam na via da industrialização.

Os países industrializados necessitavam encontrar territórios ricos em matérias-primas para abastecer suas economias e novas regiões para investir o capital excedente. Além das colônias comerciais, as colônias de assentamento deveriam atender aos problemas de crescimento populacional e de fornecimento de mão-de-obra numerosa e barata. As inovações tecnológicas decorrentes da segunda Revolução Industrial e a exploração de novas fontes de energia aumentam a capacidade de produção das indústrias e outro fator que força a busca de novos mercados
Agora vou falar sobre que Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.

Muitos dos combates na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações (separadas pelas "Terras de Ninguém", que era o espaço entre cada trincheira, onde vários cadáveres ficavam a espera do recolhimento) do Mar do Norte até a Suíça. As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis - na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais do que era.
Rogelson Castro ‘’3 ano 05’’


Anônimo disse...

O imperiguerra


O imperialismo exercido pelas nações mais desenvolvidas a nível político gerou um estado de tensão permanente entre as potências, dada à repartição desigual das zonas de influência. Essas tensões provocaram um desequilíbrio europeu. Isso levou aos mesmos á declararem guerra, resultando no primeiro conflito armado em escala mundial a Primeira Guerra Mundial.
A busca por novas terras foram características que marcaram esse período de guerra, pois muitos estados não estavam satisfeitos por sua grande extensão de terra e queriam dominar terras de outros estados, houve também o domínio econômico de um país sobre o outro.
A França e a Inglaterra tinham grandes territórios com muitos recursos para explorar, enquanto Alemanha e Itália tiveram que se contentar com poucos territórios de baixo valor. Foi um dos motivos que levaram á guerra, pois estas duas nações queriam mais territórios para explorar e aumentar seus recursos.
As grandes potências industrializadas buscavam por todos os meios dificultar a expansão econômica do país concorrente. Essa concorrência econômica tornou-se particularmente intensa entre Inglaterra e Alemanha, que depois da unificação política entrou num período de rápido desenvolvimento industrial. Entre os principais movimentos nacionalistas que se desenvolveram na Europa, podemos destacar: o Pan-eslavismo e o Pan-germanismo.
O Pan-eslavismo, liderado pela Rússia, pregava a união de todos os povos eslavos da Europa Oriental, principalmente aqueles que se encontravam dentro do Império Austro-Húngaro. O Pan-germanismo, liberado pela Alemanha, pregava a completa anexação de todos os povos germânicos da Europa Central.
A Primeira Guerra Mundial modificou completamente a mapa político da Europa e acelerou o surgimento do primeiro Estado socialista do globo: a União Soviética. Este fato quebrou a unidade do capitalismo no mundo por um longo tempo. O problema central residia na corrida imperialista e nos limites da divisão econômica do mundo. A guerra terminou com a vitória da Alemanha, porém teve que ceder partes de seu território à França (Alsácia e Lorena), à Bélgica, à Polônia e à Dinamarca; suas colônias foram divididas entre a Inglaterra, o Japão, a Austrália, a França, a Bélgica e a Nova Zelândia.
Portanto, esta guerra trouxe muitas histórias tristes, muitos soldados perderam suas vidas defendendo seu país por mais terras e recursos. Infelizmente não houve nenhum acordo para acabar com isso seria bem mais fácil do que fazer guerra, pois foi um desnecessário derramamento de sangue, vidas jogadas foras. O mundo é assim, muita violência e pouca bondade, muitas guerras e poucas vidas.


Aluno: Anderson Santos de Souza 3º03 matutino

Anônimo disse...

Nessa resenha eu vou abordar um pouco sobre o imperialismo e também sobre a segunda guerra mundial.
O imperialismo nada mais é do que nações poderosas que querem controlar os povos ou também as nações pobres. Em meu ponto de vista o imperialismo é o controle e a influência de todas as formas
No século XIX a colônia da África pertencia aos holandeses e britânicos. Nisso foi descoberto diamantes na África, que chamou a atenção da Europa , então houve uma rivalidade dos países europeus por causa dos diamantes, alguns países usava a força dos militares outros faziam acordo com os africanos. Isso era uma técnica de controlar os territórios africanos. Resumindo era processo de exploração econômica e dominação política estabelecido pelas potências capitalistas emergentes ao longo do século XIX e início do século XX, que culmina com a partilha da África e da Ásia, Colonização da África e da Ásia). A disputa por novos mercados envolve Reino Unido, França e Bélgica, primeiras potências industrializadas; Alemanha e Estados Unidos, que conhecem o apogeu industrial e econômico a partir de 1870; e Itália, Rússia e Japão, que ingressavam na via da industrialização.

Os países industrializados necessitavam encontrar territórios ricos em matérias-primas para abastecer suas economias e novas regiões para investir o capital excedente. Além das colônias comerciais, as colônias de assentamento deveriam atender aos problemas de crescimento populacional e de fornecimento de mão-de-obra numerosa e barata. As inovações tecnológicas decorrentes da segunda Revolução Industrial e a exploração de novas fontes de energia aumentam a capacidade de produção das indústrias e outro fator que força a busca de novos mercados
Agora vou falar sobre que Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.

Muitos dos combates na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações (separadas pelas "Terras de Ninguém", que era o espaço entre cada trincheira, onde vários cadáveres ficavam a espera do recolhimento) do Mar do Norte até a Suíça. As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis - na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais do que era.
Rogelson F Castro 3 ano 05

Anônimo disse...

A Proclamação foi um levante político-militar que instaurou a forma Republicana Federativa Presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional e pondo um fim na soberania do Imperador Dom Pedro II, pois até o momento tinha sustentação para seu governo que era a Igreja, o Exército e a Aristocracia Rural (elite cafeeira). Foi também uma ameaça de disposição e mudança dentro do exercito. Os militares pretendiam exigir somente a mudança do ministro da Guerra. No entanto a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a republica. Muitos foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores pelos sérios atritos com a Igreja católica na (Questão Religiosa); Pela perda do apoio político dos fazendeiros, em virtude da abolição da escravatura, sem a indenização dos proprietários de escravos. Os progressistas criticavam a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento que fosse econômico, político e social, isto é, com base na renda anual das pessoas, a ausência de um sistema de ensino universal, os altos índices de analfabetismo, de miséria e o afastamento político do Brasil em relação a todos os demais países do continente que eram Republicanos. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial; Enquanto por um lado a população gostava e respeitava Dom Pedro II, por outro lado, tinha cada vez em menor conta o próprio império. A Crise da Monarquia foi uma causa da Proclamação, porque envolvia os membros da igreja Católica, já que os mesmos estavam descontentes com o governo de Dom Pedro II, havia também um grande descontentamento dos fazendeiros conservadores, pois eram proprietários de grandes quantidades de escravos e não receberam indenização do governo após abolição. A Crise Econômica nesse caso, fez com que aumentasse ainda mais o descontentamento da população brasileira. O Positivismo também teve uma participação na causa da Proclamação, por certo que os militares liberais e intelectuais defendiam os ideais positivistas. Estes ideais eram favoráveis ao regime republicano e, portanto contrários à Monarquia. Diante disso outros fatores contribuintes foram a Falta de Apoio da Elite Agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político. E por fim o fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste. Ao contrário do que aparentou a Proclamação foi conseqüência de um governo que não possuía base de sustentação política. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma “bestializada” afirmou o Ministro. E foi por esses e outros fatores que levaram a Proclamação da Republica no dia 15 de novembro de 1889.
Lindara Hage 2 ano 7

Anônimo disse...

Proclamação da república foi no Brasil no dia 15 de novembro 1889 a mudança do regime monárquico teve um começo que foi questionado. Nessa época Dom Pedro o imperador não teve mais a importância para a sociedade brasileira com  isso teve uma crise monárquica que ele enfrentou do segundo reinado teve um apoio de três instituições que sustentaram o governo do imperador Dom Pedro II.Depois de umas décadas se constituirão como pilares de sustentação do governo imperial não gostaram por diferentes razões pelo crescimento da campanha republicana para entender o processo da proclamação da republica no Brasil o desgaste politico sofrido pelo Dom Pedro II mais isso foi no final de seu governo. Com isso foi dividido o estudo em três questões: militar, religiosos e abolicionista. Questão militar o exercito começou exigir participação mas ativa na politica do país que caracterizava a monarquia não permitia grande influencia militar. Com isso foi a questão religiosa não teve a perda do apoio do exercito nacional Dom Pedro depois enfrentou um desgastante conflito com a igreja católica. A questão do fator abolicionista contribuiu para o enfraquecimento politico do segundo reinado e a consequente queda da monarquia foi a chamada questão abolicionista. Isso foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a Republica no Brasil.       

Aline Kamila disse...


A proclamação da república
A história é uma disciplina muito importante para que possamos conhecer um pouco do nosso passado e assim compreendermos a nossa identidade e entendermos porque as coisas são assim nos dias atuais e é possível conhecer através dos vários processos históricos que se decorreram ao longo do desenvolvimento da nossa pátria.
Um desses processos importantes dentro da história do nosso país foi à proclamação da republica que ocorreu no dia 15 de novembro de 1889, onde houve a mudança do regime político que até então se caracterizava como monarquia.
A Proclamação da República foi um movimento político-militar que acabou com o império que reinava no Brasil desde o seu descobrimento, e que instaurou no País uma República federativa. Durante todo reinado, o regime monárquico tinha o apoio dos militares, da igreja e da burguesia (cafeicultores) que eram à base da sustentação desse governo, porém algumas atitudes por parte do governo contrariavam os interesses de seus aliados, o que ocorreu revolta por parte destes que resolveram então se aliar para enfraquecer e assim então derrubar esta forma de governo, unindo-se as crescentes campanhas republicanas. Na época, havia muita gente insatisfeita com as decisões do imperador. Líderes da Igreja Católica reclamavam da interferência de dom Pedro II nos assuntos religiosos.
Os integrantes do Exército, por sua vez, sentiam-se desvalorizados. Já os proprietários de terras queriam ter poder político.
Além disso, foi surgindo uma classe de trabalhadores, formada por jornalistas, advogados, médicos e outros profissionais, que queriam participar das decisões políticas, como já ocorria em outros países.
e assim houve as questões chamadas: militar, religiosa e abolicionista que ocasionaram a queda da monarquia.
. O último abalo da monarquia é a abolição da escravatura, O império perdeu o apoio de escravocratas, que aderem à República, revoltados com o fim da era dos escravos. Assim, dom Pedro 2º perdeu o poder político e teve de sair do Brasil com a sua família. Quem assumiu o governo provisório foi o marechal Deodoro da Fonseca, que depois acabou eleito por um grupo de congressistas e assim se tornou o nosso primeiro presidente.
Foi instalado os três poderes: Executivo, legislativo e judiciário e a abolição do poder moderador símbolo do governo monárquico. Ficou decidido naquela ocasião que os homens poderiam votar em presidente, mas as mulheres e os analfabetos não.
Com o tempo, a República passou por muitas outras mudanças e hoje está bem mais moderna.
Tudo isso para que, agora, todos os cidadãos possam participar das eleições e da vida política do Brasil.
Aluna:Aline Kamila 2º ano 5


Anônimo disse...

O processo histórico em que se
desenvolveu o fim do regime
monárquico brasileiro e a ascensão
da ordem republicana no Brasil
passa uma série de transformaçoes
em que visualizamos a proposta de
um regime republicano ja vivia uma
longa história manifestada em
diferentes revotas. Podemos destacar
a importancia do processo de
industrialização e o crescimento da
cafeicultura enquanto fatores de
mudança sócio-econômica, a
proclamação foi consequencia de um
governo que não contou com intensa
participação popular, a proclamação
ocorreu ás vistas de um novo que
assistiu tudo de forma bestializada.
Karina viegas 2° 03 matutino

Anônimo disse...

Na era do imperialismo ocorreu guerras,como por exemplo entre a alemanha e a franca,que por sinal como toda guerra enfrentam dificuldades pelo estado que a cidade fica ,ocorre mortes inocentes,pois o unico objetivo eh ganhar ,eh impossivel dizer que nao tem morte . A europa ja nao se envolveu tanto,pois ela vivia em paz ,ao contrario das duas . Claro que nao se pode esquecer da revolucao industrial ,a industria de algodao foi quem representou a principal fonte de divisas,so que depois d e determinado tempo o lucro caiu,entao pensaram em outra maneira de faturar,surgiu a ideia de criar ferrovias ,so que com essas construcoes.eles iam gastar uma fortuna,mas eles ja sabiam que iam lucrar bastante . Tambem teve a industria de carvao, de ferro e de aco,mas a que mas se espalhou foi a da ferrovia . Mas com tanta euforia de desenvolvimento surgiu uma crise por causa da queda do consumo e o aumento da concorrencia. Mas ate que depois a concentracao de producao em empresas organizou tudo aos poucos So que podemos observar que na primeira fase da revolucao industrial as descobertas sobre a maneira de producao nao estavam ligadas a pesquisa cientifica ,e sim com o contato direto com o trabalho,ja na segunda fase as maquinas mas complexas e as novas materias primas ,como a borracha e o petroleo . O comercio entre a asia e a europa foi de maneira estranha pois de vendedora asia passou a ser compradora . A africa tava sendo explorada praticamente pelos europeus devido suas divisoes ,no final acabou que os europeus conseguiram fazer as autoridades africanas a darem parte do territorio deles. O resultado da colonizacao foi terrivel po que os nativos tiveram que deixar suas plantacoes e passar a trabalhar nas plantacoes ou minas para suprir a metropole .
Na primeira guerra mundial,mesmo com os problemas que afligiam a industria britanica ,o mundo inteiro investia nos bancos londrinos , e com esses lucros ,o crescimento do setor bancario ia aumentando . O sistema ingles era regido pelo parlamento ,a rainha Vitoria reinava ,so que ela nao exercia seu poder ,as reformas sociais eram feitas pelo ministro liberal Gladstone ,mas como sempre essaa reformas nao atendiam inteiramente as reivindicacoes dos trabalhadores. Tinha tambem a cultura militarista ,uma cultura de guerra ,que claro ,para se formar algo nao precisaapenas de um nome bonito,precisa de varias pessoas,ate mesmo as comuns de baixa renda ,por que eles comecaram a valorizar isso . A alemanha era uma grande ameaca que deixava fora de controle o jogo de forcas politicas e militares no continente europeu ,entao para franca e a inglaterra tirarem ptoveito dessa situacao decidiram se unir ,deixar as rivalidades antigas de lado,fizeram um pacto para manter um equilibrio dentro da europa que pudesse garantir a paz ,ou em caso de guerra uma forte alianca. Porem,alemanha tambem ja vinha.armando um sistema de alianca para poder se garantir e manter seu desenvolvimento . Todos os envolvidos esperavam um conflito rapido ja que tinham apoio de armas modernas . Procuravam fazer guerras ofencivas e outras a guerra defensiva . O governo italiano fazia partr da triplice ,mas como era espertinho ficou neutro esperando aparecer qualquer oportunidade para entrar na guerra ,sendo que do lado de quem tivesse boas condicoes a oferece-la. e claro,o gasto com equipamentos era enorme,so que.no final ate que foram superados , a franca produzia 12 mil granadas por dia,so que devido ao auge do conflito ela passou a produzir mais de 200 mil por dia . A alemanha aumentou 4 vezes a producao de carvao . Ai veio o fim da guerra , alemanha ainda tentou fazer uma ultima tentativa para romper com o impasse e tentar derrotar seus inimigos da Entente ,mas foi praticamente em vao . Depois da guerra o mundo enfrentou uma crise muito grande pois ele tava acabado totalmente .
Gisely Caoroline Serrão da Silva, n°11, 3°ano 6 Vespertino.

Joicy Cristine 3º "3" Mat. disse...

O Imperialismo e a Primeira Guerra Mundial
O Imperialismo foi ocorrido na Segunda Revolução Industrial, os países imperialistas dominaram, exploraram e agrediram os povos de quase todo o planeta. Essa rivalidade se tornou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornaram o centro do imperialismo mundial. a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, por conseguinte a absorção dos países dominados, pois monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores levavam ao ciclo do novo colonialismo.
Na primeira fase da Revolução Industrial, as descobertas que revolucionaram a maneira de produzir não estavam ligadas à pesquisa cientifica, mas ao contato direto com o trabalho, quando chegou na segunda fase, as máquinas mais complexas e as novas matérias-primas, como a borracha e o petróleo. Conquistou a Ásia e a África,com isso a Europa aproveitou grande parte de seu governo. A colonização no final do séc. XIX, praticamente estava dividido e dominado pelas potências imperialistas da Europa. Os povos conquistados eram praticamente auto-suficientes, sendo capaz de suprir as suas necessidades, mas quando a penetração do capitalismo entrou nessa região quebrou o equilíbrio, elas tinham funções de suprir as necessidades da metrópole e absorver grande parte do capital da metrópole.
A Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918) foi um conflito no qual se envolveram países de todos os continentes. Foi um conflito de proporções nunca antes vistas, apesar de toda a tragédia humana, representou também um grande avanço tecnológico. Indiscutivelmente a Primeira Guerra do século XX foi motivada por fator de ordem econômica, no entanto, não foi o único. As raízes do conflito encontram-se nas rivalidades históricas reavivadas por disputas no século XIX, na Europa verificava-se uma situação de conflito de interesses que colocava frente a frente uma série de países. Até hoje causam admiração as provas de tenacidade, abdicação e coragem com que os soldados lutaram na 1º Guerra Mundial, por toda a Europa havia disseminado uma cultura militarista, uma cultura de guerra.
A Tríplice Aliança vinha armando um sistema para reivindicar nova partilha do mundo e garantir a continuação de seu desenvolvimento, em 1879, Bismarck assinou um pacto com o Império Austro-Húngaro, apoiando as pretensões dos Habsburgos sobre os Bálcãs, e quando chegou em 1882, a Itália aderiu a esse pacto e a represália à invasão francesa na Tunísia. Com isso se formava a Tríplice Aliança.
Em primeiro momento a guerra foi feita de movimentos rápidos, para a Alemanha que lutava em duas frentes, situação considerada bastante arriscada em termos estratégicos. A Primeira Guerra Mundial vitimou um quinto dos franceses em idade militar. O Brasil enviou uma frota da Marinha com vários contratorpedeiros e dois cruzadores, por causa da gripe espanhola, mas teve um contra-tempo, e quando chegou na Europa, a guerra estava praticamente terminada.
Contudo depois da Primeira Guerra Mundial, a Europa já não era a mesma, pois a crise total se abateu, ao mesmo tempo que marcou a mudança do centro das decisões para o outro lado do Atlântico. Gerou grandes mudanças com a política provocada pela guerra.
Joicy Cristine 3º “3” Mat.

Anônimo disse...

A República foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, mas a mudança de regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início quando o regime monárquico começou a ser questionado.
O regime monárquico teve, durante o Segundo Reinado (1840-1889), o apoio

Anônimo disse...

A Proclamação da República brasileira ocorreu no dia 15 de novembro de 1889 na Praça da Aclamação (atual Praça da República) na cidade do Rio de Janeiro, instalando a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia do Império do Brasil e pondo fim a soberania do imperador D. Pedro II. Foi então, proclamada a República dos estados unidos do Brasil. Muitos foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Os militares não possuíam uma autonomia de tomada de decisão sobre a defesa do território, estando sujeitos às ordens do imperador e do Gabinete de Ministros, formado por civis, que se sobrepunham às ordens dos generais. A Guerra do Paraguai, além de difundir os ideais republicanos, evidenciou aos militares essa desvalorização da carreira profissional, que se manteve e mesmo acentuou-se após o fim da guerra. O resultado foi a percepção, da parte dos militares, de que se sacrificavam por um regime que pouco os consideravam e que dava maior atenção à Marinha do Brasil. Desde o período colonial, a Igreja Católica, enquanto instituição encontrava-se submetida ao estado. Isso se manteve após a independência e significava, entre outras coisas, que nenhuma ordem do papa poderia vigorar no Brasil sem que fosse previamente aprovada pelo imperador (Beneplácito Régio). Ocorre que, em 1872, Vital Maria Gonçalves de Oliveira e Antônio de Macedo Costa, bispos de Olinda e Belém do Pará respectivamente, resolveram seguir, por conta própria, as ordens do Papa Pio IX. Os bispos se recusaram a obedecer ao imperador, sendo presos. Em 1875, graças à intervenção do maçom Duque de Caxias, os bispos receberam o perdão imperial e foram colocados em liberdade. Contudo, no episódio, a imagem do império desgastou-se junto à Igreja Católica. E este foi um fator agravante na crise da monarquia, pois o apoio da Igreja Católica à monarquia sempre foi essencial à subsistência da mesma. A questão abolicionista impunha-se desde a abolição do tráfico negreiro em 1850, encontrando viva resistência entre as elites agrárias tradicionais do país. Diante das medidas adotadas pelo Império para a gradual extinção do regime escravista, devido à repercussão da experiência mal sucedida nos Estados Unidos de libertação geral dos escravos ter levado aquele país à guerra civil, essas elites reivindicavam do Estado indenizações proporcionais ao preço total que haviam pagado pelos escravos a serem libertados por lei. Com a decretação da Lei Áurea (1888), e ao deixar de indenizar esses grandes proprietários rurais, o império perdeu o seu último pilar de sustentação. A primeira fase do governo republicano é conhecida como República da Espada em referência ao poder exercido pelos militares naquele período. O primeiro presidente do novo regime foi Marechal Deodoro da Fonseca que não cumpriu todo o seu mandato renunciando. O então vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o seu posto. Em 1891 foi promulgada a primeira Constituição republicana. Estabeleceu a divisão e independência entre os poderes executivo, legislativo e judiciário; a separação entre igreja e Estado; e um mandato presidencial de quatro anos. De 1894 a 1930 teve inicio o período da República Oligárquica. Uma de suas principais características foi a alternância no poder entre presidentes das duas mais influentes oligarquias e dos dois estados mais ricos do país naquela época: São Paulo e Minas Gerais, era a famosa politica do café com leite. A Proclamação da República resultou na extinção do império do Brasil, banimento da família imperial brasileira e dos principais políticos favoráveis a monarquia e a criação do Governo Provisório republicano.
Ygor Farias - 2º"01" (Matutino)

Germanotta disse...

A Primeira Guerra Mundial foi conhecida como a "Grande Geurra" que causou uma paralisia em quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Medio Oriente. A guerra foi liderada pelo Império Britânico, França,  e Império Russo, a guerra ocorreu entre a tríplice Entente, o Estados Unidos começou a liderara a partir de 1917, que derrotou a tríplice Aliança liderado pelo Império Alemão. A maioria dos combate na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais,  em trincheiras e fortificações do mar do Norte até a Suíça.  a batalha acontecia em confrontos no mar e em invasões dinâmicas,  e por incrível que pareça foi também a primeira guerra a ter confronto no ar, vários soldados morreram, aproximadamente a nove milhões de soldados morreram no campo de batalha. Na guerra apenas 5% das vítimas foram civis.
Aluno: Thales Sena 3°4 Matutino

Lucas Pereira disse...

Uma nova etapa da expansão capitalista
É a política de expansão e o domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas. O imperialismo contemporâneo pode também denominado como neocolonialismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XIX, o colonialismo.Esta prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros.O imperialismo foi responsável pelo neocolonialismo do século XIX. O objetivo do neocolonialismo era a repartição econômica política do mundo entre as grandes potências capitalistas. Imperialismo ou Neo-colonialismo é a política de expansão e domínio territorial e ou cultural e econômico de uma nação sobre outra, ocorrido na época da segunda revolução industrial. O imperialismo contemporâneo denomina-se Neo-imperialismo, por possuir algumas diferenças com relação ao neo-colonialismo. No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da Segunda Revolução Industrial (motores a gasolina, diesel e eletricidade) aumentou ainda mais a produção. A livre concorrência foi desaparecendo e a economia passou a ser dominada por ‘megaempresas’ (monopólios). As "megaempresas capitalistas passaram a investir capital em nações da África, da Ásia e da América. Esse fenômeno viria a ser chamado de imperialismo ou neo-colonialismo. Os países imperialistas lutavam uns com os outros pelo domínio econômico do mundo. Buscavam novos mercados, fontes de matéria-prima e mão-de-obra barata para explorar.”
o conflito imperialista

O imperialismo exercido pelas nações mais desenvolvidas a nível político gerou um estado de tensão permanente entre as potências, dada a repartição desigual das zonas de influência. Essas tensões provocaram rupturas no equilíbrio europeu, impossíveis de serem contornadas pela via diplomática. Isso levou os europeus a desencadearem uma corrida armamentista, Resultando no primeiro conflito armado em escala mundial “a Primeira Guerra mundial”. Os conflitos imperialistas (ou também chamados de neo-imperialistas) ocorreram principalmente na África, mais conhecida como Partilha da África, e foi durante o século XIX. Países imperialistas como Alemanha, Itália, França, Espanha etc dividiram a África da maneira que quiseram, não respeitando as fronteiras étnicas e culturais presentes na África (herança negativa que é percebida até hoje, pois ainda ocorrem conflitos por causa disso). Esses países se reuniram na chamada Conferência de Berlim para decidir sobre o "destino" da África. Essa disputa foi um dos fatores que culminaram na Primeira Guerra Mundial, pois todos queriam terras na África.

Lucas Pereira - 3°2 Matutino

Anônimo disse...

O Imperialismo e a Primeira Guerra Mundial
O Imperialismo foi ocorrido na Segunda Revolução Industrial, os países imperialistas dominaram, exploraram e agrediram os povos de quase todo o planeta. Essa rivalidade se tornou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornaram o centro do imperialismo mundial. a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, por conseguinte a absorção dos países dominados, pois monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores levavam ao ciclo do novo colonialismo.
Na primeira fase da Revolução Industrial, as descobertas que revolucionaram a maneira de produzir não estavam ligadas à pesquisa cientifica, mas ao contato direto com o trabalho, quando chegou na segunda fase, as máquinas mais complexas e as novas matérias-primas, como a borracha e o petróleo. Conquistou a Ásia e a África,com isso a Europa aproveitou grande parte de seu governo. A colonização no final do séc. XIX, praticamente estava dividido e dominado pelas potências imperialistas da Europa. Os povos conquistados eram praticamente auto-suficientes, sendo capaz de suprir as suas necessidades, mas quando a penetração do capitalismo entrou nessa região quebrou o equilíbrio, elas tinham funções de suprir as necessidades da metrópole e absorver grande parte do capital da metrópole.
A Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918) foi um conflito no qual se envolveram países de todos os continentes. Foi um conflito de proporções nunca antes vistas, apesar de toda a tragédia humana, representou também um grande avanço tecnológico. Indiscutivelmente a Primeira Guerra do século XX foi motivada por fator de ordem econômica, no entanto, não foi o único. As raízes do conflito encontram-se nas rivalidades históricas reavivadas por disputas no século XIX, na Europa verificava-se uma situação de conflito de interesses que colocava frente a frente uma série de países. Até hoje causam admiração as provas de tenacidade, abdicação e coragem com que os soldados lutaram na 1º Guerra Mundial, por toda a Europa havia disseminado uma cultura militarista, uma cultura de guerra.
A Tríplice Aliança vinha armando um sistema para reivindicar nova partilha do mundo e garantir a continuação de seu desenvolvimento, em 1879, Bismarck assinou um pacto com o Império Austro-Húngaro, apoiando as pretensões dos Habsburgos sobre os Bálcãs, e quando chegou em 1882, a Itália aderiu a esse pacto e a represália à invasão francesa na Tunísia. Com isso se formava a Tríplice Aliança.
Em primeiro momento a guerra foi feita de movimentos rápidos, para a Alemanha que lutava em duas frentes, situação considerada bastante arriscada em termos estratégicos. A Primeira Guerra Mundial vitimou um quinto dos franceses em idade militar. O Brasil enviou uma frota da Marinha com vários contratorpedeiros e dois cruzadores, por causa da gripe espanhola, mas teve um contra-tempo, e quando chegou na Europa, a guerra estava praticamente terminada.
Contudo depois da Primeira Guerra Mundial, a Europa já não era a mesma, pois a crise total se abateu, ao mesmo tempo que marcou a mudança do centro das decisões para o outro lado do Atlântico. Gerou grandes mudanças com a política provocada pela guerra.
Joicy Cristine 3º “3” Mat.

Presley de Oliveira Freitas 3º 04 disse...

O principal tema abordado na nova etapa da expansão capitalista foram a expansão das grandes super potencias mundiais europeias como Alemanha, França e Estados Unidos que desenvolveram um método de exportação e importação de produtos através da implantação de ferrovias na qual os ingleses naquela época acumulavam grade capital com a construção dessas grandes obras ferroviárias, possibilitando assim o crescimento e competição pelo monopólio econômico importador, pois as grandes industrias deixaram de produzir somente para si e passam a exportar para outas regiões suas mercadorias, aquecendo assim a suas economias. Com o passar do tempo vieram a ocorrer a expansão para outros continentes como a Ásia, que com a chegada do poderio europeu teve a sua economia estagnada no qual o que antes produziam e exportavam para outros países como o artesanato, passou a ser compradora de produtos europeus.
Logo após a conquista da Ásia, a Índia também acabo sendo conquistada fazendo assim com que o seu território passasse a pertencer aos ingleses, a China que nesse período era considerada uma grande exportadora de Ópio e de outros produtos para países estrangeiros, acabou entrando em conflito com uma das grades potencias europeias, onde em 1842 com o poderio naval inglês, a China derrotada foi obrigada a assinar o tratado de NONQUIM, fazendo com que os ingleses ficassem imunes as leis da china, dando plena liberdade para a Inglaterra anexasse seu império, com isso outras potencias imperialistas passaram a atacar a China que se encontrava e um momento de decadência.
O ultima a ser conquistado pelos europeus fascinados pela descoberta de jazidas de diamantes, reservas de cobre foi o continente de Africano no qual teve seu território divido entre franceses, ingleses, alemãs e portugueses, teve que quase toda a sua população escravizada e imposta ao trabalho escravo na extração de matérias primas utilizadas pelos europeus na fabricação de combustíveis e joias, assim se deu a segunda etapa do capitalismo
Os motivos os quais levaram a primeira guerra mundial foram o fato de que a Alemanha ter ultrapassado das duas velhas potencias, inglesa e francesa em relação a sua grade economia que a cada dia crescia ainda mais, pondo assim em risco o domínio franco britânico.
Dando inicio ao conflito a França que a muito tempo tramava uma revanche pelo suposto fato de anteriormente ter perdido inúmeras terras paras as tropas alemãs em decorrência de batalhas anteriores, resolveu deixar de lado a inimizade com a Inglaterra buscado assim unir forças para uma possível guerra, e es que surge a TRIPLICE ENTENDE, composta pela França, Inglaterra e Rússia que acabou sendo convencida a lutar contra o poderio alemão.
A Alemanha sentindo-se ameaçada com a união desses países as margens de uma possível guerra, também criou uma aliança constituída pela Itália e o Império Húngaro o qual deu o nome de TRIPLICE ALIANÇA.
Com as nações em estado de alerta sobre sua fronteiras es que iniciasse o grande conflito armado o qual ocasionou a morte de milhões de soldados e centenas de milhares de civis que abitavam nos locais do combate.
E es que a Alemanha acaba sendo derrotada dando assim inicio a uma nova politica imposta pelas nações vencedoras.

Anônimo disse...

A Europa no final do século XIX e início do século XX, estava com clima de otimismo e confiança. Homens da elite estavam satisfeitos e tranquilos. O mundo estava dividido e subordinado aos EUA e às grandes potências europeias da época. Não existiam mais áreas a serem conquistadas. Grandes potências brigavam entre si pra conseguir expandir seus territórios de dominação econômica e política.
Com a Revolução Industrial, muitas empresas cresceram, assim como outras faliram. Monopólios passaram a controlar grandes setores da economia, essas empresas desejavam crescer cada vez mais e mais e para isso, era preciso investimento de capital em outros lugares do mundo e criar impérios econômicos com a ajuda de seus governos. Essa nova fase do capitalismo mundial, foi chamada de Imperialismo, por economistas alemães e ingleses no início do século XX. O Imperialismo estava ligado ao investimento de capital estrangeiro e ao domínio econômico de um país sobre outro.
A Europa vivia nesse momento, um período frágil. Países brigavam por dominação econômica. O continente estava a um passo de uma guerra. A situação se agravou ainda mais quando o arquiduque austríaco, Francisco Ferdinando, visitou Saravejo. A população de Saravejo odiava os austríacos e Francisco desfilou nas ruas em carro aberto. Ele foi assassinado e esse fato é considerado a causa imediata da Primeira Guerra Mundial. Fatores como: A construção da estrada de ferro Berlim-Bagdá, Pan-Eslavismo Russo, Nacionalismo da Sérvia, conflitos originados da decadência do Império Turco, crise no Marrocos e Primeira e Segunda Guerra Balcânica, também contribuíram para a eclosão da guerra.
Das rivalidades entre as várias potências, surgiram dois sistemas de aliança, que eram unidos pela existência de inimigos em comum. O primeiro era a Tríplice Entente, composta por Inglaterra, França e Rússia. O segundo sistema era a Tríplice Aliança, composta por Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália). A Primeira Guerra Mundial, aconteceu em 3 fases: A Guerra de Movimento. A Guerra de Trincheiras e as Ofensivas.
Os EUA em meio a esse conflito, vendiam alimentos, combustível, produtos industriais e máquinas para a França e Inglaterra, pelo sistema de crediário. Com o passar do tempo, a situação ficava cada vez pior. Fome, miséria e mortes assolavam a Europa e os EUA começaram a temer que os ingleses e franceses não pagassem pelas mercadorias compradas deles. A dívida somada dos dois países aos americanos somavam-se em mais de 2 bilhões de dólares.
Em março 1917, alemães afundam navios americanos que transportavam produtos até a Inglaterra. Em abril do mesmo ano, um congresso americano votou favoravelmente a declaração de guerra à Alemanha. Ainda em 1917, países neutros à Guerra lançaram propostas de paz. Em 1918, Rússia, Bulgária e Império Austro-Húngaro se retiram da Guerra e a Alemanha foi transformada em República e também saiu da guerra. Em 1919 foi assinado o Tratado de Versalhes, onde os “vencedores” da Guerra, impuseram duras penalidades à Alemanha, entre as quais a Alemanha perderia suas colônias, ficaria proibida de ter Forças Armadas, seria considerada a culpada pela Guerra, e teria que pagar uma indenização aos “vencedores”.
Com isso, a Alemanha entrou na maior crise econômica de toda a sua história. O país não tinha imperador e era uma república democrática (República de Weimar) que durou até 1933 quando os nazistas tomaram o poder, impondo um regime ditatorial.
Nesta Guerra houve 9 milhões de mortos, além de 6 milhões de mutilados. Famílias foram destruídas, crianças ficaram órfãs, o EUA se tornou o país mais rico do mundo, o desemprego tomou conta da Europa e países foram fragmentados. Após quatro anos da guerra, a Europa estava mudada. Presidentes no lugar de príncipes, carros, aviões e submarinos circulando, a imprensa se expandiu e as mulheres se tornaram mais livres.
Portanto, a Primeira Guerra Mundial iniciou com um choque de Imperialismos e caracterizou uma nova fase mundial, o início de um novo século.
Gabriel Iannuzzi – 3º ano “02”

Anônimo disse...

A Primeira Guerra Mundial ocorreu entre (1914 e 1918), antes disso entre (1870 e 1914), o mundo estava vivendo uma grande agitação conhecida como Belle Époque (Bela Época). Era um período em que ocorria um grande progresso na parte econômica e na tecnológica. Os países ricos viviam na esperança de que iriam impor seus objetivos aos países mais pobres. Mais eles não contavam com as grandes e fortes tensões que viriam.
Causas
Com essas disputas pelo mercado, foi surgindo alguns sinais de que chegaria a surgi uma grande guerra. Os países da Europa investiram em tecnologia de guerra, aumentando as fileiras do exército. Também foi desenvolvida uma política conhecida como “política de alianças”. Foram assinados acordos militares que resultou na divisão dos países europeus em dois blocos, que deu início a primeira Guerra Mundial. A divisão colocava de um lado a Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro, que formavam a Tríplice Aliança, e do outro a Rússia, França e Inglaterra, compondo a Tríplice Entente.
Uma das causas que provocou a guerra foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro. O criminoso era um jovem que pertencia a um grupo Sérvio (Mão Negra) que era contra a intervenção da Áustria-Hungria na região dos Balcãs.
A Guerra
Quando guerra iniciou , um dos primeiros ataques aconteceu contra o continente africano e no oceano pacífico, onde haviam colônias e territórios que eram ocupados pelos europeus.
Todos esses ataques fez com que a Tríplice Entente tenha dominado todos os territórios alemães no Pacífico.
Em 1917 os Estados Unidos decidiu entrar na guerra. Eles se posicionaram ao lado da Tríplice Entente. Esta união foi bastante importante para a vitória da Entente, o que acabou forçando os países derrotados a assinarem a rendição.
foi feito o Tratado de Versalhes, que impôs aos derrotados restrições severas , fazendo com que fosse mantido um controle sobre a indústria bélica do país.
Consequências:
Um grande numero de Famílias destruídas e crianças órfãs (Cerca de 10 milhões de mortos)
Os EUA se tornou o país mais rico do mundo
Fragmentação do império Austro-Húngaro
Surgimento de alguns países e desaparecimento de outros
Divisão do império turco após 200 anos de decadência
Aumento do desemprego na Europa
Imperialismo era uma pratica das nações que tinham mais poder, que procurava ampliar e tentar manter o controle sobre alguns povos ou nações que eram consideradas de pobreza.
Imperialismo era associado apenas com a expansão econômica dos países capitalistas; e algumas vezes eram usadas para designar a expansão europeia.
Imperialismo é referido geralmente ao controle direto ou indireto
Ações imperialistas na África e na Ásia
- África
Na metade do século XIX a presença colonial européia na África estava limitada aos colonos holandeses e britânicos na África do Sul e aos militares britânicos e franceses na África do Norte.
A descoberta de diamantes na África do Sul e abertura do Canal de Suez despertaram a atenção da Europa sobre a importância econômica do continente. Os países europeus logo começaram a disputar os territórios.
Em algumas áreas os europeus usaram forças militares para conquistar os territórios. E isso fez com que os europeus deixassem tudo sobre controle.
Grã Bretanha, França, Portugal e Bélgica controlavam a maior parte do território africano.
As colônias eram apenas locais de onde tiravam matérias-primas e para onde vendiam os produtos manufaturados.
o pior legado do Colonialismo foi a divisão da África em mais de 50 Estados.
Ásia
O controle europeu trouxeram boas e más consequências para Ásia.
Um dos grandes problemas do Colonialismo foram à exploração das riquezas, e também os problemas políticos e sociais.
Portanto as dificuldades que certos países são referentes às marcas deixadas pelo colonialismo, se refletem nas culturas, políticas, e outros. Alguns países ainda são dominados por nações de grande poder. Esse domínio é chamado de imperialismo.
Roberta Almeida da Silva 3º 2 Matutino

Anônimo disse...

O regime monarquico teve Segundo Reinado, o apoio de tes importantes instituçoes que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II: o exercito, a igreja, a aristocracia rural. Entretanto, nas ultimos decadas do seculo XIX, estes tres grupos, que ate entao, se constituissem como pilares de sustentaçao do governo imperial, ficaram descontentes com a monarquia e aderiam, por diferentes razoes, a crescente campanha republicana, com isso tiveram tres questoes: militar, religiosa e abolicionista. A questao miilitar foi quando os soldados vindos do Paraguai pensavam que iam ficar livres, a maioria dos soldados eram negros entao ele revoltaram, fazendo assim a questao militar, desobedeceram todas ordens vindas da monarquia. A questao religiosa ocorreu devido a dois direitos do governo relacionados a igreja, a qual nao aceitava que era o padroado onde o imperador poderia criar novos cargos e nomear sacerdotes cabendo a igreja apenas confirmar a nomeçao. Beneplacito permitia que o governo vetar algumas determinaçoes impostas pela igreja, alem do Papa IV proibir membros do clero e catolicos participarem a marçonaria. A questao abolicionista foi uma crise decisiva no processo de transiçao da monarquia para republica no Brasil que consistiu na libertaçao e fim da escravidao no territorio brasileiro, os cafeecultores queriam indenizaçao pelos escravos libertos e a chegada dos imigrantes.



nome: julie wendy serie: 2 ano turma: 03 turno: matutino

Anônimo disse...

Imperialismo ou Neo-colonialismo é
a política de expansão e domínio
territorial e/ou cultural e econômico
de uma nação sobre outra, ocorrido
na época da segunda revolução
industrial. No final do século XIX e começo do
século XX, a economia mundial viveu
grandes mudanças. A tecnologia da
Segunda Revolução.A livre concorrência foi
desaparecendo e a economia passou
a ser dominada por
‘megaempresas’ (monopólios). As "megaempresas capitalistas
passaram a investir capital em
nações da África, da Ásia e da
América. África e Ásia naçoes conquistadas. Esse fenômeno viria a ser
chamado de imperialismo ou neo-
colonialismo. no final do século XIX e o
começo do XX, os países imperialistas
se lançaram numa louca corrida pela
conquista global o que desencadeou
rivalidade entre os mesmos e
concretizou o principal motivo da
Primeira Guerra Mundial. Ao iniciar o século XX, o avanço do
capitalismo, agora na fase
monopolista ou financeira, provocou
uma desigualdade entre as nações
européias. A disputa por novas
áreas, por novos mercados, pela
hegemonia do continente acabou
por causar uma grande guerra, que
ficou conhecida como Primeira
Guerra Mundial.O estopim deste conflito foi o
assassinato de Francisco Ferdinando,
príncipe do império austro-húngaro,
durante sua visita a Saravejo
(Bósnia-Herzegovina).Os países europeus começaram a
fazer alianças políticas e militares
desde o final do século XIX. Durante
o conflito mundial estas alianças
permaneceram. De um lado havia a
Tríplice Aliança formada em 1882 por
Itália, Império Austro-Húngaro e
Alemanha. Do outro
lado a Tríplice Entente, formada em
1907, com a participação de França,
Rússia e Reino Unidos. As batalhas desenvolveram-se
principalmente em trincheiras. Os
soldados ficavam, muitas vezes,
centenas de dias entrincheirados,
lutando pela conquista de pequenos
pedaços de território. A fome e as
doenças também eram os inimigos
destes guerreiros.Em 1917 ocorreu um fato histórico
de extrema importância : a entrada
dos Estados Unidos no conflito. Por tando a guerra gerou aproximadamente 10
milhões de mortos, o triplo de
feridos, arrasou campos agrícolas,
destruiu indústrias, além de gerar
grandes prejuízos econômicos.
Bruna Araujo n° 07 , 3°06 vespertino

Anônimo disse...

O período que vai de 1815, depois das guerras napoleônicas, até 1914, quando começou a Primeira Guerra Mundial, pode ser considerado o século mais pacífico da Europa. Isto não quer dizer que não ocorreram guerras.
No entanto, a Europa viveu em relativa paz, se compararmos com o período napoleônico e principalmente com as guerras do século XX. Foi nesse período praticamente sem guerras que o mundo conheceu a expansão das potências europeias em outros continentes.
Uma nova fase do processo de industrialização teve inicio tanto na Inglaterra quanto em outros países: as indústrias de bens de capital, de carvão, de ferro e aço foram as maiores beneficiadas.
Com a segunda fase da Revolução Industrial o capitalismo de livre concorrência foi superado pelo monopolista, assim surgiram os primeiros trustes e cartéis. As atividades bancarias ganharam nova dimensão: se as indústrias precisavam de crédito bancário para financiar a produção de mercadorias em larga escala, os bancos precisavam investir o capital na indústria para imprimir movimento, surgiu então o capital financeiro.
Os empréstimos eram feitos aos países pobres para que esses comprassem dos países industrializados.
No final do século XIX ocorreu uma verdadeira revolução tecnológica. Essa nova revolução deveu-se à crescente interação entre ciência e técnica.
Outra grande mudança na indústria, nas ultimas décadas do século XIX, foi a produção em massa.
Com a Revolução industrial a Ásia passou de vendedora a compradora de produtos europeus. Esse foi o primeiro passo para a conquista colonialista europeia. Já na segunda metadee do século XVIII começou a colonização da Índia, e até o início do século XIX da África.
Mas não foi só na África e na Ásia que o Imperialismo atuou. As potencias imperialistas disputavam também o mercado que os países da América Latina ofereciam.
Nas ultimas décadas do século XIX, o surgimento de novas potências industriais, como a Alemanha e a Itália, aumentou a instabilidade econômica de países com uma tradição mais antiga de desenvolvimento.
Os problemas que afligiam a indústria britânica deviam-se a antiguidade das máquinas inglesas, que acabou entrando numa crise.
A guerra era apresentada não na sua crueldade sanguinária, mas como um momento de glória e heroísmo. O campo de batalha era o lugar onde o ser humano podia provar seu valor. Com isso, formou-se na Europa, uma verdadeira cultura de guerra.
Foi formado a Tríplice Entente, unindo as principais potências europeias numa frente com o objetivo de neutralizar a Alemanha. Porém a Alemanha também vinha formando um sistema de alianças para reivindicar nova partilha do mundo e garantir a continuação do seu desenvolvimento.
Uma vez constituídos esses dois sistemas de alianças, o clima de tensão aumentou em toda Europa. Em diversas regiões emergiam pequenos conflitos, que aumentaram a agressividade da Tríplice Aliança e a resistência dos países da Tríplice Entente.
A Primeira Guerra Mundial teve início dia 4 de agosto de 1914.
Depois de falhas, cessaram-se as tentativas de grandes movimentos de tropas e teve início a chamada guerra de trincheiras. A vida nessas trincheiras era terrível. Quando havia mal tempo, os soldados ficavam literalmente enterrados na lama. Ratos e piolhos proliferavam.
Embora fizesse parte da Tríplice Aliança, o governo italiano manteve-se neutro, esperando uma oportunidade para entrar na guerra ao lado daquele que oferecesse melhores condições para seus interesses.
O ano de 1917 foi complicado para os dois lados da guerra: a falta de alimento, de matéria-prima, o enorme esforço imposto à população, etc.
A guerra acabou no dia 11 de novembro de 1918. Acirrou as contradições do capitalismo, e provocou o aparecimento de uma nova forma de sociedade: a socialista.

Bruno, Nº 08 3º “06” Vespertino

Lissandra Sampaio disse...

No final de 1880 a monarquia brasileira estava numa crise, pós apresentava uma forma de governo que não correspondia mais as mudanças sócias em processo, eram necessárias a implantação de uma forma de governo para o país progredir e avançar nas questões políticas econômicas e sócias.
Os privilégios da monarquia influenciaram a proclamação da república. As elites brasileiras acreditavam que a única forma de conter, destruir o governo monárquico era tendo um representante forte do exército que iria promover o progresso no país. A proclamação da república sucedesse de falhas do governo de Dom Pedro, além da perda do apoio do exército enfrentou um desgaste com a igreja que tinha o direito de intromissão as mudanças, o império brasileiro validou as determinações do papa conforme o governo. A guerra do Paraguai, fato que obrigou ao governo brasileiro a realizar grandes empréstimos, o descontentamento dos cafeicultores e de outros produtores que se sentiram prejudicados pela lei Áurea o fim da escravidão, militares não poderiam manifestar crescimento nas cidades de classe media de desejavam uma república que almejava maior liberdade, bem como participação na política nacional.
Havia os abolicionistas que queria que e o Brasil fosse de monarquia a republica, um dos fatores importantes para a escravidão ser gradativamente extinta. Começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão de obra escrava.
Dom Pedro II encontra-se enfraquecido e frágil estava cada vez mais afastado das decisões políticas do país e o movimento republicano ganhava força. A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.
No dia 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um governo provisório.
Abolição da escravidão promovida pela mão da princesa Isabel foi o ultimo suspiro da monarquia brasileira.
Lissandra Sampaio - 2°6(vesp.)

gabrielle farias disse...

O Brasil nem sempre foi uma república democrática,asseguradora de direitos e defensora de deveres a uma nação livre e igual perante a lei.No passado, as pessoas eram submetidas à escravidão, e a uma vida superficial, voltada apenas para a imagem e para o status social, as classes pobres viviam em um constante estado de "escuridão", pois não conheciam seus próprios direitos e não eram sequer capazes de lutar por eles.
Todos esses fatos ocorreram durante o chamdo período de Monarquia no Brasil, ou seja, na época em que o mesmo era governado por um rei, e onde seletos grupos sonhavam com um modo de vida melhor para o país.Nessa época o Brasil passou por muitas transformações tanto no cenário político-social, como no economico, levando como consequência à
uma crise imperial que mais tarde acabaria culminando com a proclamação da república, muitos fatores levaram a essa crise, dentre eles destacam-se: a questão abolicionista, a questão religiosa e a questão militar, cada um deles contribuiu efetivamente para que a monarquia se tornasse república.
Os últimos momentos do Brasil como imperial foram marcados por acontecimentos históricos como a abolição da escravatura e o golpe de estado que o fez república. A partir daí deu-se início uma nova fase da história brasileira, o país já não sendo mas dependente de Portugal, nem do seu rei viu-se livre para escrever uma nova constituição e começar uma nova forma de governo, mais "justa" e "democrática" teoricamente. Isso porque ao invés de trazer mais benefícios às pessoas mais pobres, o novo modelo de estado trouxe ditadura disfarçada de aliança política. São exemplos conhecidos como a política do café com leite, onde os candidatos revezavam os mandatos, sendo sempre representantes de São Paulo ou Minas Gerais a ocuparem os cargos de presidente nas eleiçõies, existiu ainda o coronelismo, que é a prova mais óbvia da ditadura daquela época, os mais pobres não tinham nem ao menos o direito de votarem nos candidatos que escolhessem, eram simplesmente obrigados a votar nos candidatos escolhidos por seus coronéis. Enfim, todos esses fatos marcaram intensamente o início da república no Brasil, e levaram à construção da nação que hoje chamamos de nossa!
Portanto,mesmo vendo muitos problemas sociais ainda hoje, pode-se concluir que o Brasl evoluiu consideravelmente, se for comparado ao período monárquico. Ao menos somos privilegiados em viver onde respondemos por nossas ações e não somos açoitados por causa delas.
Gabrielle Farias Lopes 2 ano 01.

Anônimo disse...

Unidade 1 proclamação da republica
A primeira republica
A primeira fase do governo republicano foi denominada pela historiografia de republica da espada (1889-1894) em alusão ao poder exercidos pelos militares nesse período.
Como primeiro presidente do novo regime, assunto o governo o Marechal Deodoro da Fonseca, a primeira constituição republicano foi promulgada em 1891.
No regime federalista, a o país passou a ser denominado pela republica federativa do Brasil.
Em novembro de 1891, Deodoro fechou o congresso nacional e agravou ainda mais a já conturbada governo, país a reação foi imediata: não se admiti as instalação de uma ditadura em pleno processo de transição de um regime autoritário para governo republicano.
Diante da reação negativa e para evitar uma possível guerra civil no pais, Deodoro renunciou apenas nove meses depois de ser eleito legalmente a presidência da republica.
NOME: PAULO VICTO 2° “4”

Nalbert Câncio Nascimento- 2ºano02 Matutino disse...

Proclamação da República

Foi o fim do desenvolvimento monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana por uma série de transformações que visa a chegada dos militares ao poder, o que leva diferentes revoltas entre as tentativas da Revolução Farroupilha a levantar-se contra a monarquia.
O seu dia foi 15 de novembro de 1889 por Marechal Deodoro da Fonseca, ou seja, adere a república pelo abalo da monarquia e o fim da escravidão. Pois a crise estava ligada a vários fatores com descontentamento da Igreja Católica, as críticas pelos exércitos, corrupção da corte, a expansão da classe média no mercado consumidor, em que, os vendedores necessitam de espaço e reuniões nos assuntos do país; e comerciantes de pessoas de classe média a apoiar o fim do império, a causa da falta de apoio ao poder político. Essa crise foi agravada com a Guerra do Paraguai pelos empréstimos ingleses, recorrendo o Brasil a uma dívida externa.
Com isso a proclamação da república não foi um ato improvisado, foi o resultado de muitos fatos políticos e sociais, conforme de ideias, conflitos de interesses e articulações políticas envolvendo civis e militares, sendo que o regime político do Brasil passou a ser Republicano, Presidencialista e Federativo.

Emily Palheta Arévola- 3ºANO 02 Matutino disse...

O imperialismo, foi o principal motivo para a Primeira Guerra Mundial, países europeus estavam brigando por territórios e por riquezas na Ásia e África, ou seja, foi a decisão da divisão da China no século XIX pelas potências imperialistas.
Ao iniciar o século XX, o avanço do capitalismo agora, na fase monopolista ou financeiro provocou uma dificuldade entre as nações europeias, a disputa por novas áreas, por novos mercados, pela hegemonia do continente entre a Inglaterra e a Alemanha. Pois os interesses imperialistas foram responsáveis pelo armamentismo e por conflitos , ou seja, foi a Revolução Industrial em busca de matérias primas com objetivo de acentuar-se o domínio em regiões ainda não controlado pelo capitalismo. Em que o imperialismo foi caracterizado como monopolista pela concentração da produção em grandes empresas com melhores operários notado no setor bancário, fornecendo o capital financeiro.
As tensões na Europa chegaram ao seu ponto máximo com a eclosão da Primeira Guerra Mundial entre as grandes potências que pretendiam torna-se grande; no qual se envolveram países de todos os continentes em conflitos de proporções que representou grande avanço tecnológico.
Então pode-se afirmar que o colonialismo só se interessavam pelo lucro que obtinham pelo trabalho e muito menos com as condições. Sendo que conseguiram suas independências e herdaram uma série de conflitos pela exploração e dificuldades políticas.

Anônimo disse...

Barbara Lorena 2 ano 3 N. 8

A republica teve seu início de proclamação no dia 15 de novembro de 1889, mais depois que isso ocorreu a mesma enfrentou vários problemas como crises e revoltas que se mantiveram por um processo longo e gradativo.
Esse processo foi marcado por três revoltas importantes. A primeira ficou conhecida como Questão Militar, a segunda Questão Religiosa e a última Questão Abolicionista. As três tiveram motivos interessantes.
A Questão militar foi uma rebelião dada por militares que lutaram na guerra bravamente e quando voltaram presenciaram suas famílias ainda escravizadas na miséria.
A questão Religiosa se deu por D. Pedro entrar em conflito com a igreja. A igreja não concordava com o padroado e nem com o beneplácito.
A questão abolicionista que fora a última era a não concordância de fazendeiros, cujo não se submeteriam a libertar os seus escravos sem ganhar nada.
Enfim, após a Primeira Guerra Mundial e após a crise da Republica Oligárquica a Crise da Primeira Republica (Republica velha) teve seu apogeu.

Anônimo disse...

A primeira guerra mundial aconteceu no final do século XIX e a primeira década do século XX na Europa, nesse tempo o mundo estava dividido entre potências Europeias e aos Estados Unidos. Nesse tempo, todos os territórios tinham dono e eles brigavam com o objetivo de aumentar cada vez mais suas áreas de dominação tanto econômica como política. No século XX tem uma nova fase do capitalismo chamado imperialismo que foi o principal fator da guerra mundial, eles queriam mais investimento de capital pelo estrangeiro, e queria dominar a economia de países, pelo comecinho do século XX a indústria alemã estava na frente da indústria inglesa, e com isso decidiram que não queriam competir no mercado, e queriam também acabar com a concorrência, então seus representantes estavam dispostos a ter uma guerra. Já em 1871, os alemães tornaram-se um só conjunto, eles só resolveram ficar assim junta após derrotarem a frança na guerra chamada “Franco-Prussiana” essa guerra foi um conflito armado onde envolveu a França contra um conjunto de estados germânicos, essa guerra tinha com o objetivo da Prússia de unificar a Alemanha, mas a França tinha como o objetivo de reconquistar o prestigia que havia perdido. Em meio a essa guerra houve uma grande consequência que foi da França de entregar uma região, esse fato levou os franceses a quererem vingança. O tempo passou, e a situação se agravou bastante quando um Arquiduque chamado Francisco Ferdinando visitou a cidade de Saravejo, a população da cidade odiavam os austríacos, e a raiva aumentou mais ainda quando o filho do imperados austríaco resolveu passear de carro aberto pelas cidades, então ele foi morto, depois desse fato a primeira guerra mundial aconteceu imediatamente, também houve vários outros fatores que levaram à guerra tais como: crises no Marrocos onde os franceses, ingleses e alemães estavam disputando essa área, o nacionalismo da Sérvia, etc... A primeira guerra teve três fases à primeira foi a guerra do movimento, onde teve os primeiros inícios do conflito, então aconteceu um tal jogo de alianças e as hostilidades trouxeram vários países para conflito. A segunda foi à guerra de trincheiras onde várias potencias se formaram na Europa, eles estavam ligadas as ligações indústrias e precisavam de mercados consumidores e também de matérias primas porque eram elas que sustentavam as indústrias, a trincheira era consistida pelos os alemães, nesse tempo foram produzidas novas armas. E a terceira era a fase ofensiva. A guerra trouxe várias consequências como: famílias destruídas e várias crianças que ficaram órfãs, o desemprego aumentou na Europa, etc... Aconteceu também varias mudanças como: as mulheres tornaram consciência dos seus direitos e se tornaram mais livres, o cinema e o radio também se expandiram.

Tainá Frazão- 3º01 (mat)

Bruno Alfaia Pacheco - 2º Ano 07 disse...

Nesse período, ocorreu a chamada Crise do Império: inciado pela Questão Militar, na qual houve a Guerra do Paraguai, onde o exército tornou-se contra ao Império; e seguida começou a Questão Religiosa, na qual teve divergência entre Estado e Igreja, podendo o Estado impôr leis através do Beneplácito e Padroado, e ocorreu a Prisão dos Bispos que desobedeceram o Estado a favor da Igreja; dando sequência a esse período e finalizando, iniciou-se a Questão Abolicionista, em que destacou-se a Pressão da Inglaterra para o Estado, a chegada dos Imigrantes no Brasil, o fim da escravidão, modernização da economia, e com o fim da escravidão, os cafeicultores queriam indenização, ou seja, queriam alguma coisa em troca da libertação do escravo.
A Proclamação da República (15 de Novembro de 1889) ocorreu no Governo de Deodoro, em que ele elaborou a 1º Constituição, em 1891, sem o apoio do congresso, assim ele fecha o congresso e enfrenta a 1º Revolta da Armada, e com todas as pressões, ele renuncia. O vice do Deodoro, Floriano Peixoto, fica no cargo ilegalmente, tornando-se o novo Presidente, no entanto, ele deveria convocar novas eleições, e com isso ele enfrenta a 2º Revolta da Armada, mas vence. Com o tempo, São Paulo e Minas Gerais fizeram uma aliança de poder, a chamada Política do Café com Leite, em que, após o Governo de Floriano Peixoto até 1930, 11 presidentes eram de maioria mineiro ou paulista. O governo conseguiu poder também com a Política dos Governadores(Governo Federal + Governo Local). Contudo, a Proclamação da República não teve participação nenhuma do povo brasileiro, sendo apenas liderado pela elite.

Taynara Rollim disse...

A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha.O objetivo era o ataque-relâmpago,que consistia em avançar passo a passo,ou seja,de trincheira em trincheira.
A Rússia saiu da guerra e foi substituída pela participação dos Estados unidos.a revolução comunista de 1917 forçou a Rússia a abandonar a guerra.levaram varias consequências,como por exemplo o enfraquecimento dos ideias democráticos,ocorreu particularmente na Itália e na Alemanha e ascensão dos estados unidos como grande potência mundial.E em 1919,foi realizada uma conferência em paris que reuniu dezenas de países,surgiu o‘Tratado de Versalhes’que levou a varias imposições feito pela Alemanha. Os conflitos imperialistas (ou também chamados de neo-imperialistas) ocorreram principalmente na África, mais conhecida como Partilha da África, e foi durante o século XIX. Países imperialistas como Alemanha, Itália, França, Espanha etc dividiram a África da maneira que quiseram, não respeitando as fronteiras étnicas e culturais presentes na África (herança negativa que é percebida até hoje, pois ainda ocorrem conflitos por causa disso). Esses países se reuniram na chamada Conferência de Berlim para decidir sobre o "destino" da África. Essa disputa foi um dos fatores que culminaram na Primeira Guerra Mundial, pois todos queriam terras na África. O Imperialismo abrangiu naquela fase,dois fundamentais componentes: capitalismo monopolista e o capitalismo oligopolista,num a tecnologia aumentou a mecanização em grande massa,reduzindo os custos de unidades e incentivando o consumo,no outro,surgiram-se uma pequena quantidade de vendedores para uma grande quantidade de consumidores.O surgimento enfim,de açoes que geraram grandes empresas ,que passaram a parar o procedimento da maior parte do mercado econômico tal fato que impulsionou a concorrência as pequenas e grandes empresas.Outro fator que citarei que agrupa a fase do Imperialismo é uma significativa semelhança com o capitalismo financeiro,de fortes bancos daquele período. Assim os países imperialistas continuaram dominados explorando e criando conflitos por ai desses embates saíram-se duas guerras a do ophio na china e a revolução dos Cipaios na índia assim esses países continuaram a querer dominar a politica global o que resultou em um conflitos entre eles essa rivalidade levou a primeira guerra mundial dando assim a uma nova era em que só os imperiais norte-americanos dominam tudo a primeira guerra mundial foi a corrida dos países imperiais pela conquista do poder, mais motivos antes antecederão essa guerra que foram a quebra do equilíbrio europeu.

Taynara Lever Rollim 3º7 (vesp.)

Anônimo disse...

A Proclamação da República
A Proclamação da República no Brasil foi uma das principais conquistas ocorrida no espaço brasileiro e que marcou o fim da Monarquia e consequentemente encerrou as dependências de Portugal e marcou o início de inúmeras manifestações e revoltas.
Mas para haver essa conquista foi necessária três questões, que marcaram a crise do Império que foi a questão Militar onde os soldados não aceitavam mais, voltarem as condições de escravos e passaram a desobedecer as ordens do Imperador, outro ponto foi a questão Religiosa onde o Império perdeu apoio da Igreja devido a forte interferência de poder na mesma.
O principal ponto que foi decisivo para a crise do Império foi a Questão Abolicionista onde houve o fim da escravidão e perda do apoio dos grandes fazendeiros que voltaram sua atenção para a instauração da República e se uniu ao exército o qual tomou a frente da campanha e juntos puseram fim a Monarquia.
Com a proclamação da República surgiu o primeiro presidente do Brasil conhecido como Marechal Deodoro da Fonseca, que criou a primeira Constituição que fez com que houvesse o desmembramento dos três poderes, fechamento do Congresso enfrentando assim a Revolta da Armada o que levou a sua renúncia, assumindo seu vice-presidente Floriano Peixoto o cargo de presidente sem promover novas eleições gerando deste modo novas revoltas.
Portanto, a Proclamação da República marcou o fim do Império e não contou com a participação popular, tendo como principais personagens a elite cafeeira e os militares a fim de conseguirem seus desejos e poderes.

Aluno:Victor Jordão de Santana. Série:2ºano 03. Turno:Matutino

Anônimo disse...

A República foi proclamada no Brasil no dia 15 de Novembro de 1889, mas a mudança de regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado. Nessa época, o Imperador D. Pedro II perdeu importante apoio de setores da sociedade brasileira e enfrentou a crise do regime monárquico. Durante o Segundo Reinado (1840-1889), o apoio de três importantes instituições que sustentaram o governo do imperador D. Pedro II: o exército, a igreja e a aristocracia rural (elite cafeeira). Para entendemos o processo de Proclamação da República no Brasil, devemos analisar o desgaste sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos do seu governo, que pode se dividir em três questões: Militar, Religiosa e Abolicionista.
Chamamos de Questão Militar o conforto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. De um lado, o exército nacional mostrava-se fortalecido após a Guerra do Paraguai (1864-1870), de outro, o monarca encontrava-se desprestigiado em função da crescente campanha republicana. A partir de 1870, o exército começou a exigir participação mais ativa na política do país. Eles acreditavam que somente um governo forte, comando por representantes do exército, poderia acabar com os privilégios da minoria ligada à Corte imperial e promover o progresso e o desenvolvimento do país.
Não bastasse a perda do importante apoio do exército nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgastante conflito com a Igreja Católica, denominada Questão Religiosa. Durante a monarquia, tradicionalmente a Igreja esteve muito ligada ao Estado, exercendo influência sobre as decisões políticas do governo imperial. Entretanto, a constituição de 1824 garantia ao estado a possibilidade de submeter a decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo papa ao Brasil. Ao governo brasileiro eram garantidos dois direitos com os quais a igreja não concordavam: O padroado e o beneplácito. Dessa forma, cabia ao império brasileiro validar ou negar as determinações do papa, conforme o interesse do governo, prevalecendo assim a autonomia do regime imperial. Decretada pelo papa Pio IX (1846 a 1878), membro do clero e católicos em geral foram proibidos de pertencer à maçonaria, instituição, que, na época, reunia importantes líderes da sociedade brasileira. A situação levou o membro da maçonaria e presidente do Conselho de Ministros de D. Pedro II, José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, a vetar, a lei imposta pela Igreja.
Lucas Souza 2 ano 4

Anônimo disse...

Para entendemos o processo de Proclamação da República no Brasil, devemos analisar o desgaste sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos do seu governo, que pode se dividir em três questões: Militar, Religiosa e Abolicionista.
Chamamos de Questão Militar o conforto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. De um lado, o exército nacional mostrava-se fortalecido após a Guerra do Paraguai (1864-1870), de outro, o monarca encontrava-se desprestigiado em função da crescente campanha republicana. A partir de 1870, o exército começou a exigir participação mais ativa na política do país. Eles acreditavam que somente um governo forte, comando por representantes do exército, poderia acabar com os privilégios da minoria ligada à Corte imperial e promover o progresso e o desenvolvimento do país.
Não bastasse a perda do importante apoio do exército nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgastante conflito com a Igreja Católica, denominada Questão Religiosa. Durante a monarquia, tradicionalmente a Igreja esteve muito ligada ao Estado, exercendo influência sobre as decisões políticas do governo imperial. Entretanto, a constituição de 1824 garantia ao estado a possibilidade de submeter a decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo papa ao Brasil. Ao governo brasileiro eram garantidos dois direitos com os quais a igreja não concordavam: O padroado e o beneplácito. Dessa forma, cabia ao império brasileiro validar ou negar as determinações do papa, conforme o interesse do governo, prevalecendo assim a autonomia do regime imperial. Decretada pelo papa Pio IX (1846 a 1878), membro do clero e católicos em geral foram proibidos de pertencer à maçonaria, instituição, que, na época, reunia importantes líderes da sociedade brasileira. A situação levou o membro da maçonaria e presidente do Conselho de Ministros de D. Pedro II, José Maria da Silva Paranhos, o Visconde do Rio Branco, a vetar, a lei imposta pela Igreja.
Outro fator que contribuiu para o enfraquecimento político do segundo reinado e consequente a queda da Monarquia foi a chamada Questão Abolicionista. Essa foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república no Brasil.
No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.

A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.

O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.
Raiberson Monteiro 2° ano 1

Anônimo disse...

A era do Imperialismo : Uma nova etapa da expansão capitalista
Expansão das potencias europeias, depois das guerras napoleônicos ate 1914, quando começou a primeira guerra mundial, pode ser considerado o século mais pacifico da Europa. Isto não quer dizes que não ocorreram guerras.
A Alemanha (prússia) entrou em guerra com a França inclusive passou por revoluções e lutas civis, e varias regiões da Europa tiveram agitações sócias. Fora da Europa certamente ocorreram terríveis guerras, como o do Paraguai e a de secessão nos Estados Unidos. A Europa viveu em relativa paz e comparamos com o período napoleônico e principalmente com as guerras dos séculos XX. E foi nesse período relativamente sem guerras que o mundo conheceu a expansão das potencias europeias em outros continentes.
Os mercados estavam abarrotados e a margem de lucro dos investimentos caiu vertiginosamente. Essas dificuldades se refletiram em outras indústrias, que dependiam da continuidade do processo de industrialização iniciado com a manufatura do algodão. Pois descobrir nova alternativa investimentos que representassem aplicação lucrativa para os excedentes de capital gerados na indústria de algodão.
Essas alternativas surgiram como os aperfeiçoamentos da locomotiva a vapor, inventada nas décadas de 1820. A construção de uma ferrovia consumia muito capital e suas possibilidades de lucro eram enormes com isso uma verdadeira febre de construção ferroviária ocorreu na Inglaterra, a partir de 1840.
Nova fase do processo de industrialização teve inicio tanto na Inglaterra quanto em outros países: as indústrias de bens de capital, de carvão de ferro e aço foram as maiores beneficiadas. A construção de ferrovias se espalhou por todo o mundo até cerca de 1890.
A euforia de desenvolvimento nessa segunda fase da Revolução Industrial durou ate 1873, quando uma crise econômica surgiu no panorama mundial. Primeira guerra mundial e imperialismo as razoem da supremacia da Europa 1º potência econômica do mundo dominava grande partes das trocas comerciais mundiais tinha a maior parte da frota marítima do mundo tinha a maior parte da produção industrial. E a maior parte do investimento mundial era europeia.

Mariana Freitas 3º 02 Matutino

Anônimo disse...

No final do século XIX, houve o surgimento de varias potências, entre elas a Alemanha e a Itália, sendo que havia muitos pontos de atrito entre essas potências. Os países de França e Inglaterra se sentiram ameaçados pela Alemanha, pois esta causava um enorme desequilibrio de poderes no continente europeu; diante disso eles deixaram suas diferenças de lado e formaram um pacto denominado de Entente Cordia-le Anglo-Francesa para que em caso de guerra fosse formada uma forte aliança, que logo em seguida teve a inclusão da Rússia no pacto. Ao mesmo tempo a Alemanha também estava formando uma aliança para garantir a continuação de seu desenvolvimento. Logo depois de formadas as alianças, houve pequenos conflitos por todo o continente europeu. Um tempo depois a Alemanha declarou guerra à Rússia e dois dias depois à França; no dia seguinte a Inglaterra declarou guerra à Alemanha dando início a Primeira Guerra Mundial em 4 de agosto de 1914. A guerra era desenvolvida em três frentes de batalha: a frente ocidental, a frente oriental e a frente do Bálcãs; no fim do primeiro ano, a guerra havia alcançado o continente africano. A Itália apesar de fazer parte da Tríplice Aliança manteve-se neutra esperando a oportunidade certa para entrar na guerra para que pudesse se beneficiar com isso; em maio de 1915 após um acordo a mesma entrou na guerra. No ano de 1917, operários e soldados se deram conta de que o conflito não era do interesse populacional e declarou greve geral, os soldados recusavam em continuar o conflito. Em março de 1917 o governo americano também declarou guerra à Alemanha após a mesma ter afundado vários de seus navios. Com a entrada dos americanos na guerra, o Brasil também declarou guerra à Alemanha após ter se navio afundado pelos mesmos, quando os brasileiros chegaram a Europa, a guerra já estava praticamente terminada; em 1918 houve a ultima e desesperada tentativa da Alemanha para derrotar seus inimigos lançando a ultima ofensiva do grande alcance, mas seu objetivo não foi alcançado. Em 11 de novembro de 1918, o governo liderado pelo Partido Social-Democrata não teve alternativa senão o armistício incondicional com as forças da Entente terminando assim a Primeira Guerra mundial que teve mais de 9 milhões de mortos. Depois da guerra a Europa mudou bastante mergulhando em uma crise que durou ate as vésperas da Segunda Guerra Mundial.
Bárbara de Jesus de Castro 3º 03 M

Anônimo disse...

No dia 15 de Novembro de 1889 a República foi proclamada no Brasil oficialmente, já que o processo de mudanças políticas foi gradativo e teve seu inicio por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado. Tal regime começou com o apoio de três importantes instituições: o exercito, a igreja e a aristocracia rural.

A proclamação se deu por causa destes três grupos que descontentes com a monarquia aderiram, por diferentes razões à crescente companhia republicana. As questões que motivaram este fato foram às questões militar, religiosa e abolicionista, principais fatores que levaram à crise do império.

A questão militar foi basicamente o confronto de ideias do exercito e a monarquia. A questão religiosa foi o conflito com a Igreja Católica, pois esta esteve muito ligada ao Estado tendo assim, forte influencia sobre as decisões políticas do governo. A questão abolicionista foi a crise decisiva no processo de transição da monarquia para republica no Brasil, pois o tema estava longe de se tornar unanimidade entre os brasileiros. O choque de interesses predominava quando o assunto era a libertação dos escravos.

Com o adoecimento de Dom Pedro tudo ficou muito ruim, pois ele já não tomava mais decisões política e com isso o movimento ganhava força no Brasil.
Apenas depois de 67 anos a Monarquia teve fim e com a família imperial e Dom Pedro partindo rumo a Europa e deixando Marechal Deodoro da Fonseca como presidente de Republica e a partir daí com direito de voto no país.

Após estes ocorridos diversas manifestações contrárias ao governo eclodiram no Brasil, uma delas foi a Guerra dos Canudos, um movimento popular de grandes proporções em função da difícil realidade social dos nordestinos. Teve também a Revolta da Vacina e a Revolta da Chibata.

Aluna: Victória Michiles, 2º ano "4", matutino.

Anônimo disse...

O imperialismo foi uma politica e domínio territorial, cultural, econômico e politico de nações capitalistas que vivenciaram a Segunda Revolução Industrial. Essa politica também é entendida como impositora de novas formas de colonização, daí a expressão Neocolonialismo onde o neocolonialismo da inicio a fase imperialista do capitalismo, na qual participaria as nações industrializadas. Umas das medidas adotadas pelo imperialismo foi a partilha da África e Ásia, criação de áreas com influência em diversas regiões do planeta e a formação de novos impérios coloniais.
Os motivos da expansão imperialistas oram as mudanças tecnológicas trazidas com a Segunda Revolução Industrial, onde aumentaram ainda mais a produção, gerando uma grande necessidade de mercados consumidores para os excedentes industriais, além disso, as potencias centrais do capitalismo precisavam encontrar fontes de matérias-primas, e de produtos alimentícios que faltavam em suas terras. Buscavam também, novas regiões para investir seus capitais, construir ferrovias ou explorar minas. O imperialismo é a forte influencia econômica de um país rico e industrializado sobre um país pobre.
A Primeira Guerra Mundial teve inicio com o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro durante sua visita a Saravejo. As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante do grupo Sérvio chamado mão- negra. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e declaro guerra à Sérvia. Os países europeus começaram a fazer alianças politicas e militares. De um lado havia a Tríplice Aliança formada em 1882 por Itália, Império Austro-Húngaro e Alemanha; do outro lado a Tríplice Entente, formada em 1907, com a participação da França, Rússia e Reino Unido.
As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados lutando pela conquista de pequenos pedaços de territórios.
O fim do conflito iniciou-se quando os Estados Unidos entrou na guerra ao lado da Tríplice Entente, este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve o seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o inicio da Segunda Guerra Mundial.
A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.
Larissa Pena “3º 6” vespertino.

Anônimo disse...

A República do Brasil foi proclamada no dia 15 de novembro de 1889. Esse período foi marcado pelo fortalecimento das campanhas abolicionista e republicana. Também nessa época o imperador D. Pedro II perdeu importante apoio de setores influentes e enfrentou a crise do regime monárquico. Dividimos esse período em três questões: militar, religiosa e abolicionista. A questão militar foi o confronto de ideias entre o exército e a monarquia. Foi nesse contexto que a campanha republicana se consolidou cada vez mais. Os militares acreditavam que somente um governo forte, comandado por militares, poderia acabar com certos privilégios e promover o progresso do país. Tradicionalmente a igreja esteve bastante ligada ao Estado. Contudo, a partir da Constituição de 1824, que garantia ao Estado submeter à decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo papa. Outro fator que agravou a relação da igreja com o Império foi a prisão dos bispos de Olinda e do Pará. A questão abolicionista foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república no Brasil. Como primeiro presidente do novo regime, assumiu Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o seu mandato. O vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o seu posto. A primeira Constituição estabeleceu a separação da igreja e do Estado; eleições diretas e um mandato de quatro anos. Após os dois primeiros mandatos presidenciais, teve inicio o período da República Oligárquica. Como uma das principais características havia a alternância no poder entre presidentes dos estados mais ricos do país naquela época: São Paulo e Minas Gerais.
Maria Iracelma 2°"01" (Matutino)

Anônimo disse...

A República no Brasil foi proclamada no dia 15 de novembro de 1889, mas a mudança de regime político deve ser analizada como um processo gradativo, que teve início por volta de 1870, quando o regime monarquico começou a questionado. Portanto tal período foi marcado politicamente, pelo fortalecimento das campanhas abolicionistas e republicanas nessa época, o imperador D. Pedro II perdeu importante apoio de setores influentes na sociedade brasileira e enfrentou a crise do regime monárquico. O regime monárquico teve, durante o segundo reinado, o apoio de três importantes instituições que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II: O excercito, a igreja e a aristocracia rural. Entretanto, nas últimas décadas do século XIX, estes três grupos, que, até então, se constituíram como os pilares de sustentação do governo imperial, ficaram descontentes com a monarquia e aderiram, por diferentes razões, à crescentes campanhas republicanas. Assim compreendemos o processo de proclamação da república no Brasil, devemos analisar o desgaste político sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos de seu governo. Chamamos de questão militar o confronto de ideias entre exército brasileiro e a monarquia. De um lado, o exército nacional mostrava-se fortalecido após a Guerra do Paraguai, de outro, o monarca encontrava-se desprotegido em função da crescente campanha republicana. A partir de 1870, o exército começou a exigir participação mais ativa na política do pais. Entretanto, a politica centralizada que caracterizava a monarquia não permitia grande influência militar nas decisões do governo imperial.
Não bastasse a perda dom importante apoio do exército nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgastante conflito com a Igreja catolica, denominada questão religiosa. Durante a monarquia, tradicionalmente a igreja esteve muito ligada ao estado, exercendo influência sobre as decisões políticas do governo imperial. Entretanto, a constituição de 1824 garantia ao estado a possibilidade de submeter a decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo papa ao Brasil. Ao governo brasileiro eram garantidos dois direitos com os quais a igreja não concordava: o padroado e o beneplácito.
Outro fator que contribuiu para o enfraquecimento político do segundo reinado e a consequente queda da monarquia foi a chamada Questão Abolicionista. Essa foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república np Brasil. Entretanto, o tema abolicionista estava longe de si tornar unanimidade entre os brasileiros. De um lado, estavam cafeicultores da região oeste só estado de São Paulo que modernizaram a produção e defendiam a abolição, mediante o pagamento de indenização pelo governo.

Hemely de Araújo Ribeiro. 2¤ 1 matutino ♥

Unknown disse...

Imperialismo: É a forte influencia economica de um pais rico e industrializado sobre um pais pobre.
De facto, nada é tao revelador da nova era do imperialismo como a expansao do Império Americano nas regioes petroliferas criticas do Médio Oriente e da Bacia do Mar Caspio.
O poder americano no Golfo Pérsico foi limitado durante os anos da Guerra Fria devido à presenca da Uniao Soviética. A Revolucao Iraniana de 1979, perante a qual os Estados Unidos aparentemente ficaram paralisados, foi a maior derrota do imperialismo americano desde a Guerra do Vietnam. Na verdade, antes de 1989 e da ruptura do bloco soviético, uma grande guerra americana teria sido quase totalmente impensavel. Isto deixava a dominancia americana na regiao significativamente constrangida. A Guerra do Golfo de 1991, que foi executada pelos Estados Unidos com a aquiescencia soviética, marcou entao o principio de uma nova era do imperialismo americano e a expansao do poder global americano. Nao é mera casualidade que o enfraquecimento da Uniao Soviética tenha conduzido quase imediatamente a uma intervencao militar americana em escala total na regiao onde se localizava a chave do controle do petroleo mundial, o recurso mais critico e portanto crucial para qualquer estratégia de dominacao global.
Ja na Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o inicio da Segunda Guerra Mundial) foi uma guerra global centrada na Europa, que comecou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918. O conflito envolveu as grandes potencias de todo o mundo,2 que organizaram-se em duas aliancas opostas: os Aliados (com base na Triplice Entente entre Reino Unido, Franca e Império Russo) e os Impérios Centrais (originalmente Triplice Alianca entre Império Alemao, Austria-Hungria e Italia; mas como a Austria-Hungria tinha tomado a ofensiva contra o acordo, a Italia nao entrou em guerra).3 Estas aliancas reorganizaram-se (a Italia lutou pelos Aliados) e expandiram-se em mais nacoes que entraram na guerra. Em ultima analise, mais de 70 milhoes de militares, incluindo 60 milhoes de europeus, foram mobilizados em uma das maiores guerras da historia. Karem janaina 3°6

Anônimo disse...

EXPANSÃO DO IMPERIALISMO
O imperialismo foi responsável pelo neocolonialismo do século XIX. O objetivo do neocolonialismo era a repartição econômica política do mundo entre as grandes potências capitalistas.

A ideologia imperialista
A principal justificativa ideológica para o neocolonialismo do século XIX era a missão civilizadora das grandes potências que tinham por obrigação difundir o progresso pelo mundo.
Criou-se, assim, o mito da superioridade da civilização industrial do ocidente, tendo por base três elementos:
• As características biológicas do povo (raça branca)
• A fé religiosa (cristianismo)
• O desenvolvimento técnico e científico (Revolução Industrial).

Com base nessas ideias racistas e de superioridade cultural, formularam-se argumentos para justificar a exploração brutal de diferentes povos africanos e asiáticos.

A partilha da África e Ásia
A África e a Ásia foram totalmente repartidas entre as potências européias, que chegaram a se envolver em conflitos pela posse dos melhores territórios.

Conceitos
Imperialismo: É a forte influência econômica de um país rico e industrializado sobre um país pobre.
Neocolonialismo: Novo Colonialismo. Essa expressão designa a nova forma de dominação de regiões realizada pelas ricas nações capitalistas do século XIX
Colonialismo: É o domínio político formal que um país exerce sobre uma região, que é transformada em colônia e se torna propriedade desse país.
Primeira Guerra Mundial também conhecida como Grande Guerra ou Guerra das Guerras até o início da Segunda Guerra Mundial foi uma guerra global centrada na Europa, que começou em 28 de julho de 1914 e durou até 11 de novembro de 1918. O conflito envolveu as grandes potências de todo o mundo, que organizaram-se em duas alianças opostas: os Aliados com base na Tríplice Entente entre Reino Unido, França e Império Russo e os Impérios Centrais originalmente Tríplice Aliança entre Império Alemão, Áustria-Hungria e Itália; mas como a Áustria-Hungria tinha tomado a ofensiva contra o acordo, a Itália não entrou em guerra Estas alianças reorganizaram-se a Itália lutou pelos Aliados e expandiram-se em mais nações que entraram na guerra. Em última análise, mais de 70 milhões de militares, incluindo 60 milhões de europeus, foram mobilizados em uma das maiores guerras da história. A causa imediata apontada é o assassinato em Sarajevo do Arquiduque Império Austro-Húngaro Francisco Ferdinando pelo sérvio nacionalista Gavrillo Princip.
Algumas das principais causas para o início do conflito foram:2
• Imperialismo;
• Disputas prévias não resolvidas;
• Um complexo sistema de alianças;
• Governos não-unificados;
• Atrasos e discrepâncias nas comunicações diplomáticas;
• Corrida armamentista;
• Planejamento militar rígido;
• Movimentos Ultranacionalistas, como o Irredentismo
Os conflitos desencadeados na I Guerra Mundial provocaram diversas mudanças no mundo, principalmente na Europa, além das mortes e destruições, o continente ficou abatido por:
- Crescente desemprego nos países europeus, e um sentimento por parte de ex-combatentes de unidade em defesa de todos, como se todo país estivesse junto no front de batalha em prol de uma reconstrução. Este sentimento fora explorado na Itália e Alemanha pelos fascistas;
- Desvalorização do ideais liberais e democrático, um ressentimento social e político profundo, principalmente na Itália e Alemanha;
Fortalecimento do nacionalismo principalmente na Itália e Alemanha, chegando ao nível de xenofobia;
- Revolução Russa em 1917 – As contradições políticas se acentuaram na Rússia czarista, devido as primeiras derrotas do exército russo perante os alemães; não podemos afirmar que a Primeira Guerra gerou a Revolução, mas influenciou um desequilíbrio político interno naquele país;
- Emergência dos EUA como potência mundial em virtude de seu mercado expansivo mediante o declínio europeu.
Cerca de dez milhões pessoas morreram com faixa etária entre 20 e 40 anos. A I Guerra Mundial mobilizou cerca de 65 milhões de homens nos conflitos.


MANOEL n°26
3º “06” Vespertino

Anônimo disse...

O processo de Proclamação da República no Brasil se teve pelo desgaste politico sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos de seu governo.O exército brasileiro tomou a frente da campanha pela Proclamação da República,liderou o golpe fatal que determinou a queda de D. Pedro II e não contou com a participação popular pois o povo não estava ciente do que acontecia em âmbito político.
A primeira fase da república foi chamada de República da Espada em alusão ao poder exercido pelos militares.O primeiro presidente foi Deodoro da Fonseca que ameaçou tomar a capital do país e destituir o presidente da Revolta Armada,depois de nove meses renunciou e Floriano Peixoto assumiu o poder,e com isso recebeu a alcunha de Marechal de Ferro e enfrentou a segunda revolta armada.A partir daí teve início a republica oligárquica que trouxe consigo a política do café com leite que eram cafeicultores paulistas e pecuaristas mineiros que garantiam a eles vitória nas eleições.
Nessa época houve muitas revoltas como a de Canudos que eram sertanejos que desejam viver em uma sociedade igualitária sem maus tratos,já a Revolta da Chibata que consistiu em marinheiros que exigiam o fim dos castigos físicos e também o racismo.
No início do século XX a industrialização foi aparecendo timidamente no Brasil tanto que em 1917 houve uma grande greve para reivindicar melhores condições de trabalho.
A década de 20 foi um período de crise,a República Oligárquica e com isso foi houve o movimento tenentista que consiste na oposição à política nacional.
Entre 1925 e 1926 houve uma longa marcha que percorreu 25 mil km em oposição a República Oligárquica conhecida como Coluna Prestes.
Gabriella Rodrigues - 2°01(matutino)

Armando Rebelo - 2º Ano 07 disse...

Em 15 de novembro de 1889, aconteceu a Proclamação da República, liderada pelo Marechal Deodoro da Fonseca. Nos cinco anos iniciais, o Brasil foi governado por militares. Deodoro da Fonseca, tornou-se Chefe do Governo Provisório. Em 1891, renunciou e quem assumiu foi o vice-presidente Floriano Peixoto. O militar Floriano, em seu governo, intensificou a repressão aos que ainda davam apoio à monarquia.
Após o início da República havia a necessidade da elaboração de uma nova Constituição, pois a antiga ainda seguia os ideais da monarquia. A constituição de 1891, garantiu alguns avanços políticos, embora apresentasse algumas limitações, pois representava os interesses das elites agrárias. A nova constituição implantou o voto universal para os cidadãos (mulheres, analfabetos, militares de baixa patente ficavam de fora). A constituição instituiu o presidencialismo e o voto aberto.
O período que vai de 1894 a 1930 foi marcado pelo governo de presidentes civis, ligados ao setor agrário. Estes políticos saiam dos seguintes partidos: Partido Republicano Paulista e Partido Republicano Mineiro. Estes dois partidos controlavam as eleições, mantendo-se no poder de maneira alternada. Contavam com o apoio da elite agrária do país. Dominando o poder, estes presidentes implementaram políticas que beneficiaram o setor agrário do país, principalmente, os fazendeiros de café do oeste paulista. Surgiu neste período o tenentismo, que foi um movimento de caráter político-militar, liderado por tenentes, que faziam oposição ao governo oligárquico. Defendiam a moralidade política e mudanças no sistema eleitoral (implantação do voto secreto) e transformações no ensino público do país. A Coluna Prestes e a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana foram dois exemplos do movimento tenentista.
Na política do café-com-leite, a maioria dos presidentes desta época eram políticos de Minas Gerais e São Paulo. Estes dois estados eram os mais ricos da nação e, por isso, dominavam o cenário político da república. Saídos das elites mineiras e paulistas, os presidentes acabavam favorecendo sempre o setor agrícola, principalmente do café (paulista) e do leite (mineiro). Se por um lado a política do café-com-leite privilegiou e favoreceu o crescimento da agricultura e da pecuária, por outro, acabou provocando um abandono das outras regiões do país.
A política dos governadores, montada no governo do presidente paulista Campos Salles, esta política visava manter no poder as oligarquias. Em suma, era uma troca de favores políticos entre governadores e presidente. O presidente apoiava os candidatos dos partidos governistas nos estados, enquanto estes políticos davam suporte a candidatura presidencial e também durante a época do governo.
Durante os anos iniciais da República, os coronéis eram grandes fazendeiros que utilizavam seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiavam. Era usado o voto de cabresto, em que o coronel obrigava e usava até mesmo a violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos apoiados por ele. Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por capangas do coronel, para que votasse nos candidatos indicados.
Em 1930 ocorreriam eleições para presidência e, com a política do café-com-leite, era a vez de assumir um político mineiro. Porém, o Partido Republicano Paulista do presidente Washington Luís indicou um político paulista, Júlio Prestes, a sucessão, rompendo com o café-com-leite. Descontente, o PRM junta-se com políticos da Paraíba e do Rio Grande do Sul (forma-se a Aliança Liberal) para lançar a presidência o gaúcho Getúlio Vargas.
Júlio Prestes sai vencedor nas eleições de abril de 1930, deixando descontes os políticos da Aliança Liberal, que alegam fraudes eleitorais. Liderados por Getúlio Vargas, políticos da Aliança Liberal e militares descontentes, provocando a Revolução de 1930, o fim da República Velha e início da Era Vargas.

Anônimo disse...

O regime monárquico teve durante o segundo reinado o apoio de três importantes instituições, que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II, entretanto esses três grupos que até então se constituíram como pilares de sustentação do governo imperial, ficaram descontentes com a forma de governo do país e aderiram a uma nova visão, que foi a crescente campanha republicana. Essas instituições eram: Militar que ficou em oposição às ideias da monarquia, pois para o exército o país só iria para frente, governado por um militar. A igreja que esteve muito ligada ao controle do estado e exercia influências sobre as decisões politicas perderam o poder que tinham, com a monarquia no Brasil, pois cabia ao império validar ou negar as determinações do papa, prevalecendo assim à autonomia do regime imperial. Por última a instituição formada por algumas pessoas da elite que com a modernização começaram a ver tudo de outro modo, eles queriam não só a liberdade dos escravos como também a liberdade politica, isso foi também chamado de questão abolicionista. As revoltas dessas instituições levaram o governo de D. Pedro II a declinar, pois eram muitos contra ele.
Com toda essa crise política e financeira a elite cafeeira e os militares se juntaram e expulsaram a família imperial do país proclamando a república no Brasil em 15 de novembro de 1889, mais tudo isso sem que a população em geral participasse, ao escritor Lima Barreto é atribuída a afirmação: “ o Brasil não tem povo, tem público”. O povo apenas assistiu a proclamação sem nada entender e nem questionar só ouviram a derrubada do governo imperial.
Contudo isso apesar de praticamente tudo acontecer por interesse próprio da elite, pode se dizer que a proclamação é e está sendo algo benéfico ao Brasil, pois foi com essa nova forma de governo que veio a liberdade e a participação do povo na política e na escolha de seus representantes.
Por: Julie Bianca 2 ano “2” matutino

Anônimo disse...

A Proclamação da República foi um grande marco e um grande passo para a história do Brasil atual, muito mais que um simples feriado, é também lembrada pela saída da monarquia portuguesa que passava por sérias crises no território brasileiro. As contestações ao governo de D. Pedro II era provenientes de 3 grupos principais: Os militares, A igreja católica e a aristocracia rural sobre a questão abolicionista. Nesse cenário, as críticas ao sistema monárquico cresciam ao mesmo tempo em que as ideias republicanas eram difundidas na sociedade.
Na questão Militar, o exército brasileiro se fortalecera após a Guerra do Paraguai, o exército queria mais reconhecimento do governo e participação nas decisões políticas, o que a monarquia não abria mão. Na Questão religiosa, a Igreja católica perdia cada vez mais o seu poder, o que a mesma não aceitava e era subordinada ao imperador pelo sistema de Padroado e suas decisões sancionadas por D. Pedro II. Na questão abolicionista havia o descontentamento do escravista, mediante as leis contrárias à escravidão, e os de elite que consideravam a necessidade de modernização econômica que somente o regime republicano poderia efetivar. Com isso, em meio á essa situação tensa e conflituosa, a República foi proclamada em 15 de novembro de 1889, liderada pelo marechal Deodoro da Fonseca juntamente com as tropas do exército, cercaram o palácio imperial para garantir a ida forçada da família real.
Na primeira fase da República assumiu como presidente o Marechal Deodoro da Fonseca que logo conduziu o trabalho de elaboração da nova constituição para o país que estabeleceu importantes transformações políticas para o Brasil, tendo como modelo uma República Federalista em que as províncias passaram a constituir estados. Diante das crises que se passavam, Deodoro renunciou depois de ser eleito legalmente Presidente, assumindo assim o vice Floriano Peixoto conhecido como “Marechal de Ferro” que manifestou um anseio de permanecer no cargo e cumprir mandato como presidente. No final do seu mandato, Floriano entregou o cargo ao presidente eleito Prudente de Morais que era membro da oligarquia cafeeira paulista, iniciando-se assim a República das oligarquias que era uma aliança política feita entre os estados de São Paulo e de Minas Gerais que levava os seus representantes a ocuparem, sucessivamente, a presidência neste período, o que durou até a revolução de 1930, e foi marcada por revoltas, tais como a revolta da Vacina, revolta da Chibata e a mais marcante que foi a revolta de Canudos. A República Oligárquica entrou em crise, e a principal reação contra ela foi o tenentismo que questionavam o mecanismo de controle eleitoral.
Com isso, a Proclamação da República, como visto, foi conturbada, não foi algo totalmente organizado e pensado para o bem de todos e sim apenas para o bem de uns ou outros, normalmente quem tem mais poder(os de elite), o que pode-se ver até nos dias atuais.
Jobson de S. Macedo 2°. ano Sala: 2 Matutino

Anônimo disse...

Durante o reinado de D. Pedro II tinha o apoio de três importantes potencias: o Exército, a igreja e a aristocracia rural , mais com o passar do tempo eles viram que a campanha republicana tava ganhando força e passaram a apoia-lá e foi ai que começou uma "guerra" para tentar tirar D. Pedro II do poder e fazer a proclamação da república . Com isso ouve a questão militar, questão religiosa e a que fez o presidente sair do poder foi a questão abolicionista na qual visava a extinção da escravatura no Brasil no qual os cafeicultores apoiavam e os produtores não. Para eles a fonte de riqueza era os escravos. E assim o Exército tomando frente da campanha derrubou o presidente D. Pedro II em 15 de novembro de 1889. o primeiro presidente da primeira república foi marechal Deodoro no qual não ficou até o fim de seu mandato.ele renunciou . Porque as forças armadas não o apoiaram e o comando da marinha ameaçou tomar a capital. Com a renúncia do presidente, obrigatoriamente deveria ter uma nova eleição para presidente, mais não foi o que aconteceu o vice-presidente marechal Floriano quis continuar o resto do mandato como presidente no qual dividiu a opinião dos militares entre se apoiariam ou não. De um lado, os legalistas, exigindo o cumprimento da Constituição, de outro, o Partido Republicano que apoiou a permanência de Floriano na presidência logo se opôs a República oligárquica ou República do Café com Leite, A origem do termo vem dos dois estados brasileiros que manipularam a política deste período, São Paulo grande produtor e exportador de café, e Minas Gerais produtora e exportadora de leite. Neste momento da nossa república, o povo que nunca tivera participação ativa no processo político, agora estará mais alijado do que nunca das atividades e necessidades políticas.
Para manter o poder concentrado nesses dois estados, eram necessários alguns mecanismos, pois os outros setores agrários exportadores não participavam diretamente nas indicações dos presidentes. Para que os coronéis, principalmente do norte e nordeste, não atrapalhassem os interesses do sudeste brasileiro, foi criado o mecanismo que passou a ser conhecido como Política dos Governadores, houve as revoltas da Vacina, da Chibata e de Canudos .
Podemos concluir que a nossa República nasceu, cresceu e se formatou de forma elitista e excludente. Não houve em nenhum momento da história republicana brasileira um real olhar para as necessidades básicas do seu povo. Mesmo agora, que temos um Partido tido de esquerda no poder, as estruturas baseadas nas fraudes, ganhos ilícitos e corrupção não mudaram. O povo brasileiro, hoje segue, acolhendo favores populistas, tais como “Bolsas” disso e daquilo, mas sua dignidade em quanto povo, continua aviltada pelos donos reais do poder. As oligarquias burguesas que imperam no país.
Eduardo Moraes 2°. ano Sala: 02 Matutino

Anônimo disse...

Na capital brasileira (cidade do Rio de Janeiro) em 15 de novembro de 1889, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um país de regime republicano. Antes disso, nosso país era um império organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A proclamação republicana foi resultado da ação de um grupo de militares, que se colocou contra o governo imperial que era liderado por Dom Pedro II. A ação dos militares brasileiros realizou-se numa época em que os movimentos de oposição contra o império já aconteciam. No fim do século XIX, vários intelectuais e políticos acreditavam que o Império não era o melhor para o país. A ideia de um governo controlado por um imperador, portando muitos poderes, era entendida como algo que dificultava o desenvolvimento da nação. Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. Após o golpe Marechal Deodoro assumiu o comando da república brasileira e chefe do governo provisório, Floriano Peixoto foi declarado vice-presidente e teve como seus ministros Benjamin Constant, Botelho Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo.
Podemos dividir esse estudo em três importantes questões: Questão militar (onde ocorreu o confronto de ideais entre o exército brasileiro e a monarquia). Questão religiosa (o conflito da igreja com o estado onde não concordava com o padroado e o beneplácito que eram direitos garantidos ao governo). Questão abolicionista (essa foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república no Brasil).
Nesse período, essas tensões cresciam e a abolição da escravidão, decretada em 1888, acabou piorando a situação de Dom Pedro II. Os grandes fazendeiros proprietários de escravos se sentiram desamparados pela Coroa e também passaram a se voltar contra o rei. Nesse contexto de críticas e oposições, passou a correr um boato de que Dom Pedro II iria realizar uma grande reforma nas Forças Armadas, retirando da corporação os militares que se opunham ao Império.
Essa polêmica, alimentada ao longo do ano de 1889, acabou mobilizando um grupo de militares que exigiam a anulação dessa reforma. Alguns outros, já percebiam nessa oportunidade a situação ideal para impor a dissolução do Império Brasileiro. Foi entre essas duas propostas que o marechal Deodoro da Fonseca, líder do Exército, foi convocado para liderar a ação que deu fim à monarquia brasileira. No dia 15 de novembro daquele ano começava o regime republicano brasileiro.
A partir daquele momento, dava-se início a um novo tipo de governo político em nossa história. Na república, temos a organização de um governo que deveria dar mais autonomia aos estados e maior direito de participação política aos cidadãos do país. Apesar de esses serem os dois pilares do nosso regime, foram muitas ainda as lutas e transformações que viriam a garantir realmente essas duas mudanças em nossa realidade política. Ou seja, o 15 de novembro foi apenas um primeiro passo de uma longa estrada a se construir.
Após 67 anos, a monarquia chegava ao fim. No dia 18 de novembro, D.Pedro II e a família imperial partiam rumo à Europa. Tinha início a República Brasileira com o Marechal Deodoro da Fonseca assumindo provisoriamente o posto de presidente do Brasil. A partir de então, o pais seria governado por um presidente escolhido pelo povo através das eleições. Foi um grande avanço rumo a consolidação da democracia no Brasil.
Roberta Cordovil- 2° 01 (matutino)

Unknown disse...

3 ano 05
A era do imperialismo, foi o período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial que vai de 1815 a 1914. Esse período quase sem guerras, ocorreu a expansão das potencias europeias em outros continentes.Foi um período estrategicamente econômico onde o objetivo principal dos países imperialistas era o desenvolvimento e concentração de capital ,devido a necessidade de buscar novos investimentos para o capital excedente gerado na Europa, garantir o escoamento da imensa produção industrial e o fornecimento de matéria-prima. Os Estados Unidos competia de igual para igual com Inglaterra, a Franca e a Alemanha.A dominação da sociedade europeia sobre outros povos deveria ser vista como algo bom, pois os europeus estavam levando a civilização para povos atrasados . Após a Revolução Industrial ,a relação entre Ásia e Europa se alterou, a expansão da industria têxtil inglesa provocou a estagnação do artesanato asiático .Depois disso a Ásia passou de vendedora a compradora a dos produtos europeus. Já na segunda metade do século do século XVIII, a Inglaterra iniciou a colonização da Índia.O domínio britânico na Índia perdurou ate depois da Segunda Guerra Mundial.A guerra entre a China e a Inglaterra devido a questão do contrabando de ópio , depois da derrota, China se transformou em alvo de outras potencias imperialistas. Devido a exploração na China, ocorreram varias Revoltas.Depois ocorreu a conquista da África, onde o interior era desconhecido para os europeus, foram organizadas as primeiras missões religiosas e expedições exploradoras para esse continente em meados do século XIX. Em 1867, foram descobertas jazidas de diamantes do Transvaal, logo depois, importantes reservas de cobre foram encontradas no interior da futura Rodesia .Iniciou-se então a partilha do território africano.Mas não foi só na Ásia e na África que o imperialismo atuou, disputavam também o mercado que os países independentes da America Latina ofereciam.A Primeira Guerra Mundial foi um conflito imperialista ,pois o surgimento de novas potencias industriais nas ultimas décadas do século XIX, como a Alemanha e a Itália, aumentou a instabilidade econômica de países com uma tradição mais antiga de desenvolvimento. Por toda a Europa havia disseminado uma cultura militarista, uma cultura de guerra. No entanto esse espírito era mais acentuado na Franca e na Alemanha. A franca havia servido de trampolim para a unificação da Alemanha. Foi por meio da guerra com a Franca, minuciosamente planejada pelos prussianos, que os estados alemães se uniram em um só pais. Os franceses perderam a Alsacia-Lorena e sentiram-se humilhados com a derrota. Assim, desde 1870, a franca alimentava um desejo de vingança. Alem do desejo de retaliação, os franceses queriam recuperar os territórios perdidos. A Alemanha era uma ameaça que desequilibrava o jogo de forcas políticas e militares no continente europeu. Diante dessa ameaça comum, a Franca e a Inglaterra deixaram de lado as antigas rivalidades e firmaram um pacto para manter um equilíbrio dentro da Europa que garantisse a paz ou, em caso de guerra, uma forte aliança. Pouco tempo depois , a Rússia também aderiu a esse pacto. Com estas alianças, formava-se a Tríplice Entente, unindo as principais potencias europeias numa frente com o objetivo de neutralizar a Alemanha. Era a Tríplice Entente contra a Tríplice Aliança da Alemanha que havia afirmado alianças com Turquia, Austria-Hungria.No dia 4 de Agosto de 1914, iniciou-se a chamada Primeira Guerra Mundial. A guerra na Europa se desenvolvia em três frentes de batalha. Em 1917 foi o ano decisivo ,pois foi nesse ano que os operários e soldados tomaram consciência de que o conflito não era do interesse da população. Depois da Primeira Guerra Mundial, a Europa não era a mesma.

Anônimo disse...

A Proclamação da República do nosso país foi um processo bastante lerdo, em que até a sua concretização, no dia 15 de novembro de 1889, foi sendo discutida, questionada. Tudo desgastou, politicamente e socialmente, o então Imperador D. Pedro II, levando ao término do governo monárquico, e ao exílio de toda a Família Real.
Com o fim da Guerra do Paraguai, os soldados negros que receberiam a promessa de alforria, caso voltassem, ficaram indignados com o que vira, pois a escravidão ainda assolava seus parentes e a eles mesmos, sujeitos à volta para a vida escrava. Esse atrito entre Exército e Monarquia desembocou a Questão Militar.
A partir da Constituição de 1824 a Igreja Católica passou a ter menos influência e consideração nos planos estatais, levando até mesmo à vetos impostos nas receitas expedidas pelo papa, desavenças que originaram a Questão Religiosa.
A Questão Abolicionista foi o fator decisivo para findar a Monarquia. Envolveu os cafeicultores, uma parte a favor e outra contra a abolição, mas quando se falava em fim de escravidão, o que predominava era o choque de interesses.
Ainda havia a campanha pela república que, paralelamente ao confronto da monarquia com o Exército, a Igreja e os cafeicultores, manifestava-se por meio da imprensa.
A monarquia estava rematada. O governo imperial já estava abatido. O golpe fatal que determinou a queda do Imperador foi liderado pelo Exército brasileiro tomando à frente da campanha pela Proclamação da República. Nessa transição de regime político, a participação popular, da mesma forma que acontecera na Independência do Brasil, foi ausente, pois se tratava de um evento articulado e gerido pelos militares e cafeicultores.
Já que o nosso Exército foi diretamente o responsável pelo fato, era natural que os primeiros presidentes do governo republicano fossem militares. O primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca que elaborou a primeira Constituição republicana, ressaltando o regime federalista e dando mais autonomia às não mais províncias, e sim Estados.
Deodoro não recebeu total apoio dos congressistas, o que dificultou o seu governo, provocando um conflito entre Presidência e Congresso. O presidente tentara instalar uma ditadura fechando o Congresso Nacional, fato que as forças armadas não admitiam. Deodoro, frente à Revolta da Armada, renunciou não terminando o seu mandato, mas evitando uma possível guerra civil. Assumiu o vice-presidente.
Marechal Floriano Peixoto assumiu a Presidência de forma à contrariar a Constituição, levando novamente à uma reação da Marinha brasileira que não aceitava a postura ditatorial de Floriano. O “Marechal de Ferro” enfrentou a segunda Revolta da Armada e também os federalistas que exigiam um governo descentralizado, conflito que se estendeu até o governo de Prudente de Moraes.
Terminada a fase da República da Espada iniciou o Período da República Oligárquica ou República Velha na qual marca a alternância do poder entre os estados de São Paulo e Minas Gerais, era a famosa política do café com leite. A política dos governadores começou a se manifestar no mandato do paulista Campos Sales. Consistia em trocas de favores entre o governo federal e os governos estaduais.
A Revolta de Canudos no Sertão Nordestino, a favor de uma comunidade igualitária, a Revolta da Vacina devido à insatisfação da população e a Revolta da Chibata contra o tratamento na Marinha marcaram a República Velha. Esta chegou ao fim quando o presidente paulista Washington Luís não indicou à presidência um representante de Minas Gerais, deixando os demais descontentes levando à Revolução de 30, iniciando a Era Vargas.
Gustavo Ramos 2º 07 (vespertino)

Anônimo disse...

Para compreendermos melhor o processo da Proclamação da República, podemos dividir em 03 questões: Questão Militar, Questão Religiosa e Questão Abolicionista. Na primeira, houve o confronto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. Na segunda, tratava-se mais sobre o conflito entre o Imperador e a Igreja. E já na última, a libertação dos escravos. Com esses fatores, o exército brasileiro, tomando a frente da campanha pela Proclamação da República, liderou o golpe fatal que resulto na queda do Imperador D. Pedro II. Este evento não contou com a participação popular, pois foi articulado e conduzido pela elite cafeeira e pelos militares. A primeira fase do governo republicano é denominado de República da Espada (1889-1894) e seu primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, que não cumpriu todo o seu mandato e renunciou, assumindo o cargo o vice presidente, o Marechal Floriano Peixoto. O governo do Marechal Deodoro da Fonseca durou apenas 09 meses. Ele era extremamente autoritário e tentou dar um golpe militar, já querendo implantar uma ditadura no país. Foi deposto pelo almirante Custódio de Melo, que ameaçou bombardear a capital do Rio De Janeiro caso ele não renunciasse (1ª Revolta Armada). Após a renúncia de Deodoro, assume a presidência Floriano Peixoto, apelidado de Marechal de Ferro, dada a forma implacável com que ele perseguiu seus opositores: aposentou generais, prendeu militares, jornalistas e qualquer um que estivesse em seu caminho. Ele deveria cumprir o artigo constitucional e convocar as eleições presidenciais, mas ele manifestou o anseio de permanecer no cargo e cumprir o seu mandato como presidente, o que gerou uma divisão de opiniões entre os militares. Enfrentou a 2ª Revolta da Armada e conseguiu vencer e o seu mandato também foi marcado pela eclosão da Revolução Federalista no Rio Grande Do Sul. Após esses dois mandatos exercidos por militares, iniciou-se o período da República Oligárquica cafeeira (1894-1930), prevalecendo os interesses da oligarquia cafeeira, destacando se nesse período a política do Café com Leite, assim denominada pois os cafeicultores de São Paulo e Minas Gerais (produção de leite) se revezavam na presidência. O segundo presidente civil, o paulista Campos Sales, foi o responsável pela Política dos Governadores. Neste período ocorreram muitas revoltas, como a Guerra de Canudos, a revolta da Vacina e a Revolta da Chibata, sendo estas as mais importantes. A principal reação contra a República Oligárquica foi dos militares em uma série de revoltas, e esse movimento foi denominado de Tenentismo. O primeiro grande movimento contra o governo, que teve a participação maciça dos jovens e cadetes da escola militar foi chamada de Revolta dos 18 do Forte. Tendo também o maior movimente de oposição à Republica Oligárquica liderada por Luís Carlos Prestes, denominada Coluna Prestes. O principal objetivo desta marcha que percorreu mais de 25 mil quilômetros foi a revolta contra as ultrapassadas estruturas da República Oligárquica e foi também um movimento de luta pela moralidade política, diante das constantes fraudes eleitorais típicas daquele período.

Maureen Rebelo 2º Ano 1

Cassianne Muniz disse...

A primeira guerra mundial foi marcada por conflitos, desigualdades sociais, a busca pelo poder e a competição econômica entre os países.
Houve duas alianças: a " Tríplice Aliança" e a "Tríplice Entente".
As causas da guerra foi a disputa acirrada pelo mercado os países começaram a investir em tecnologia de guerra.
Em 1917 os Estados Unidos decidiram entrar na guerra. Eles se posicionaram ao lado da "Tríplice Entente" já que tinham acordos comerciais milionários envolvidos com países como Inglaterra e França.
A partir dai foi feita " TRATADO DE VERSALHES" que impôs aos derrotados fortes restrições.
A guerra trouxe varias consequências:
.Famílias destruídas
.O E.U.A vieram a se tornar o país mais rico
. Aumento de desemprego na Europa
IMPERIALISMO trata-se de uma politica de expansão territorial. Basicamente os países imperialista buscavam três coisas: Matéria-prima, Mercado consumidor e Mão-de Obra.
A concepção imperialista provocou muitos conflitos na guerra.
Assim no final do século XIX e no começo do século XX os países imperialista se lançaram numa louca conquista global.
Essa rivalidade se tornou o principal motivo da primeira guerra mundial dando principio a " Nova era Imperialistas" onde os E.U.A se tornaram o centro do imperialismo mundial.


Cassianne Muniz 3 ano 3 =)

Anônimo disse...

A era do imperialismo: Uma nova etapa de expansão capitalista.
A primeira guerra mundial.

No século xix, as potencias da Europa ocidental promoveram, uma expansão imperialista pela África, Ásia e Oceania. Essa expansão europeia foi uma das grandes marcas desse período.
Crescimento capitalista: Europa e nos EUA expansão capitalista pode ser vinculada ao grande desenvolvimento técnico e científico, registrado nesse período (1850-1900), que ficou conhecido como segunda revolução industrial.
Esse período é marcado pelo surgimento de novas tecnologias que aceleram a produção e reduziam o custo, aumentando o lucro e aconteceu a diminuição de mão de obra.
O capitalismo: o capital é um dos fatores de produção utilizados na produção de bens e serviço. Ele pode ser classificado em capital físico, capital humano e capital financeiro.
O sistema capitalista apresentou grande dinamismo ao longo de sua historia. Com o tempo, sobrepôs-se a outras formas de produção, até se tornar hegemônico, o que ocorreu em sua fase industrial considerando seu processo de desenvolvimento.
O resultado da colonização: no final do século XIX, praticamente todo mundo estava dividido e denominado pelas potencias imperialista da Europa ocidental.

A primeira guerra mundial.
Aconteceu entre os anos de 1914 a 1918, porem tempos antes principalmente entre os anos de 1870 e 1914, o mundo vivia uma grande euforia que ara conhecida como Bélle Époque (bela época). Era o período em que se experimentava um grande progresso tanto no campo econômico quanto no tecnológico. Os países ricos viviam momentos de esperança, crentes de que iriam impor seus desejos aos países mais pobres.
Causas: com a disputa acirrada pelo mercado mundial, foram surgindo os primeiros sinais de que uma grande guerra estaria por vim. Os países da Europa começaram a investir em tecnologias de guerra, engrossando as fileiras de exercito. Além disso foi desenvolvido uma política que ficou conhecida como “política das alianças”.
A guerra: com a guerra tendo iniciado alguns dos primeiros ataques aconteceram contra o continente africano e no oceano pacífico, onde haviam colônias e territórios ocupados.
Depois de fim da guerra foi feito o TRATADO DE VERSALES que impôs as derrotas dos fortes restrições, fazendo com que, por exemplo, a Alemanha reduzisse seu exercito, que fosse mantido um controle sobre a industria bélica do pais.

Resumo das consequências.
Centenas de famílias destruídas.
Os EUA vieram a se tornar o pais mais rico do mundo.
Aumento do desemprego na Europa.

Vando da Costa 3 ano 01

Anônimo disse...

O Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas. O imperialismo contemporâneo pode ser também denominado como neocolonialismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XIX, o colonialismo. Esta prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no início do século XX.E A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerra das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.No início da guerra (1914), a Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha caráter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França fizeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritréia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial.Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da Revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participavam na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino da guerra e garantindo a vitória da Tríplice Entente.

Anna Júlia Cavalcante-3ano 03 Matutino.

Reyner Alegria disse...

A Proclamação Da República aconteceu em decorrência da crise do poder imperial. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.
Mesmo buscando uma posição política solida, Dom Pedro II não conseguia conciliar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão política. Os republicanos, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade necessária dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam com a divisão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.
Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.
A Igreja, setor de grande influência, também passou a engrossar a fila daqueles que falavam mal do poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os Religiosos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.
Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país.
Nos fins de 1889, sob fortes suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.

Reyner Carlos S. Alegria 2º "04"

Anônimo disse...

O movimento proclamação da república consiste quando o Brasil deixa de ser imperial e passa a ser República Federativa. O seu dia 15 de novembro de 1889 feito por Marechal Deodoro da Fonseca na cidade do Rio de janeiro. Após o ultimo abalo contra a monarquia que foi o fim da escravidão, o império perde o auxilio dos escravocratas que aderem a República. Assim civis militares e os republicanos históricos partem para cima do império. A nova implantação foi feita por que o Brasil estava entrando em crise, e ai precisavam de um novo governo que fosse capaz de levantar as questões sociais, politicas e econômicas do país. A crise da monarquia estava ligada a vários fatores, sendo eles: com o descontentamento da igreja católica com Dom Pedro segundo pela intervenção de Dom Pedro nos assuntos da igreja foi o primeiro fator para que a crise começasse a acontecer (Questão Religiosa). O segundo veio através de critérios feitos pelos integrantes do exercito pela corrupção que estava acontecendo na corte real. E também por que os militares não podiam se manifestar na imprensa em uma autorização do ministro da Guerra (Questão Militar). O terceiro vem devido a grande expansão da classe media no mercado consumidor, os vendedores necessitavam de mais espaço e queriam mais liberdade nas grandes reuniões nos assuntos tratados do país. Mas como isso não aceita os comerciantes começaram a apoiar o fim do império, todas as pessoas de classe media, jornalistas, artísticas, os comerciantes, os jovens estudantes, funcionários públicos e profissionais liberais. O quarto e ultimo fator se deu por causa da falta de apoio dos comerciantes rurais que necessitavam de mais espaço e que queriam mais poder politico já que com suas terras tinham bastante poder econômico. Com o adoecimento de Dom Pedro tudo ficou muito ruim, pois ele já não tomava mais decisões politicas e com isso o movimento ganhava força no Brasil. E foi no dia 15 de novembro de 1889 que Marechal demitiu todos os membros do conselho de ministro e o presidente, lembrando que isso foi com o apoio dos republicanos. E apenas depois e 67 anos a monarquia teve fim e com a família imperial e Dom Pedro partiam rumo a Europa e deixando Marechal como presidente da República. A primeira republica corresponde ao período que marcou o fim do império. A primeira republica, também conhecida como republica velha, constitui a primeira fase da organização republicana nacional. Entre o fim do império e a posse da presidência por Prudente de Morais, em 1894, militares ocuparam o cargo de líder na primeira republica. O primeiro foi Marechal Deodoro da Fonseca, presidente interino desde a proclamação da republica. Deodoro da Fonseca renunciou em 1891, quando o vice-presidente marechal Floriano Peixoto assumiu a presidência ate 1894, encerrando o período conhecido como republica da Espada. A adoção do presidencialismo e do federalismo como forma organizativa do Estado foram as principais características da Constituição de 1891, que foi marcado por conflitos militares, as revoltas foram contidas e a estrutura liberal do estado foi consolidada, o que possibilitou a transição para o poder civil. O presidente Prudente de Morais foi o primeiro presidente civil. A politica do café com leite, assim chamada em decorrência da aliança nas indicações para presidentes entre São Paulo e Minas Gerais, principais produtores de café e leite, respectivamente, foi o auge da ordem oligárquica. Para manter essa alternância o presidente Campos Sales (1898-1902) realizou uma costura politica, a politica dos governadores, que proporcionou apoio regional ao poder executivo federal e fortaleceu os coronéis oligarcas regionais. É desta aliança que surgiu o coronelismo que marcou a pratica politica no interior do Brasil ate a segunda metade do século XX.
Bruna Martins 2° 04 Matutino

Reyner Alegria disse...

A Proclamação Da República aconteceu em decorrência da crise do poder imperial. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.
Mesmo buscando uma posição política solida, Dom Pedro II não conseguia conciliar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão política. Os republicanos, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade necessária dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.
Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam com a divisão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.
Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.
A Igreja, setor de grande influência, também passou a engrossar a fila daqueles que falavam mal do poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os Religiosos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.
Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país.
Nos fins de 1889, sob fortes suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.


Reyner Carlos S. Alegria 2º "04"

Anônimo disse...

A republica foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, mas a mudança de regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado.
O regime monárquico teve, durante o Segundo Reinado(1840-1889)o apoio de três instituições que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II: o exército, a igreja e a aristocracia rural. Entretanto, nas ultimas décadas do século XIX, estes três grupos, ficaram descontentes com a monarquia e aderiram, por diferentes razões, à crescente campanha republicana. Por tanto para compreendermos o processo de Proclamação da Republica no Brasil, devemos analisar o desgaste político sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos de seu governo, que podem ser divididos em três questões: Militar, Religiosa e Abolicionista.
Chamamos de Questão Militar o confronto de ideias entre o exercito brasileiro e a monarquia. De um lado o exercito nacional mostrava-se fortalecido após a Guerra do Paraguai, de outro o monarca encontrava-se desprestigiado em função da crescente campanha republicana. A partir de 1870, o exercito começou a exigir participação mais ativa na política do país e sentindo-se excluídos da política imperial e influenciados pelos regimes republicanos, os militares tornaram-se defensores da república. Eles acreditavam que somente um governo forte, comandado por representantes do exercito, poderia acabar com os privilégios da minoria ligada á Corte imperial e promover o processo e o desenvolvimento do país.
Não bastasse a perda do importante apoio do exercito nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgastante conflito com a Igreja Católica, denominada Questão Religiosa.
Durante a monarquia, a igreja esteve muito ligada ao Estado, exercendo influencia sobre as decisões politicas do governo imperial. No entanto, a Constituição de 1824 garantia ao Estado a possibilidade de submeter á decisão do governo qualquer lei ou determinação enviada pelo Papa ao Brasil. Ao governo brasileiro eram garantidos dois direitos com os quais a Igreja não concordava: o padroado e o beplácito. Dessa forma, cabia ao Império validar ou negar as determinações do papa, conforme o interesse do governo.
O problema se agravou quando decretada pelo papa Pio IX, membros do clero e católicos em geral foram proibidos de pertencer a maçonaria. A situação levou o membro da maçonaria e presidente do Conselho de Ministros de D. Pedro II José Maria da Silva Paranhos a vetar a lei imposta pela igreja.
Outro fator que constituiu para o enfraquecimento politico do Segundo Reinado e consequente a queda da Monarquia foi a chamada Questão Abolicionista. Essa foi uma crise decisiva no processo de transição da monarquia para a república no Brasil.
As pressões da Inglaterra exigindo abolição, somada a chegada dos imigrantes, foram fatores importantes para que a escravidão fosse gradativamente extinta do Brasil.
As pressões da Inglaterra exigindo a abolição, somada a chegada de imigrantes europeus , foram fatores importantes para que a escravidão fosse gradativamente extinta do Brasil. Entretanto quando o assunto era a libertação dos escravos, predominava o choque de interesses. Opiniões controversas a respeito da abolição contribuíram para que ela se constituísse em um dos motivos da crise do governo imperial.
Diante da crise politica, foi difícil para o governo imperial lutar pela manutenção da monarquia; o exercito brasileiro, tomando a frente da campanha pela Proclamação da Republica, liderou o golpe fatal que determinou a queda do imperador D. Pedro II em 15 de novembro de 1889.
O episodio da Proclamação da Republica não contou com a participação popular. Tratou-se um evento articulado conduzido pela elite cafeeira e pelos militares sem qualquer envolvimento do povo brasileiro.
Aluna: CAROLAINE DE OLIVEIRA 2 ANO ‘2’

zeina coelho disse...

No início do século XX, vários problemas atingiam as principais nações europeias. Alguns países estavam infelizes com a partilha da Ásia e África, que ocorreu no final do século XXI. Alemanha e Itália exigiam o processo neocolonial, mas ficaram de fora do mesmo. Por outro lado França e Inglaterra exploravam diversas colônias ricas em matérias primas e com isso um grande mercado consumidor.
A Alemanha representava uma ameaça para as potências e com isso França e Inglaterra resolveram se unir para opor-se ao poder alemão.
Os fatores que geraram a grande guerra foram o imperialismo econômico: ( disputas entre nações pelos novos mercados consumidores), política de aliança: iniciada por Bismarck para isolar a França, acabando por formar dois blocos opostos, crise do Marrocos: entre Alemanha e França pela posse dessa colônia.
Havia, entre duas nações poderosas da época uma rivalidade muito grande. O início da grande guerra resultou no assassinato de Ferdinando príncipe do império Austro-Húngaro, durante sua visita a Sara Vejo. Durante o conflito mundial os países europeus começaram a fazer alianças políticas e militares. O Brasil também ajudou enviando para os campos de batalha enfermeiros e medicamentos para ajudar os países da Tríplice Entente.
Em 1917, ocorreu um fato histórico de suma importância, a entrada dos EUA no conflito, eles entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente Inglaterra e França.
Este fato marcou a história da Tríplice Entente, forçando os países a firmarem a rendição. A guerra ocasionou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos. Destruiu campos agrícolas e indústrias, além de provocar grandes danos econômicos.
Zeina Coelho 3 ano 3

Anônimo disse...

Thiago Rabelo Simões Martins – 3º ano “6”

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Capitalismo

No fim do feudalismo e instauração do capitalismo, ocorre a Revolução Comercial. Nessa revolução a Europa tenta expandir seu mercado até a Índia. Nessas tentativas foi descoberta a América o que causa o colonialismo americano. A colonização é um processo de dominação total, ou seja não só econômica, mas religião, cultural, política, etc. Esse sistema manteve o Capitalismo Mercantil, no entanto no século XIX ocorrem mudanças, na Inglaterra começa a Rev. Industrial, baseada no sistema fabril, que consegue produzir grandes quantidades a preços menores. É a marca da transição de manufaturas para maquinofatura.

Posteriormente a revolução se espalha pro resto da Europa, esse processo é chamado de II Revolução Industrial. Essa revolução é caracterizada pelo grande progresso científico, o desenvolvimento dos meios de transporte e comunicação e a concentração do capital, com a criação de monopólios. Esse grande progresso influenciou os hábitos das pessoas, os centros urbanos representavam a modernidade, foi criada uma ilusão de que a humanidade vivia um avanço ininterrupto e essa época foi chamada de Belle Époque.

Nessa época houve também a fusão de capitais, bancário e industrial, e surgiu então o Capitalismo financeiro.

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I Guerra Mundial

Antecedentes:

Deslocamento do eixo econômico mundial - EUA, Alemanha e outros países se industrializam.
Disputas coloniais
Crescimento do Nacionalismo - revanchismo francês, pan-eslavismo (união dos países eslavos), pangermanismo (união e anexação de todos os alemães e países onde eles estavam)

Política de Alianças:

São formada alianças entre o séc. XIX e o XX, são elas:

Tríplice Aliança: Alemanha, Áustria-Hungria, e Itália
Tríplice Entente: França, Inglaterra e Rússia. ( Se unem contra a Alemanha)

Estopim:

Crise Balcânica: Áustria-Hungria toma a Bósnia, e a Sérvia temia que seria a próxima. O herdeiro do trono austo-húngaro, visita a Bósnia e sofre dois atentados, um deles da errado e o outro acaba o matando. Os assassinos eram sérvios, e tentavam com o assassinato de Francisco Ferdinando, desestabilizar a política da Áustria e não ser anexados. No entanto quando a culpa da sérvia é descoberta, a Áustria-Hungria manda um ultimato, que é ignorado pois a Sérvia contava com o apoio da Russia, por causa do pan-eslavismo. Um mês após o atentado a guerra é declarada e o sistema de alianças é ativado.

A Guerra:

A primeira fase da guerra é marcado por um rápido avanço das tropas, principalmente alemãs.

No entanto na segunda fase, esse avanço passa a ser mínimo. Foi uma fase longa, sangrenta e desgastante, que não obteve nenhum resultado prático para nenhum país.

Em 1917, a Rússia se retira da guerra por causa da Rev. Socialista que ocorriam internamente. E os EUA entram na guerra ao lado da entente, o que é fundamental para a vitória dessa.

Desfecho:

Com o fim da guerra o presidente americano sugere que para negociar a paz, devia ser criada a Liga das Nações, e declarar um fim sem vencidos ou vencedores. Paris, França e Inglaterra descartam a segunda proposta e no Tratado de Versalhes (1919) declaram a Alemanha a única culpada pela guerra, e derrotada, fazem com que essa perca territórios e desmilitarize.

Anônimo disse...

A Proclamação da Republica ocorreu no dia 15 de Novembro de 1889, esse período monárquico esteve durante o Segundo reinado por volta ( 1840-1889).
O governo do imperador D. Pedro II teve três importantes instituições que apoiaram a sustentação politica do seu governo que foi o: exército, igreja e a aristocracia, com isso a proclamação teve três questões, a questão militar que foi o confronto das ideias entre o exército brasileiro, a questão religiosa foi a importante perda do apoio do exército nacional, e a questão abolicionista que foi o enfraquecimento do Segundo Reinado e a queda da Monarquia.
Da forma como já ocorreu no processo de Independência do Brasil, a Proclamação da Republica não contou com a participação da população, foi um evento articulado e conduzido pela elite cafeeira e pelos militares sem qualquer envolvimento da população que não sabia o que estava acontecendo. A primeira fase do governo republicano ficou conhecida como Republica da Espada, em poder exercido pelos militares.
O primeiro presidente do novo regime assumiu o governo de Marechal Deodoro que renunciou seu cargo, por não cumprir todo seu mandato, e o vice-presidente marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto.
Depois dos dois primeiros mandatos presidenciais, que foram exercidos por militares, começou o período da Republica Oligárquica, prevalecendo os interesses da oligarquia cafeeira durante as três primeiras décadas do século XX. Uma das principais características da República Velha ou Oligárquica foi a alternância de presidentes no poder que representava as duas mais influentes oligarquias e os mais ricos do país que eram São Paulo e Minas Gerais, que eram a famosa politica do café com leite.
O rio de janeiro necessitava de melhores condições de estrutura para superar os graves problemas de saúde que estavam prejudicando a vida do povo naquela época, sendo assim a população foi obrigado a tomar uma vacina, que não tinham nenhuma informação dos efeitos que ela tinha, esse período ficou conhecido como a Revolta da vacina.
Por volta do século XX o Brasil procurou desenvolver uma economia industrial que predominasse a agricultura cafeeira, mesmo o Brasil ainda tendo sua economia voltada para a produção agrícola começava a crescer e os resultados desse processo foi o surgimento da organização dos proletários e dos primeiros movimentos políticos da classe operária.
Anos mais tarde Dom Pedro acabou ficando doente, já não tomava nenhuma decisão politica, com isso o movimento acabou ganhando força no Brasil. A família imperial e Dom Pedro saíram , rumo a Europa, e Marechal Deodoro assim ficando como presidente da República , e começando assim as eleições por votos.
Philippe Andrade 2º Ano “6” Vespertino

Neto Marques disse...

Os passos para a guerra.
O imperialismo exercido pelas nações mais desenvolvidas a nível político gerou uma tensão permanente entre as potências, dada a repartição desigual das zonas de influencia. Essas tensões provocaram rupturas no equilíbrio europeu, impossíveis de serem contornada pela via diplomática levando os próprios a desencadearem uma corrida armamentista, resultando no primeiro conflito armado em escala mundial “a Primeira Guerra Mundial”.
O mundo encontrava-se dividido e submisso às grandes potências européias e aos Estados Unidos. Não existiam mais territórios sem dono e as grandes potências brigavam entre si na tentativa de expandir suas áreas de dominação econômica e política. Está guerra recebeu esse nome porque pela primeira vez na história um conflito envolveu quase todo o planeta se justifica pelas proporções bélicas e pela destruição devastadora causada pelas novas tecnologias.
Os países viviam um momento de grande tensão, pois as seis maiores potencias européias estavam prontas para a guerra, faltava apenas um pretexto para o inicio de um confronto e este surgiu no dia 28 de junho de 1914, quando um estudante sérvio pertencente a uma sociedade secreta denominada “Mão Negra” assassinou a tiros o herdeiro do trono austro-húngaro, o arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa na capital da Bósnia Sarajevo.
O conjunto de decisões impostas a Alemanha provocou uma intensa reação das forças políticas que se organizaram na Alemanha, pois os alemães consideraram injustas, vingativas e humilhantes as condições do Tratado de Versalhes. O sentimento de ódio nutrido pelo povo alemão contribuiu para a eclosão de outro terrível conflito, a Segunda Guerra Mundial.
A guerra marcou também o surgimento de diversos novos países, como a Iugoslávia, a Hungria, Tchecoslováquia e a Polônia. Depois de assinada a paz com os russos, os alemães concentraram suas forças na frente ocidental. A essa altura o uso de armas como os tanques e aviões mudaram radicalmente as táticas de combate. Os tanques rompiam facilmente as trincheiras, abrindo caminho para que a infantaria penetrasse em território inimigo.
Entre março e junho de 1918 os alemães lançaram mão de todo seu poderio militar contra a Entente, nesse ínterim sob intenso fogo do inimigo os alemães começaram a perder aliados. No segundo semestre de 1918 a Alemanha estava sozinha e sua situação tornou-se insustentável, isolada e sem condições de manter-se na guerra acabou assinando um armistício*, no dia 11 de novembro de 1918, em situação bastante desvantajosa.
A Primeira Guerra Mundial trouxe outras consequências das quais apontamos as mais importantes: 9 milhões de mortos e 40 mil feridos e mutilados. Aparecimento de regimes políticos autoritários como o nazismo e o fascismo. Criação das Ligas das Nações em 28 de abril de 1919.

Rafaelle Tavares 2 Ano 4 disse...

A programaçao da república ocorreu em 15 de novembro de 1889, quando ocorreu a forma republicana federativa no Brasil. A primeira guerra havia acontecido por que buscavam por mercados colonias, isso foi um conflto praticamente mundial ocorrido no ano de 1914 de agosto a 11 de novembro de 1918. A programação havia sido liderado por Marechal Deodoro da Fonseca, na cidade do Rio de Janeiro que havia um papel fundamental para a historia do Brasil que resultou na extencao do Imperio.
A primeira guerra mundial foi essencialmente um conflito imperalista, marcando uma época em que a economia e a república tinham se fundido num so movimento. No inicio do período republicano, teve como seu primeiro presidente um militar, que era o Marechal que liderava o golpe contra o imperador Dom Pedro II. Quando esse período havia chegado ao fim, inciava-se a Oligarquia Cafeeira, pois prevaleceram durante as tres primeiras décadas do século XX.
- Rafaelle Tavares, 2 Ano 4 Matutino

Mikael das Merces disse...

Uma guerra pela paz.
Após a segunda guerra mundial, países que compunham a tríplice aliança e entente com a necessidade de obter mão de obra, matéria prima e mercado consumidor, resolveram fazer uma divisão dos continentes Asiáticos, Africanos e Americanos entre eles para essa exploração que foi chamada Imperialismo. Mas, alguns países como a Alemanha e Itália não se beneficiaram tanto quanto as demais, ficando com as piores terras e um sentimento de revolta.
Com o domínio das regiões ficou mais fácil o mercado econômico de cada país reinar e prosperar sem ter que gastar tanto já que a matéria prima era extraída diretamente da região onde se fixaram e a mão de obra era escrava ou de pouquíssimo custo. Mas com o intuito de sempre ter bons lucros eles resolvem investir nas terras e escoar o excesso populacional de seu país, europeus em busca de uma vida melhor e riquezas saiam de suas cidades natais para tentar a vida nesse polo econômico.
Enquanto uns prosperavam, descontentamento ítalo-germânico continuava permanecendo até o começo do século XX sendo um dos principais motivos da guerra, pois estas duas nações queriam mais territórios para explorar e aumentar seus recursos. Com isso a partir deste século houve grande preocupação para a fabricação de armamento sendo a prioridade dessas potencias para um eventual combate.
Francisco Ferdinando, possível herdeiro do Império Austro-húngaro foi Assassinado em Sarajevo, capital da Bósnia, território da Servia Aliada da Rússia. Quando houve uma declaração de Guerra, tropas russas foram direcionadas para defesa do território amigo. Como o compromisso das tríplices aliança e entente é uma garantia apoio às demais no caso de algum ataque de duas ou mais potências sobre uma das partes. Todos os países tiveram que se unir gerando a primeira guerra mundial.
Após a guerra uma crise abalou a Europa, onde houve um alto numero de mortos e a economia quase insistente, esse período durou até a próxima guerra. Mas houve um grande benéfico para os Estados Unidos e Japão que se mantiveram longe dos conflitos, sua economia cresceu e seu mercado estava evoluindo. A Primeira Guerra Mundial foi o prenúncio da crise total que se abateu sobre o continente europeu, mas provocou o aparecimento de uma nova forma de sociedade, a socialista.

Mikael das Mercês, 3° 2.

Anônimo disse...

Artigo de Opinião
Titulo: Proclamação da República
A república foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, mas a mudança de regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado. Portanto, tal período foi marcado, politicamente, pelo fortalecimento das campanhas abolicionista e republicana. Nessa época, o imperador D. Pedro II perdeu importante apoio de setores influentes da sociedade brasileira e enfrentou a crise do regime monárquico. O regime monárquico teve, durante o segundo reinado (1840-1889), o apoio de três instituições que sustentaram politicamente o governo do Imperador D. Pedro II: o exército, a igreja e a aristocracia rural (elite cafeeira). Entretanto, nas últimas décadas do século XIX, estes três grupos, que até então, se constituíram como os pilares de sustentação do governo imperial, ficaram descontentes com a monarquia e aderiram, por diferentes razões, à crescente campanha republicana. Assim, para compreendermos o Processo da Proclamação da Republica no Brasil, devemos analisar o desgaste político sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos de seu governo. Para tanto, podemos dividir nosso estudo em três questões: militar, religiosa e abolicionista. Chamamos de questão militar o confronto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. De um lado, o exército nacional mostrava-se fortalecido após a guerra do Paraguai (1864-1870), de outro, o monarca encontrava-se desprestigiado em função da crescente campanha republicana. A partir de 1879, o exército começou a exigir participação mais ativa na política do país. Entretanto, a política centralizada que caracterizava a monarquia não permitia grande influencia militar nas decisões do governo imperial. Foi no contexto de antagonismo entre o exército e a monarquia brasileira que a campanha republicana se consolidou cada vez mais. Sentindo-se excluídos na política imperial e influenciados pelos regimes republicanos seguidos pelos demais países da América, os militares tornaram-se defensores da republica. Eles acreditavam que somente um governo forte, comandados por representantes do exército, poderia acabar com os privilégios da minoria ligada à Corte imperial e promover o progresso e o desenvolvimento do país. Não bastasse a perda do importante apoio do exército nacional, D. Pedro ainda enfrentou um desgastante conflito com a igreja Católica, denominada Questão Religiosa. Outro fator que contribuiu para o enfraquecimento político do Segundo Reinado e a consequente queda da monarquia foi a chamada Questão abolicionista. Essa foi uma crise decisiva no processo de transição na monarquia para a república no Brasil. Pelo fato de o exército brasileiro ter sido diretamente responsável pela instauração do regime republicano no país, era natural que os primeiros presidentes governarem a recém-instalada república fossem militares. A primeira fase do governo republicano, portanto, é denominada pela historiografia de republica da espada (1889-1894) em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período. Uma das principais características da republica velha ou oligárquica foi a alternância no poder entre presidentes que representavam as duas mais influentes oligarquias e dois dos estados mais ricos do país naquela época: São Paulo e Minas Gerais, era a famosa política do café com leite.
Albert Lopes Amazonas 2 01 Matutino

Wanderley Junior 3° 06 disse...



A Era do Imperialismo: uma nova etapa da expansão capitalista.
Grande crescimento da economia capitalista
Na segunda metade do século XIX, a economia capitalista entrou num período de grande crescimento, tanto na Europa como nos Estados Unidos da América.
Reflexos desse crescimento O crescimento econômico refletiu-se na ampliação do comércio mundial e no enorme acúmulo de capitais entre os empresários das grandes potências. Calcula-se que 80% do capital mundial concentrou-se em poucas nações ricas, como Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos.
Segunda Revolução Industrial A expansão capitalista estava ligada ao grande desenvolvimento técnico e científico registrado nesse período (1860-1900). Esse extraordinário desenvolvimento técnico costuma-se ser denominado Segunda Revolução Industrial. As possibilidades de aumento da produção econômica, decorrentes da Segunda Revolução Industrial, estimularam a ambição da poderosa burguesia das grandes potências. O capitalismo financeiro e monopolista
A nova fase da economia capitalista foi marcada pela concentração econômica da produção e do capital em torno de grandes empresas ou associações de empresas.
Como ocorreu essa concentração econômica Grande crescimento da economia capitalista Na segunda metade do século XIX, a economia capitalista entrou num período de grande crescimento, tanto na Europa como nos Estados Unidos da América. Reflexos desse crescimento O crescimento econômico refletiu-se na ampliação do comércio mundial e no enorme acúmulo de capitais entre os empresários das grandes potências. Calcula-se que 80% do capital mundial concentrou-se em poucas nações ricas, como Inglaterra,
A Primeira Guerra Mundial: o conflito imperialista
O final do século XIX e a 1ª década do século XX na Europa, foram marcados por um clima de confiança e otimismo. Os homens da época tinham a sensação de que a Europa teria o domínio definitivo sobre todos os continentes. Porém, por trás dessa aparência de tranqüilidade estavam presentes graves problemas econômicos.
Em 1871, a Alemanha se tornou um país unificado, essa unificação se completou depois que os alemães derrotaram a França na Guerra Franco-Prussiana. Como conseqüência, a França foi obrigada a entregar a região de Alsácia-Lorena, fato que levou os franceses a quererem vingança.
Das rivalidades entre essas várias potências, surgiram dois sistemas de alianças. O que unia esses dois blocos era a existência de inimigos comuns:
• Tríplice Entente (Inglaterra, França e Rússia)
• Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro – Húngaro e Itália)
O Tratado de Versalhes colocou de lado o “Programa dos 14 Pontos” e os “vencedores” impuseram duras penalidades à Alemanha:
• A Alemanha perdeu suas colônias
• Ficou proibida de ter forças armadas
• Foi considerada culpada pela guerra
• Teve que pagar uma indenização aos “vencedores”

Anônimo disse...

Artigo de Opinião
Aluno: Airton Lopes Amazonas Nº: 02
Serie: 3° ano 07
Titulo: Imperialismo e Primeira Guerra Mundial
Bem, falar de Imperialismo todo mundo pensa em colonização e quando é em Primeira Guerra Mundial já é no Hitler e o Nazismo, de fato, o Imperialismos foi voltado mas para a revolução de maquinas e foi justo no inicio da Primeira Guerra Mundial, onde a Alemanha era temida por outros estados, essa revolução foi a criação do capitalismo onde objetivo era o lucro para a capital, com o passar do tempo já havia muito comercio e pouca renda então começaram a criar o truste, cartel, oligopólio, entre outros .Mas vamos falar do que aconteceu mesmo, esse imperialismo houve grandes conquistas como a da África e a da Ásia, onde os europeus eram os dominantes.
A Primeira Guerra Mundial teve muitas crises e mortes, onde a Alemanha era a temida, a mesma estava em guerra com muitos países ao seu redor principalmente com a França, onde a Alemanha perdeu e teve que assinar o Tratado de Versalhes. Por esse tratado a Alemanha foi obrigada a pagar pesadas indenizações, teve seu território dividido e reduzido, o exercito ficou com poucos homens e a força aérea foi extinta. Com o Pós-guerra, a Itália sofreu várias consequências o que originou greves e pequenas revoluções. Assustados com esta situação os proprietários passaram a apoiar o Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini, onde suas características eram: O combate ao socialismo e ao comunismo, a rejeição do parlamentarismo, acusado de gerar divisões e de enfraquecer a unidade nacional, o desprezo pela liberdade individual, uma vez que considerava que os direitos dos indivíduos tinham de estar submetidos aos interesses da nação e do estado, a existência de um partido único, o Corporativismo, o enaltecimento da autoridade do Chefe: o Estado devia ser forte e comandado por um Chefe, considerado o guia e o salvador da Nação e a quem se devia obediência cega, e o ultra nacionalismo, que defendia a Nação como o valor mais importante.(...)

Anônimo disse...

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do imperador dom Pedro II.
Analisado o desate politico sofrido pelo imperador D. Pedro II nos últimos anos de seu governo, dividiram nosso estudo em três questões importantes: Questão militar, confrontos de ideias entre o exercito brasileiro e a monarquia; Questão religiosa, na qual teve a perda apoiada do exercito nacional, enfrentando os conflito da igreja; Questão Abolicionista, foi pressões de países abolindo a escravatura.
O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações em que visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas. Como primeiro presidente do novo regime, assumiu o governo o Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o eu mandato, o vice Marechal Floriano Peixoto assumiu o seu posto.
Dois grandes mandatos presidenciais exercidas por militares teve inicio o período da Republica Oligárquica denominando a interesses a oligarquia cafeeira durante a primeira década do século xx. Naquela época uma das principais características da Republica Velha foi a alternância no poder entre presidentes que representavam duas influencia oligarquias e dois estados ricos São Paulo e Minas Gerais, era a famosa política do café com leite, assim denominada pelos cafeicultores paulista e os pecuarista mineiros a estabelecer acordos.
Movimentos sociais questionavam as condições precárias em que vivia a maioria da população brasileira, muitos deles também se revestiram de um caráter político e ameaça a estabilidade do governo republicado. Canudos, antiga fazenda abandonada, reuni milhares de sertanejo à espera de um à vida melhor, afastada dos maus-tratos dos grandes proprietários. Naquela época a antiga capital do país necessitava projetos para a modernização da cidade uma delas foi à campanha de vacinação obrigatória na alternância de eliminar as doenças, mas não tomou precaução de efeitos episodio conhecido Revolta da vacina (1904).
Embora o Brasil ainda tivesse sua economia voltada essencialmente para a produção agrícola, a industrialização timidamente começava a crescer, e o resultado desse processo foi o surgimento de organização dos proletários e dos primeiros movimentos políticos da classe operaria.
Concluo que em 15 de novembro de 1889, Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República. Entretanto vários acontecimentos ocorreram durante a proclamação da republica.
Bruno Lemos 2°ano’’7’’ vespertino

Anônimo disse...

A República foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, mas a mudança do regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado. Portanto, tal período foi marcado, politicamente, pelo fortalecimento das campanhas abolicionistas e republicana.
A degradação do Império foi devido a três questões: Militar, Religiosa e Abolicionista. A Questão Militar foi porque o exército, após a Guerra do Paraguai, se fortaleceu e queria participar mais ativamente na política do país, sem falar que também eram a favor da abolição dos escravos. Quanto a Questão Religiosa, aconteceu que a Igreja não aceitava de forma alguma as interferências do Império nos assuntos religiosos. E a Questão Abolicionista, foi a revolta dos cafeicultores que perderam muitos escravos com a Lei Áurea e ficaram sem a indenização prometida pelo governo. Com isso a elite passou para o lado dos republicanos.
Um golpe liderado pelo Exército junto com a elite promoveu a queda da Família Real no Brasil, iniciava-se então a República. A Primeira República, denominada República da Espada, assim chamada por causa do poder dos militares foi de 1889 a 1894. Depois veio a Oligarquia Cafeeira, onde prevaleceram os interesses dos cafeicultores nas três primeiras décadas do século XX. Porém a Revolução de 1930 rompeu com o predomínio político dos cafeicultores. Passou-se então a se chamar República Velha, alternando-se a presidência entre políticos de São Paulo e Minas Gerais (política do café com leite).
O predomínio da Republica da oligarquia cafeeira no Brasil entrou em declínio a partir da década de 20. A principal reação contra a República Oligárquica foi dos militares em uma série de revoltas, cujo movimento foi denominado de tenentismo. O movimento tenentista consistiu na oposição liderada por jovens oficiais do exército brasileiro contrários à política nacional. Os tenentes questionavam, principalmente, os mecanismos de controle eleitoral (coronelismo, voto de cabresto, fraudes e políticas do café com leite) utilizados pela República Oligárquica.
O primeiro grande movimento foi a Revolta dos 18 do Forte, mas o maior de todos os movimentos foi a Coluna Prestes. Liderada por Luís Carlos Prestes, consistiu em uma longa marcha iniciada no Rio Grande do Sul, que percorreu aproximadamente 25 mil quilômetros, entre abril de 1925 a julho de 1926.
Enfim, o processo de formação da política do Brasil foi marcado por diversas alterações de poder, sem falar que também foi marcado pode diversas revoltas, todas contra a forma desorganizada desse governo cheio de corrupções.
Wendell Fernandes – 2° ano 8 - Vespertino

Anônimo disse...

A Alemanha fez uma última e desesperada tentativa para romper com o impasse e derrotar seus inimigos, mas esse objetivo não foi alcançado. Um novo governo provisório começou a ser formado, esse governo de transição não teve outra escolha senão o armisticio incondicional com as forças da Entente. Assim, terminava a Primeira Guerra Mundial.
Sabendo que os países da Entente não haviam concluído seus preparativos para o combate, a Alemanha declarou guerra à Rússia e depois a França. Reagindo a agressão alemã, a Inglaterra declarou guerra a potência germânica. Em quatro de agosto, iniciou a chamada Primeira Guerra Mundial.
A Alemanha vinha armando um sistema para garantir a continuação de seu desenvolvimento. Bismarck assinou um pacto com o Imperador Austro - Húngaro; Itália também aderiu a esse pacto. Formando assim, a Tríplice Aliança.
A Ásia passou de vendedora a compradora dos produtos europeus, esse foi o passo para a sua conquista. Já a África foi sendo conquistada por países como França e Itália.
A preparação para a Primeira Guerra Mundial começou com a união da França e da Inglaterra, deixando de lado suas rivalidades e mantendo um equilíbrio de paz na Europa. Diante disso, a Rússia aderiu a esse pacto, para que a Alemanha não estendesse sua fronteira no leste europeu e nem aumentasse a influência na Turquia, isso preocupava o imperador russo: por isso a aliança com a Inglaterra e França. Com essas alianças, formava -se a Tríplice Aliança, com o objetivo de neutralizar a Alemanha.
A Europa viveu em relativa paz, e foi no período sem guerras que o mundo conheceu a expansão das potências européias.
Todos os envolvidos esperavam um conflito rápido com o apoio de armas modernas, mas a Primeira Guerra vitimou um quinto dos franceses em idade militar. A guerra prosseguiu, definindo cada vez mais como uma guerra de posições, os participantes da Entente levaram vantagem, pois suas reservas materiais e humanas eram enormes.
Uma nova fase no processo de industrialização teve início na Inglaterra e em outros países, com base nas indústrias de bens de capital, levando a uma evolução do capitalismo, onde surgem as empresas: o monopólio, cartel, truste. Desse modo passa para um desenvolvimento em massa, que nas indústrias serão fabricadas os materiais..
Depois da guerra, a Europa não era a mesma, perdeu seu poder de influência no mundo, e estava numa crise que duraria até às vésperas da outra guerra: a Segunda Guerra Mundial.
Smarlley Britto - 3 ano 4 matutino.

Anônimo disse...

O final do século XIX e a 1ª década do século XX na Europa, foram marcados por um clima de confiança e otimismo. Os homens da época tinham a sensação de que a Europa teria o domínio definitivo sobre todos os continentes. Porém, por trás dessa aparência de tranqüilidade estavam presentes graves problemas econômicos.
A competição capitalista estimulou o crescimento de algumas empresas; porém, levou ao fracasso muitas outras. Empresas mais fracas foram compradas ou faliram, enquanto que as grandes ficaram maiores ainda.
Os chamados monopólios passaram a controlar os grandes setores da economia. Tais empresas queriam crescer e enriquecer cada vez mais. Desejavam matérias-primas mão-de-obra barata mercados consumidores.
Para conseguir tudo isso as empresas precisavam investir capital em outros lugares do mundo e criar impérios econômicos (principalmente em países de economia mais frágil) e tudo isso com a ajuda de seus respectivos governos.
Economistas alemães e ingleses do início do século XX chamaram essa nova fase do capitalismo mundial Imperialista.
Esse choque de imperialismos acabou deflagrando a Primeira Grande Guerra.
Em 1871, a Alemanha se tornou um país unificado, essa unificação se completou depois que os alemães derrotaram a França na Guerra Franco-Prussiana. Como conseqüência, a França foi obrigada a entregar a região de Alsácia-Lorena, fato que levou os franceses a quererem vingança.
A Europa estava a um passo da guerra e os países disputavam novas colônias. A situação se agravou ainda mais quando o arquiduque Francisco Ferdinando visitou Sarajevo. A população de Sarajevo odiava os austríacos e o filho do imperador austríaco resolveu desfilar de carro aberto pela cidade.
Francisco Ferdinando foi assassinado e esse fato é considerado a causa imediata da Primeira Guerra.
Porém, vários outros fatores também contribuíram para o advento da guerra.
Em 1915, Japão e Itália entraram na guerra, porém, o primeiro se retirou do conflito após tomar os territórios alemães na China e algumas colônias.
Em 1916, houve duas grandes batalhas envolvendo Franceses, Ingleses e Alemães:
Batalha de Somme (1 milhão de 100 mil mortos) e a Batalha de Verdun (600 mil mortos).
Os EUA vendiam alimentos, combustível, produtos industriais e máquinas para a França e a Inglaterra. Tudo pelo sistema de crediário (“compre agora e pague depois da guerra”).
Com o passar do tempo, a situação ficava pior (destruição, fome, miséria e matanças) e os EUA começaram a temer que a França e a Inglaterra não pagassem pelas mercadorias compradas dos americanos (os dois países deviam aos americanos quase 2 bilhões de dólares).
Com essa mentalidade, os americanos começaram a fazer uma forte campanha a favor da entrada do país na guerra.
Em março de 1917, os alemães afundaram alguns navios americanos que iam comerciar com a Inglaterra e no dia 6 de abril o Congresso americano votava favoravelmente a declaração de guerra à Alemanha.
Em 1917, várias propostas de paz foram lançadas por países e entidades neutras. O presidente dos EUA (Woodrow Wilson), em 1918, levou essas idéias ao Congresso no chamado “Programa dos 14 Pontos”.
Em março do 1918 (após a revolução socialista) o governo russo assinava a paz com a Alemanha e se retirava da guerra. Bulgária, o Império Turco e o Império Austro- Húngaro também seguiam o exemplo russo e se retiraram do conflito.
Enquanto os países se retiravam aos poucos do conflito, o povo alemão se rebelava contra a guerra.
Em 1918, a Alemanha foi transformada em República e o novo governo aceitou o armistício dando por encerrado o conflito.
Em 1919, iniciou-se a Conferência de Paris (no Palácio de Versalhes), onde seriam tomadas as decisões diplomáticas do pós-guerra. Os 27 países “vencedores” participaram da conferência.
LUCAS MIRANDA (3º ANO 01)

Anônimo disse...

A proclamação da república foi um episódio que marcou fortemente a história do Brasil, que pode ser analisada como um processo gradativo iniciado por volta de 1870,quando houve um forte questionamento sobre o regime monárquico.
O regime monárquico,durante o segundo reinado,recebeu forte apoio de três grandes instituições que politicamente sustentavam o governo de D. Pedro II : O exército,a igreja e a aristocracia rural,porém, as mesmas(que eram os pilares de sustentação do governo imperial) sentiram-se descontentes com a monarquia e por razões diferentes aderiram a campanha republicana,que conquistava cada vez mais aliados. Com isso,o processo se dividiu em três questões : Militar, religiosa e abolicionista.
A questão militar era um confronto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. De um lado,o exército se mostrava fortalecido por conta da guerra do Paraguai e o outro, o monarca se sentia desprestigiado por conta da crescente campanha republicana. Foi quando o exército pediu uma participação ativa na política do país,porém,a política centralizada da monarquia impedia essa participação do exército nas decisões do governo imperial,assim,o exército se uniu a campanha republicana, acreditando que só um governo forte,comandado por representantes do exército,acabariam com os privilégios da minoria ligada à corte imperial, e assim levar progresso e desenvolvimento ao país.
A questão religiosa foi um descontentamento da igreja e de seus fiéis à respeito do governo imperial que por meio de uma constituição permitia que o estado interferisse nas leis aplicadas no Brasil pelo papa por meio de dois direitos: o padroado e o beneplácito.
A questão abolicionista foi um movimento entre dois lados opostos em que um lado queria o fim da escravidão,em troca de indenização do governo. O outro lado, os produtores negavam que seus escravos fossem libertos, pois a base para as produções era a mão de obra escrava.
Com essas questões,foi difícil para o governo imperial lutar pela manutenção da monarquia,pois a crise política já havia tomado proporções irreversíveis. O exército brasileiro liderando a campanha pela proclamação da república,pôs em prática um golpe fatal que determinou a queda do imperador D. Pedro II em 15 de novembro de 1889,mandando embora do país a família real.
O fim da monarquia abriu espaço para a criação da primeira república,que naturalmente tinha os militares no poder. A primeira fase do governo republicano foi denominado de república da espada em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período. O primeiro presidente, foi então o Marechal Deodoro da Fonseca, que não cumpriu todo o seu mandato, assumindo em seu lugar o vice Marechal Floriano Peixoto que permaneceu no poder ilegalmente,o que gerou divisão de opinião entre os militares.
Após a forte resistência no poder do “Marechal de Ferro” e após a queda de seu poder,abriu-se espaço para o período da republica oligárquica que defendia os interesses da oligarquia cafeeira. Com a revolução de 1930 que rompeu com o predomínio político dos cafeicultores,esse período foi denominado de republica velha em que era predominante a política do café com leite que era uma alternância de poder entre São Paulo e Minas Gerais e ainda,marcada pela política dos governadores e o coronelismo. A República velha, ainda contou com algumas revoltas,que só ocorreram por conta da falta de comunicação dos governantes com o povo,como a revolta da vacina,e a revolta da chibata. O Brasil, desde o inicio se mostrou indiferente com o povo que é leigo em relação ao que é decidido para a melhoria de nosso país,mas com o passar dos tempos houveram melhorias,pois este mesmo povo leigo,decidiu ir a luta para conquistar seus direitos e reivindicar por melhores e maiores mudanças.

Aluna: Jullie Lopes Serudo Nogueira; n: 20 série: 2 ano 3

Karine disse...

A Proclamação da República marcou o fim do Império no Brasil após 67 anos. No imaginário popular está a imagem do marechal Deodoro da Fonseca (1827-1892), como a figura central, o representante maior dos ideais de liberdade associados ao novo período. Entretanto, a instauração do novo modo de governo decorre de um processo histórico que desencadeou uma série de fatores que contribuíram para criar um cenário propício à República. Diversos fatores e agentes tiveram importante função no gradativo enfraquecimento da Monarquia, dentre eles podemos citar abolição da escravidão, a oposição dos proprietários de terra, os desentendimentos entre D. Pedro e a Igreja Católica, dentre outros.
Em 14 de novembro de 1889, os republicanos fizeram circular o boato de que o governo imperial havia mandado prender Deodoro e o tenente-coronel Benjamin Constant, líder dos oficiais republicanos. O objetivo era instigar o marechal, um militar de prestígio, a comandar um golpe contra a monarquia.
No dia 15, ele reuniu algumas tropas, que em seguida rumaram para o centro do Rio de Janeiro e depuseram os ministros de dom Pedro II. O Imperador, que estava em Petrópolis, a 72 quilômetros do Rio de Janeiro, retornou para a capital na tentativa de formar um novo ministério. Mas, ao receber um comunicado dos golpistas informando sobre a proclamação da República e pedindo que deixasse o país, não ofereceu resistência e partiu para a Europa. No dia fatídico, Deodoro da Fonseca saiu de casa praticamente carregado por seus companheiros, o Marechal estava doente, com problemas respiratórios. Cavalgou quase a contragosto, ameaçado pela ideia de que o governo imperial, ao saber dos boatos sobre a proclamação, pretendesse reorganizar a Guarda Nacional e fortalecer a polícia do Rio de Janeiro para se contrapor ao Exército. Foi o republicano José do Patrocínio que, horas mais tarde, dirigiu-se à Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, presidindo o ato solene de proclamação da República.
Karine M. Benchimol 2° 07 vesp

Bruno Ramos disse...


O assunto abordado em sala de aula trata-se sobre a proclamação da República que foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889 e os diversos fatores que ocorreram após a proclamação.
À crescente campanha republicana começou quando as três importantes instituições (o exército, a igreja, e a aristocracia) que sustentavam politicamente o governo de Dom Pedro II ficaram descontentes com a monarquia e uniram-se ao movimento republicano, para tornar o Brasil uma República Federativa. De acordo com o professor orientador Alessandro Lúcio, a proclamação da República tratou-se de um evento articulado e conduzido pela elite cafeeira e pelos militares sem qualquer participação do povo brasileiro que não estava ciente do que acontecia no âmbito político. A proclamação ocorreu como uma marcha, liderada por Marechal Deodoro, em direção ao Ministério da Guerra, onde se encontravam os líderes monarquistas e foi derrubado, sendo assim declarado a Proclamação Federativa Republicana do Brasil.
A Primeira República ficou conhecida como República da Espada (1889-1894) em ato ao poder exercido pelos militares nesse período. Como primeiro presidente do novo regime, assumiu o governo o Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, pois em 1891, Deodoro fechou o Congresso Nacional e agravou ainda mais o já conturbado governo, pois a reação foi imediata: não se admitia a instalação de uma ditadura para um governo republicano que os ideias de democráticos deveriam prevalecer. As forças armadas não o apoiaram e o comandante da marinha por intermédio do almirante Custódio de Melo, ameaçou tomar a capital do país e destituir o presidente na chamada Revolta da Armada. Com a renúncia de Deodoro, assumiu a Presidência da República o vice-presidente Floriano Peixoto.
No governo de Floriano Peixoto ocorreram diversos fatores que levaram a uma segunda Revolta da Armada, que Floriano enfrentou e conseguiu vencer a resistência da Marinha contra o seu governo. Seu mandato também foi marcado pela eclosão da Revolução Federalista no Rio Grande do Sul (1893-1895), na qual a trégua definitiva
Revoltas na República Velha, devido os esquemas políticos montado pela elite agrária não ficou impune, e muitas manifestações ocorreram contra o governo que aconteceu na virada do século XIX e início do século XX. Movimentos sócias questionavam as condições precárias em que vivia a maior parte da população brasileira, muitos deles obtiveram um caráter político e ameaçaram a estabilidade do governo republicano.
No Sertão Nordestino, um movimento popular de grandes proporções originou-se em função da difícil realidade social. Mas não foi somente a população rural do Sertão Nordestino que se manifestou contra a situação social, econômica e política do país.
Bruno Ramos Rodrigues 2º ano “07” (vespertino)



MATEUS MAIA 2º ano 3 disse...

A Proclamação da República
Entende-se que a Proclamação da República, foi um processo bastante gradativo para o Brasil tanto socialmente, politicamente e economicamente. Mas para poder descrever o trajeto do Governo Republicano vale ressaltar como a Proclamação Republicana foi dada ou seja como o Governo Imperial enfrentou os problemas políticos e sociais que levaram o seu apogeu.
Durante o fim do século XIX e começo do século XX o regime monárquico enfrentou uma desgastante crise política, e os grupos (Militar, Religioso e Abolicionista), que até então sustentavam e apoiavam a monarquia, se sentiram desprivilegiados com as medidas que o governo monárquico estabelecia a cada um dos grupos, fazendo estes se voltarem consequentemente contra o Governo Imperial e passarem a apoiar o governo Republicano. O governo de Dom Pedro II, agora sem a ajuda dos grupos que o suportavam , ficou a esmo ,fator decisivo este para que no dia 15 de Novembro uma tropa militar comandado pelo Marechal Deodoro da Fonseca sem a ajuda da população expulsassem e repreendesse o Governo Monárquico definitivamente do Brasil.
Os primeiros anos de República, governados pelo Marechal Deodoro, foram marcados por conflitos políticos vindos muitos das vezes dos partidos militares (marinha), no qual obrigaram o Ex-Presidente a renunciar do cargo (Revolta esta conhecida como revolta Armada). O mesmo aconteceria com o seu sucessor Floriano Peixoto mais conhecido como O Marechal De Ferro, o mesmo deveria ter convocado novas eleições para presidência da República, porém o vice-presidente assumiu o cargo sem nenhum pudor, com isso uma boa parte dos partidos políticos e militares se revoltaram contra o governo de Floriano. O mesmo enfrentou e venceu as constantes pressões de seus opositores políticos e da segunda revolta Armada contra o seu governo.
A partir do término do mandato presidencial de Floriano Peixoto, que começou a República Oligárquica. A República Oligárquica era caracterizada pela troca de favores políticos entre duas regiões SP e MG, essa troca de favores se consistia em uma alternância de poder entre presidentes, ou seja, o presidente de uma das regiões indicava um representante de outra região (vice e versa ), esta forma de aliança praticamente invencível , ficou conhecida como a política do café com leite.
A República Velha, com seu esquema infalível de alternância de poder, passou por um grande desgaste político e social, a população não se conformava mais viver em precárias condições de desrespeito, o Governo não tomava nenhuma atitude útil para solucionar os problemas sociais como a fome e doenças, que se alastravam cada vez mais dizimando inúmeras pessoas, e quando o Governo tomava alguma atitude não a tornava visível a todos ou muita das vezes não as cumpria, como foi o caso de duas revoltas pais importantes que marcaram o governo republicano Oligárquico : A revolta da Vacina e a revolta da chibata.

Anônimo disse...

Proclamação da República
Ate que houvesse a proclamação da república vários fatores aconteceram com o governo monárquico de Dom Pedro II, como as três importantes instituições que deixaram de apoiá-lo: o exército, a igreja e a aristocracia rural. Esses desapoiam geraram a questão militar onde os militares não aceitavam mais a escravidão, o sistema do governo imperial, a questão religiosa que foi um grande conflito entre a igreja católica e Dom Pedro. Com esse Fato ocorrido a igreja deixou de apoia-lo, pois naquele tempo ambos tinham vinculo como o padroado e o beneplácito, já a questão abolicionista foi a queda da monarquia com o fim da escravidão e a crise econômica do café, ou seja, uma grande crise política e a passagem da monarquia para a república.
A república foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, nessa proclamação não houve participação popular. Tendo assim a primeira república da espada, que foi governada pelo presidente Marechal Deodoro da Fonseca que depois de um tempo renunciou onde o vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o governo.
Depois desses mandatos houve a república oligárquica que teve como grande marco a política dos governadores que erra a aliança entre o governo federal e os governadores estaduais onde na mesma havia o coronelismo, e a política do café com leite que acontecia entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. Com o fim dela a república oligárquica chegou ou fim, a partir daí conhecida como república velha onde suas principais revoltas foram a da vacina onde a população não queria ser vacinada contra a varíola, revolta da chibata que consistiu em uma rebelião dos marinheiros brasileiros contra os castigos físicos a que eram submetidos, fora as revoltas teve movimentos sociais e a guerra de canudos onde a cidade era conduzida pelo líder messiânico Antonio Conselheiro que prometia uma vida melhor ao povo do sertão.
Com o fim da escravidão a Mao de obra assalariada começava a crescer no Brasil junto com industrialização, essa classe de trabalhadores foi chamada de operaria, mas o aumento dela ocorreu após a primeira guerra mundial.
Então, com isso tudo o predomínio da oligarquia cafeeira não Brasil entrou em declínio a partir da década de 20 e fez com que em 1930 com o fim da política do café com leite Getúlio Vargas assumisse o poder presidencial. A mesma república foi bastante contrariada a principal reação foi o tenentismo, a revolta dos 18 forte mais o maior movimento de oposição foi a Coluna Prestes.
Paloma Almeida de Souza 2"1" matutino

Anônimo disse...

Proclamação da republica foi uma importante causa que aconteceu no Brasil, pois com a proclamação teve algumas mudanças gradativamente de regime político, e o regime monárquico começou a ser questionado. E foi marcado politicamente pelo fortalecimento das campanhas abolicionista e republicanas. E o imperador D. Pedro ll perdeu importante apoio de setores influentes da sociedade brasileira e enfrentou a crise do regime monárquico.
O regime monárquico sustentou o governo do imperador D. Pedro ll, com o apoio de três instituição, entretanto estes grupos que ate então se constituíram como pilares de sustentação do governo imperial, ficaram descontentes com a monarquia e aderiram, por diferentes razoes, a crescente campanha republicana, para compreendermos o processo de proclamação da republica no Brasil devemos analisar o desgaste político sofrido pelo imperador.
O sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e as necessidades sociais que estava em processo. Um sistema que houvesse mais liberdades, mais democracia, e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população.
Gleydson 2ano 03

Unknown disse...

A Proclamação da Republica teve seu inicio em 1889 e a partir dessa data, eventos sucessivos ocorreram e marcaram esse período.
Nas paginas inicias do capitulo, notamos revoltas constantes, cada uma por objetivos diferentes
A serem atigindos, as primeiras rebeliões foram: Questão Militar – Ocorreu pelo fato de os soldados lutarem bravamente na guerra e ao voltar encontraram suas famílias ainda na escravidão e passando a miséria.
A segunda foi a Religiosa – Aigreja não concordava, e surgerindo propostas pelo imperador e a ultima fora a Qustao Abolicionista, impulsionada por fazendeiros que não concordavam em alforria seus escravos caso o governo não os indenizasse por cada um. No entanto isso realmente não ocorreu.
Vários representantes como Marechal Deodoro da F. E Floriano P. lutaram pelo poder e com tantos acontecimentos marcantes a Republica Velha entra no seu apogeu.
A Primeira Guerra Mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, Guerra das Guerras ou ainda como a Última Guerra Feudal) foi um conflito mundial ocorrido entre Agosto de 1914 a 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano). A guerra causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
Muitos dos combates na Primeira Guerra Mundial ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações (separadas pelas "Terras de Ninguém", que era o espaço entre cada trincheira, onde vários cadáveres ficavam a espera do recolhimento) do Mar do Norte até a Suíça. As batalhas se davam em invasões dinâmicas, em confrontos no mar, e pela primeira vez na história, no ar. Mais de 9 milhões de soldados morreram nos campos de batalha. Na Primeira Guerra Mundial apenas 5% das vítimas foram civis - na Segunda Guerra Mundial, esse número cresceu para aproximadamente 60% a mais.

Amarilis Fernandes 2 ano 2 - N 3 - Matutino

Unknown disse...

O imperialismo significa servir mais as necessidades de uma classe dirigente do que as de uma nação. Nada tem a ver com democracia. Talvez por esta razão tenha sido muitas vezes caracterizado como um fenômeno parasitário mesmo por críticos tão sagazes.
O imperialismo é a política de expansão e domínio territorial ou cultural e econômico de uma nação sobre outra, e ocorreu na época da segunda Revolução industrial. No imperialismo há uma influencia exercida de modo formal ou informal, politica ou economicamente, não havendo sempre anexação do país que recebe a influencia.
Assim os países imperialistas se lançaram numa corrida pela conquista global, o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da primeira guerra mundial, dando inicio á nova era imperialista.
Naquela época. Um país imperialista era aquele que dominava economicamente o outro, e desse modo à capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava.
O fato que o imperialismo é parasitário e um capitalismo decrepito manifesta-se, acima de tudo, em sua tendência a putrefação, que é uma característica de todo o monopólio sob o sistema privado de propriedade dos meios de produção. Em segundo lugar, o apodrecimento do capitalismo se manifesta com a criação de um enorme estrato daqueles que vivem de renda, capitalista que vivem em “vales”.
O imperialismo exercido pelas nações mais desenvolvidas a nível politico gerou um estado de tensão permanente entre as potencias, dada a repartição desigual das zonas de influencia.
Essas tensões provocaram rupturas no equilíbrio europeu, impossíveis de serem contornadas pela via diplomática.
Isso levou os europeus a desencadearem uma corrida armamentista, resultado no primeiro conflito armado em escala mundial “a primeira guerra mundial”.
A primeira guerra mundial ocasionou diversas consequências, afinal nenhuma guerra é bem vinda. No entanto, algumas conquistas foram fundamentais para o desenvolvimento.
O principal motivo do estopim para o confronto foi o assassinato do príncipe Ferdinando herdeiro do trono austríaco em Saravejo. Confronta-se dois grupos de países organizados em pactos antagônico: a tríplice aliança, liberada pela Alemanha e a tríplice entente, que vence a guerra, encabeçada pela França. A Europa perde sua posição na liderança planetária para os Estados Unidos que assumem o comando das negociações mundiais e passam a ser o centro do poder do capitalismo.
A reorganização do cenário politico no continente europeu e as condições impostas pelo tratado de Versalhes ao perdedor.
Na minha concepção tudo isto esta em torno da ambição, poderia haver governos mais sensatos e menos ambiciosos, guerras são frutos da ambição, desrespeito á vida e a irracionalidade. Assim vidas poderiam ter sido poupadas em todo o mundo, o grande numero de pessoas mortas, famílias destruídas, foi o que ocasionou grande dor em toda a população.
Já disse um sábio filosofo
“ A paz mais injusta ainda é melhor do que a guerra mais justa”

Anônimo disse...

No dia 15 de dezembro de 1887, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um pais de regime republicano. Antes disso nosso pai era um empeiro organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A proclamação da republica se constituiu gradativamente, pois já vinha sendo fortalecida com campanhas abolicionista e republicana. Ela veio de um grupo de militares que se voltaram contra o governo de dom Pedro II. Intelectuais e políticos da época acreditavam que não haveria progresso pra os pais ser governado apenas por uma pessoa. Além disso, governo imperial era a favor do trabalho escravo, mais uma grande oposição do governo do dom Pedro II era contra, pois eles viam esses tipos de trabalho como impedimento para a modernização de nossa sociedade e por conta de o governo imperial ser a favor do trabalho escravo, eles também se tornaram críticos do governo de dom Pedro II. Recebendo muitas criticas tanto da oposição quanto dos militares governos imperial iria realizar uma grande reforma nas forcas armadas, retirando da corporação os militares que se opunham ao império. Polemica que fez com que os outros grupos militares se juntassem contra a ordem do império, tinha como líder o marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o seu mandato. O vice-presidente marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto. A primeira tarefa do governo de Deodoro era conduzir os trabalhos de elaboração de uma nova constituição para o pais. A primeira constituição republica na foi promulgada em 1891 e, inspirada no modelo estadunidense, consolidou a mais significativa diferenças entre o modelo monárquico de governo é-o regime republicano o federalismo. No regime, as antigas províncias passaram a constituir estado (federações),e o pais passou a ser denominado republica federativa do brasil. Isso não significava que os governos estaduais pudessem ser completamente independentes do governo federal, mas eles passaram a ter mais autonomia para atuar em assunto do seu interesse. A constituição de 1891 estabeleceu transformação politicas para o Brasil a divisão e independência entre os poderes executivo, legislativo e judiciário a separação entre a igreja e estados e o sistema presidencialista de governo com eleições diretas (com exceção do primeiro presidente)e um mandato presidencial de quatro anos. Portanto o 15 de novembro foi apenas um primeiro passo de uma longa estrada a ser construída.



Rosiana lima do Carmo
Aluna do segundo ano vespertino
Turma segundo seis

Anônimo disse...

No dia 15 de dezembro de 1887, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um pais de regime republicano. Antes disso nosso pai era um empeiro organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A proclamação da republica se constituiu gradativamente, pois já vinha sendo fortalecida com campanhas abolicionista e republicana. Ela veio de um grupo de militares que se voltaram contra o governo de dom Pedro II. Intelectuais e políticos da época acreditavam que não haveria progresso pra os pais ser governado apenas por uma pessoa. Além disso, governo imperial era a favor do trabalho escravo, mais uma grande oposição do governo do dom Pedro II era contra, pois eles viam esses tipos de trabalho como impedimento para a modernização de nossa sociedade e por conta de o governo imperial ser a favor do trabalho escravo, eles também se tornaram críticos do governo de dom Pedro II. Recebendo muitas criticas tanto da oposição quanto dos militares governos imperial iria realizar uma grande reforma nas forcas armadas, retirando da corporação os militares que se opunham ao império. Polemica que fez com que os outros grupos militares se juntassem contra a ordem do império, tinha como líder o marechal Deodoro da Fonseca que renunciou, não cumprindo todo o seu mandato. O vice-presidente marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto. A primeira tarefa do governo de Deodoro era conduzir os trabalhos de elaboração de uma nova constituição para o pais. A primeira constituição republica na foi promulgada em 1891 e, inspirada no modelo estadunidense, consolidou a mais significativa diferenças entre o modelo monárquico de governo é-o regime republicano o federalismo. No regime, as antigas províncias passaram a constituir estado (federações),e o pais passou a ser denominado republica federativa do brasil. Isso não significava que os governos estaduais pudessem ser completamente independentes do governo federal, mas eles passaram a ter mais autonomia para atuar em assunto do seu interesse. A constituição de 1891 estabeleceu transformação politicas para o Brasil a divisão e independência entre os poderes executivo, legislativo e judiciário a separação entre a igreja e estados e o sistema presidencialista de governo com eleições diretas (com exceção do primeiro presidente)e um mandato presidencial de quatro anos. Portanto o 15 de novembro foi apenas um primeiro passo de uma longa estrada a ser construída.



Rosiana lima do Carmo
Aluna do segundo ano vespertino
Turma segundo seis

Anônimo disse...

Na capital brasileira (cidade do rio de janeiro) em 15 de novembro de 1889 o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da república.
Portanto, ao fim do império, podemos citar: a crise econômica causada pelas despesas do governo com a Guerra da Tríplice Aliança, fato que obrigou o governo brasileiro a realizar grandes empréstimos, a proibição imposta pela monarquia, ao manifesto dos militares da empresa, o descontentamento das elites agrárias, principalmente os cafeicultores, que se sentiram prejudicados pelas leis Aúrea (libertação dos escravos) e o crescimento nas cidades da classe media.
Mas para ocorrer a proclamação da republica esta realizada três pontos, o primeiro ponto fala sobre a questão militar, eles acreditavam que em somente em um governo forte comandado por representantes do exercito, poderia acabar com os privilégios da minoria ligada a Corte Imperial e promoveu o processo e desenvolvimento do país e com isso o exercito começou a desobedecer o império.
O outro ponto fala sobre a questão religiosa onde foi o desenvolvimento da igreja em relação as medidas que o governo impôs no qual vetava as decisões sugeridas pelo Papa.
E o terceiro ponto fala sobre a questão abolicionista que é o processo de modernização da economia e da sociedade, ocorrido na segunda metade do século XIX, tornou o regime escravocrata ultrapassado. As pressões da Inglaterra exigindo a abolição, somada a chegada dos emigrantes europeus, foram fatores importantes para que a escravidão fosse gradativamente extinta na Brasil. porem os fazendeiros não foram indenizados e com isso procuraram um meio para obter poder políticos e econômicos e com isso se juntaram com o exercito e lutaram pela proclamação da republica a qual não teve participação popular.

Thaynara Araujo 2ano03

Anônimo disse...

Proclamação da Republica

A Proclamação da Republica teve seu inicio em 1889 e a partir dessa data, eventos sucessivos ocorreram e marcaram esse período.
Primeiro notamos as rebeliões que ficaram conhecidas como, questões militar, religiosa e abolicionista.
A primeira se dá por soldados que lutaram bravamente na guerra e quando voltaram viram suas famílias na escravidão e na miséria. A questão religiosa se dá pela igreja não concordar com o povoado proposto pelo Imperador. E por fim a abolicionista que foi impulsionada por fazendeiros que não aceitaram alforrear seus escravos se o governo não remunerasse a cada fazendeiro por cada escravo.
Vários representantes como Marechal Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto lutaram pelo poder e com tantos acontecimentos marcantes a República Velha entra em apogeu.

Karina Viegas 2º ano 3 - matutino

Anônimo disse...

Proclamação da Republica

A Proclamação da Republica teve seu inicio em 1889 e a partir dessa data, eventos sucessivos ocorreram e marcaram esse período.
Primeiro notamos as rebeliões que ficaram conhecidas como, questões militar, religiosa e abolicionista.
A primeira se dá por soldados que lutaram bravamente na guerra e quando voltaram viram suas famílias na escravidão e na miséria. A questão religiosa se dá pela igreja não concordar com o povoado proposto pelo Imperador. E por fim a abolicionista que foi impulsionada por fazendeiros que não aceitaram alforrear seus escravos se o governo não remunerasse a cada fazendeiro por cada escravo.
Vários representantes como Marechal Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto lutaram pelo poder e com tantos acontecimentos marcantes a República Velha entra em apogeu.

Karina Viegas 2º ano 3 - matutino

Anônimo disse...

Proclamação da República
Antes que houvesse a proclamação fa república vários fatores aconteceram com o governo monárquico de Dom Pedro II, como as três importantes instituições que deixaram de apoiar:o exército, a igreja e a aristocracia rural. Esses desapoios geraram a questão militar,religiosa e abolicionista e foi na questão abolicionista que ocorreu a alfoviaçao , causando a transição do governo monárquico para o republicano.
A república foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889,nessa proclamação não houve participação popular. Tendo assim a primeiro república conhecida como república da espada que foi governada pelo presidente Marechal Deodoro da Fonseca, assim renunciando onde o vice-presidente Marechal Floriano Peixoto assumiu o governo. Depois desses mandatos houve a república oligárquica que teve como grande marco a politica dos governadores onde na mesma havia o coronelismo,e a política do café com leite que com o fim dela a república oligárquica chegou ai fim. As principais revoltas da república velha foi a revolta da vacina, da chibata, fora as revoltas teve movimentos sociais e a guerra de canudos. Com o fim da escravidão a mão de obra assalariada começava a crescer no Brasil junto com a industrialização essa classe trabalhadores foi chamada de operária, mas o aumento dela ocorreu após a primeira guerra mundial. Então, com isso tudo o predomínio da oligarquia,cafeeira no Brasil entrou em declínio a partir década de 20.
Aluna: Paloma Almeida de Souza 2 Ano "1" Matutino

felipe nascimento disse...

A proclamação da republica
O surgimento da Republica no Brasil foi um fato marcante na historia. Em um período contubardo tanto social quanto economicamente, seu nascimento foi inevitável.
A Igreja, o exercito e os abolicionistas se voltaram contra o Império de D. Pedro II que governava o país. A Igreja sempre teve a par das decisões políticas no Brasil, porém foi-lhe tirado esse poder com a constituição de 1824, qualquer decisão da Igreja deveria passar pela vistoria do imperador, e o mesmo daria ou não o veredito para que a decisão fosse validada no Brasil. Esse foi um fator decisivo pra que a Igreja deixasse de apoiar a forma de governo imperialista.
Com o fim da Guerra de Paraguai, o exército brasileiro vitorioso e fortalecido queria a alforria dos negros que participaram da guerra e maior participação política, porém, o Imperador não acatou o pedido e isso gerou revolta.
A questão abolicionista nessa época já tinha proporções gigantescas, a escravidão era vista como atraso econômico e a constante pressão popular e internacional, o Império não teve outra opção a não ser decretar definitivamente o fim do trabalho escravo. A mão de obra escrava era a base do sistema imperialista, com o seu fim veio o declínio do Império.
A junção desse conjunto de fatores eclodiu no surgimento da República. No dia 15 de novembro de 1889, com a liderança do exército que tomou a frente da campanha contra o Império consolidou-se o golpe fatal que pôs fim ao governo de D. Pedro II e o Brasil apesar de ser independente, desvinculou-se definitivamente de Portugal.
O episódio da Proclamação da República não contou com a participação popular, demonstrando o total descaso com a opinião pública.
A Primeira República foi denominada “República da Espada”, liderada pela elite do Exército teve como seu primeiro presidente o Marechal Deodoro da Fonseca, que teve como primeira tarefa elaborar uma nova constituição para o país que foi promulgada em 1891. Marcado pelo Federalismo, seu governo transformou as antigas províncias em federações (Estados) e o nosso país passou a ser denominado “República Federativa do Brasil”.
Findando-se o governo de Deodoro da Fonseca, o mandato de presidente ficou com o Marechal Floriano Peixoto, apelidado de “Marechal de Ferro” ocupou ilegalmente o cargo e com mãos de ferro não renunciou dele. Isso gerou desconforto em vários estados brasileiros gerando revoltas e protestos, porém Floriano não se deixou abater e fez jus do apelido que lhe deram enfrentou e resolveu essas turbulências com louvor.

By: Felipe Nascimento 2º 3


Anônimo disse...

A Proclamação da República é um acontecimento histórico que derrubou o regime monárquico, porém essa queda veio gradativamente, como enfraquecimento do Imperador. Deu-se a transição do regime Monárquico para o Republicano. Vários fatores influenciaram para essa situação, entre eles o descontentamento de instituições que até então eram os pilares do Império Monárquico, sobretudo nas questões Militar, Religiosa e Abolicionista. Na Questão Militar, a rivalidade entre o exército e a monarquia fortaleceu o regime republicano, ressaltando que a exclusão do exército nas decisões do governo imperial foi um fato crucial para o fortalecimento da República. Na situação religiosa, D. Pedro II tinha o poder de decisão, fato esse que gerou alguns conflitos com o Papa, como criar cargos e nomear sacerdotes e vetar decisões da Igreja, salientando-se que a situação se agravou quando o papa pio IX decretou a “Bula Syllabus” (1864) que dizia que ‘membros do clero e católicos em geral fossem proibidos de pertencer a Monarquia, instituição que reunia importantes líderes da sociedade Brasileira’, e o governo imperial vetar essa lei prendendo quem desobedecessem isso. Esses fatores contribuíram para o enfraquecimento político do monarca e a república foi cada vez mais ganhando espaço na oposição. Quanto a situação Abolicionista, essa foi a causa determinante para o início da república no país, pois a Inglaterra exigia a abolição mais a soma da chegada dos imigrantes foram fatores decisivos para que a decisão fosse gradativamente tomada no Brasil, porém teve reações contrárias de líderes que eram contra essas ações e visavam somente o poder financeiro. Diante do exposto,par o início do regime republicano foi apenas questão de tempo, já que a oposição prevalecia sobre o regime monárquico, entretanto a queda de braço dos dois regimes visava somente o “poder”.
Aline de Meneses 2º ano 1

THAIS CRISTINA nº28 2º06 disse...

Antes de o Brasil ser Republica era Império, governado por Dom Pedro I. Com o império de Dom Pedro II o Brasil tinha como apoio três instituições importantes: o exército, a igreja e a aristocracia real.
O governo real era voltado para a economia escravista, fazendo com que a modernização e desenvolvimento do país ficasse parado.
Com o passar do tempo os escravos ficaram muito caro, por causa do tráfico negreiro que havia sido proibido, sendo que as fugas eram frequentes, assim os senhores ficavam no prejuízo.
Os abolicionistas começaram a ter apoio da elite para que acontecesse a abolição dos escravos, o dinheiro que era voltado para a compra de escravo, começa a ser usado para a compra de máquinas melhorando a produção do café, dando inicio ao processo de industrialização no Brasil.
Sob a pressão das elites, no dia 30 de maio de 1988, a princesa Isabel deu a liberdade aos escravos do país. O trabalho escravo era a base da sustentação político-econômico do Império, com o fim da escravidão o Império perdeu sua sustentação, causando o fim do Império no Brasil.
No dia 15 de novembro de 1989 foi proclamado a República do Brasil, assim encerando o domínio do Império de Dom Pedro.
Os primeiros anos do regime republicano do Brasil foram marcados pela instabilidade e pela crise política.
THAIS CRISTINA ALMEIDA DE SOUZA Nº28 2º 06

Rafaella disse...

Desequilíbrio de Potências

O Imperialismo foi uma política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras. Foi um período intenso pela busca desenfreada e sanguinária pela qual os diversos países europeus, se lançaram no século XIX, movidos pela busca por matéria-prima, mão-de-obra barata.Pode ser considerado como mal do século por motivos bem simples, nenhum outro tipo de exploração foi tão devastador, sendo capaz de destruir mais populações que a gripe espanhola ou a peste negra.
Bem, como senão bastasse o fervor pelo qual o mundo passava com a onda da segunda revolução industrial, o panorama político internacional passou por algumas drásticas mudanças também, além da chegada do ouro negro, da eletricidade e da degradação ambiental surgia no campo econômico os grandes monopólios capitalistas capitalizadores. Com esses monopólios surgem suas próprias empresas, esses monopólios formados após o período do capitalismo comercial, mercantilismo, é que iriam se apossar dos mais longínquos cantos do mundo, como a Àfrica e o Sudeste Asiático, tudo, é claro, com a garantia de seus países originais.

Após o surgimento de diversas potencias industriais, em meados do século XIX, a instabilidade econômica de certos países, que possuíam uma antiga tradição de desenvolvimento passou a aumentar, com essa intensa movimentação de capital e pela busca incessante de poder, eclodiu a Primeira Guerra Mundial (que no início não era mundial) em que as potências européias decidiram buscar a vitória . Os americanos não participaram de início e ficaram apenas assistindo de camarote. Mas tudo mudou quando um barco de turistas americanos foi afundado e o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Arthur Zimmerman enviou um telegrama para o governo mexicano convidando-o a participar na guerra para reconquistar os territórios perdidos no século passado para os Estados Unidos. Então os americanos, vendo uma ótima oportunidade de fazer dinheiro e vender armas, decidiram intervir na guerra e, em seguida, ficar com as glórias, extorquir os derrotados, extorquir os vitoriosos também argumentando que se não fossem por eles não venceriam. Como toda e qualquer guerra os resultados não poderiam ser diferentes, foram vitimados, aproximadamente, um quinto dos franceses em idade militar, 500 mil soldados britânicos com menos de 30 anos,ou seja, praticamente uma geração.

Depois da Primeira Guerra Mundial, a Europa já não era mais a mesma,as marcas dessa guerra permaneceram por muitos anos, abateu-se uma crise total sobre ela, acirraram as contradições do capitalismo, provocando uma nova forma de sociedade: a socialista.

Rafaella Lira - 3° 05

Luely Melo 3º ano 6 nº 24 disse...

A Primeira Guerra Mundial foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança , e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
No início da guerra (1914), a Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França a fizeram firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra em um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritréia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial"Imperialismo" é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas.

O Imperialismo contemporâneo pode ser também denominado como neocolonialismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XX, o colonialismo.
Esta prática está registada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, derivado duma prática assente na teoria econômica, só surgiu no início do século XX.
No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da Revolução Industrial que aumentou ainda mais a produção, o que gerou uma grande necessidade de mercado consumidor para esses produtos e uma nova corrida por matérias primas. A concepção de imperialismo foi perpetrada por economistas alemães e ingleses no início do século XX. Este conceito constituiu-se em duas características fundamentais, ou seja, o investimento de capital externo e propriedade econômica monopolista, “um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”. Desse modo, a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, por conseguinte a ‘absorção’ dos países dominados, pois monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores levavam ao ciclo do novo colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo.

Os países imperialistas dominaram os povos de quase todo o planeta. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população desses países acreditava que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso, isto é, tinham três critérios para explica-la: o etnocentrismo, baseado na pseudo-idéia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos, indígenas e africanos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução a sua maneira errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.
Assim, no final do século XIX e o começo do XX, os países imperialistas se lançaram numa louca corrida pela conquista global o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornam o país cardeal.

ALAN PENA PRADO-2º ano 3 disse...

O assunto nos ajuda a entender que no final do século XIX,aconteceram muitos fatos que ajudaram a levar a proclamação e a Independência do Brasil .No governo imperial aconteceu vários movimentos que de fato declinaram o governo monárquico.
Os fatos que derrubaram o governo imperial foi marcado por questões de poder, os militares brasileiros confrontavam a monarquia, e da parte religiosa, a igreja não apoiava mais o império por causa de intervenções nas ordens religiosa. A queda do império foi chamada de questão abolicionista ,que na segunda metade do século XIX,os militares tiraram definitivamente a monarquia do poder , acabando como governo imperial, começando uma nova Republica.
A nova republica denominada “republica da espada”,e teve como seu primeiro presidente Marechal Deodoro, porém renunciou o cargo ,o que fez assumir Marechal Floriano Peixoto seu vice presidente. Seu primeiro trabalho era conduzir uma elaboração de uma nova constituição para o país. Floriano recebeu o apelido de “Marechal de Ferro”,após resistir a movimentos com finalidade de tira-lo do poder ,as ais importante que Marechal enfrentou foi a segunda revolta armada ea revolução federalista.
Após os mandatos dos presidentes militares, iniciou-se uma nova ordem de poder ,a chamada republica Oligárquica, que durante as três primeiras décadas do século XX conseguiu prevalecer .Uma característica marcante da republica cafeeira foi a alternância de poder dos presidentes que representavam as duas mais influentes oligarquia e dois dos estados mais ricos naquela época, ou seja São Paulo e Minas Gerais. Era famosa politica café com leite, pois os cafeicultores paulistas e pecuaristas mineiros estabeleceram acordos e alianças politicas que garantiram vitória de seus candidatos nas eleições de seus presidenciais.
A chamada politica dos governadores era responsabilizada pelo presidente Campos Sales ,foi uma característica da republica oligárquica, ela consistia em um elo formado entre o governo federal e os governos estaduais que sempre garantiam a vitória de seus candidatos presidências .Uma outra característica dessa politica foi chamada de coronelismo ,teve sua pratica bastante visível no nordeste brasileiro, onde os coronéis exerciam poder de chefe politica sobre a população de camponeses , pobres e dependentes do poder do coronel .Como o voto não era secreto, era mais fácil os coronéis manter controle politico sobre o eleitorado que sempre acabava votando no candidato dos coronéis, essa pratica era chamada de voto de cabresto.
Na década de 20 a republica cafeeira entrou em declínio com o movimento revolucionário que levou Getúlio Vargas ao poder .O movimentos Tenentismo foi uma serie de revoltas que reagiram contra a politica dos cafeicultores, esse movimento era liderados por jovens do exercito brasileiros que eram contra a politica nacional. O primeiro movimentos desses jovens ocorreu no Rio de Janeiro e ficou conhecido com “revolta do 18 do forte”. Mas o maios movimento de oposição a republica oligárquica foi liderada por Carlos Preste ,que propôs uma longa marcha no Rio Grande do Sul, esse movimento não consistia em ter nenhum partido politico, era apenas uma revolta com o objetivo de acabar com a oligarquia cafeeira .Preste s ficou conhecido como “cavaleiro da esperança”, ele passou a perceber a grande desigualdade sócia predominante no país ao percorrer vários estados brasileiros.

Murillo Simoes (3°08) disse...

Primeira Guerra Mundial
A Segunda Guerra Mundial opôs os Aliados às Potências do Eixo, tendo sido o conflito que causou mais vítimas em toda a história da Humanidade, com mais de 70 milhões de mortes. Em estado de guerra total, mobilizou mais de 100 milhões de militares. As principais potências colocaram suas áreas econômicas, científicas e industriais a serviço da guerra.
Vários problemas atingiam as principais nações européias no início do século XX. O século anterior havia deixado feridas difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra.

Vale lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo.O estopim deste conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra à Servia.
As batalhas desenvolveram-se principalmente em trincheiras. Os soldados ficavam, muitas vezes, centenas de dias entrincheirados, lutando pela conquista de pequenos pedaços de território. A fome e as doenças também eram os inimigos destes guerreiros. Nos combates também houve a utilização de novas tecnologias bélicas como, por exemplo, tanques de guerra e aviões. Enquanto os homens lutavam nas trincheiras, as mulheres trabalhavam nas indústrias bélicas como empregadas.
Em 1917 ocorreu um fato histórico de extrema importância : a entrada dos Estados Unidos no conflito. Os EUA entraram ao lado da Tríplice Entente, pois havia acordos comerciais a defender, principalmente com Inglaterra e França. Este fato marcou a vitória da Entente, forçando os países da Aliança a assinarem a rendição. Os derrotados tiveram ainda que assinar o Tratado de Versalhes que impunha a estes países fortes restrições e punições. A Alemanha teve seu exército reduzido, sua indústria bélica controlada, perdeu a região do corredor polonês, teve que devolver à França a região da Alsácia Lorena, além de ter que pagar os prejuízos da guerra dos países vencedores. O Tratado de Versalhes teve repercussões na Alemanha, influenciando o início da Segunda Guerra Mundial.

A guerra gerou aproximadamente 10 milhões de mortos, o triplo de feridos, arrasou campos agrícolas, destruiu indústrias, além de gerar grandes prejuízos econômicos.
Murillo Simões de Souza (3°08)(Vespertino)

lorena duarte 3ºano 6 nº 23 disse...

Primeira Guerra Mundial e Imperialismo
As razões da supremacia da Europa, 1ª potência econômica do mundo: Dominava grande parte das trocas comerciais mundiais, tinha a maior parte da frota marítima do mundo, tinha a maior parte da produção industrial e a maior parte dos investimentos mundiais eram europeus. As razões da supremacia da Europa Econômicas, políticas e culturais. O IMPERIALISMO A Revolução Industrial do século XVIII (Grã-Bretanha) A busca de matérias primas em maior quantidade e menor preço: Com este objetivo acentua-se o domínio de regiões ainda não controlada pelo capitalismo. Estimula a divulgação do liberalismo econômico influenciando a independência de países da América Latina. Neste caso a idéia de independência apresenta-se como forma de reorganização do mercado mundial - principalmente - nos aspectos relacionados ao fornecimento de matéria prima. O capitalismo - tem como características - o surgimento de crises cíclicas (superprodução industrial) além da necessidade de busca de novos locais para a aplicação de capitais. Aparecimento do capital financeiro. O sistema de controle imperialista criou - nos países dominados - um modelo econômico caracterizado por: * Políticas econômicas nacionais voltadas para as necessidades dos grupos monopolistas * Dependência do capital financeiro dos países imperialistas para saneamento dos deficts decorrentes da balança comercial desfavorável. * Atraso no processo de industrialização Dependência dos produtos industrializados produzidos nos mesmos países consumidores da matéria prima A diferença entre os preços dos produtos primários e industrializados e eventual desvalorização das mercadorias exportadas geravam uma dependência direta dos países colonizados.
A Primeira Guerra Mundial (1914 – 1918) foi um conflito no qual se envolveram países de todos os continentes.Foi um conflito de proporções nunca antes vistas, apesar de toda a tragédia humana, representou também um grande avanço tecnológico. Motivos que levaram a guerra: Disputas pela posse de colônias na Ásia e na África, a Corrida armamentista e o crescimento da Alemanha, os nacionalismos radicais, as alianças feitas entre os países, a partir de 1870, as nações européias, vivendo uma grave crise econômica, procuravam com o domínio da África e da Ásia, superar suas dificuldades e retornar ao crescimento, partilha das terras entre Inglaterra e França, Japão e E.U.A (Processo de industrialização), não havia mais terras no Globo a serem partilhadas. (85% das terras já tinham dono). ALEMANHA progrediu de modo extraordinário após sua unificação. INGLATERRA liderava o comércio marítimo internacional e tinha como principal rival, no campo econômico, a ALEMANHA .
Alemanha X Inglaterra
A França era uma antiga rival da Alemanha. A questão dos paises balcânicos. Outra razão da Primeira Guerra Mundial foi a política expansionista da Rússia , que se arrogava o direito de defender e proteger as pequenas nações eslavas da Península Balcânica.Com o objetivo de unir as forças e isolar os rivais,as nações europeias fizeram vários acordos e alianças entre si, de tal modo que, em 1907, a Europa estava dividida em dois blocos antagônicos. A Tríplice Aliança: Alemanha, Itália e Império Austro-Húngaro) e a Tríplice Entente: Inglaterra, França e Rússia).Faltava apenas um incidente para a guerra começar. O incidente ocorreu em um domingo, na cidade de Saravejo, capital da Bósnia, dois nacionalistas sérvios, que tinham como objetivo libertar a região do domínio austríaco, assassinaram a tiros o herdeiro do trono da Áustria-Hungria, Francisco Ferdinando. Em 1914: Atentado em Sarajevo. No dia 28 de junho de 1914, um atentado na capital da província austríaca da Bósnia-Herzegovina matou o arquiduque Francisco Ferdinando e sua esposa, Sofia Chotek, o atentado acabou deflagrando a Primeira Guerra Mundial. Foi um estudante sérvio chamado Gavrilo Princip, de 19 anos, pertencente a uma associação secreta conhecida como Mão Negra, quem assassinou o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono da Áustria, e sua esposa.

Luely Melo 3º ano 6 nº 24 disse...

A Primeira Guerra Mundial foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança , e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geo-político da Europa e do Médio Oriente.
No início da guerra (1914), a Itália era aliada dos Impérios Centrais na Tríplice Aliança, mas, considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáticas da Grã-Bretanha e da França a fizeram firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra em um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com exceção da cidade de Fiume), parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albânia, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Turco, além de uma expansão das colônias africanas, às custas da Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eritréia). O não-cumprimento das promessas feitas à Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial"Imperialismo" é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou sobre uma ou várias regiões geográficas.

O Imperialismo contemporâneo pode ser também denominado como neocolonialismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos XV e XX, o colonialismo.
Esta prática está registada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, derivado duma prática assente na teoria econômica, só surgiu no início do século XX.
No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da Revolução Industrial que aumentou ainda mais a produção, o que gerou uma grande necessidade de mercado consumidor para esses produtos e uma nova corrida por matérias primas. A concepção de imperialismo foi perpetrada por economistas alemães e ingleses no início do século XX. Este conceito constituiu-se em duas características fundamentais, ou seja, o investimento de capital externo e propriedade econômica monopolista, “um país imperialista era um país que dominava economicamente o outro”. Desse modo, a capitalização das nações imperialistas gradativamente se ampliava, por conseguinte a ‘absorção’ dos países dominados, pois monopólios, mão-de-obra barata e abundante e mercados consumidores levavam ao ciclo do novo colonialismo, que é o produto da expansão constante do imperialismo.

Os países imperialistas dominaram os povos de quase todo o planeta. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população desses países acreditava que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso, isto é, tinham três critérios para explica-la: o etnocentrismo, baseado na pseudo-idéia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos, indígenas e africanos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução a sua maneira errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.
Assim, no final do século XIX e o começo do XX, os países imperialistas se lançaram numa louca corrida pela conquista global o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornam o país cardeal.

Anônimo disse...

A República foi proclamada no Brasil no dia 15 de novembro de 1889 feita por Marechal Deodoro da Fonseca, na cidade do Rio de janeiro, mas a mudança no regime político deve ser analisada como um processo gradativo, que teve seu início por volta de 1870 quando o regime monárquico começou a ser questionado. A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia e seu desgaste político. essas tensões eram envolvidas por três questões: a Militar: A partir de 1870, o exército começou a exigir a participação mais ativa na política do país. A questão Religiosa: A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres, bispos e cardeais
Em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo. A questão Abolicionista: Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as idéias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.
A Primeira República era governada por Marechal Deodoro da Fonseca que renunciou e o seu vice Marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto. Os primeiros anos do regime republicano no Brasil foram marcados pela instabilidade e pela crise política. E teve fatos que marcaram nossa história como o período da República Oligárquica, Política do café com leite, Política dos governadores e o Coronelismo. E também Revoltas como: Canudos, Revolta da Vacina, Revolta da Chibata, Revolta dos 18 do Forte e o Tenentismo.
Daniel Vasconcelos 2° “3” Mat.

Leslie Silva 2 ano 4 disse...

No dia 15 de novembro de 1889 a República foi proclamada no Brasil, o processo de Proclamação da República no Brasil se deve ao desgaste político sofrido pelo imperador D. Pedro II. O regime monárquico teve durante o Segundo Reinado o apoio de três importantes instituições que sustentaram politicamente o governo do imperador D. Pedro II: o exército, a igreja e a aristocracia rural (elite cafeeira). Por diferentes razões estes três grupos ficaram descontentes com a monarquia por diferentes razões, para compreendê-la melhor foi dividida em três questões: militar, religiosa e abolicionista. Questão militar foi o confronto de ideias entre o exército brasileiro e a monarquia. O exército exigia participação mais ativa na política do país, porém a monarquia não permitia grande influência militar nas decisões do governo imperial, por esse motivo o exército passou a defender a república. Questão Religiosa foi um conflito entre a igreja e a monarquia, que se deve aos dois direitos que eram garantidos ao governo brasileiro com os quais a igreja não concordava que eram o padroado e o beneplácito. Já a Questão Abolicionista foi outro fator que contribuiu para o enfraquecimento político do Segundo Reinado, com essa crise a decisão foi o processo da monarquia para a república. De um lado estavam cafeicultores da região oeste do estado de São Paulo que modernizaram a produção e defendiam a abolição e do outro estavam os produtores do Vale do Paraíba, conservadores e escravistas, cuja função enfrentava dificuldades e entrava em declínio. Para eles, a única fonte de riqueza eram os escravos e, por isso, era contra a abolição e aderiram ao ideal republicano. A primeira fase do governo republicano é denominada pela historiografia de republica da espada em alusão ao poder exercido pelos militares nesse período .A republica oligárquica teve seu inicio após os dois primeiros mandatos presidenciais, exercidos por militares, após a revolução de 30 a historiografia,passou a utilizar o termo republica velha já consagrado para denominar o período inicial do regime republicano no Brasil. Uma das principais características da republica velha ou oligárquica foi a alternância no poder entre presidentes que representavam as duas mais influentes oligarquias e dois dos estados mais ricos do país naquela época;:São Paulo e Minas Gerais .A politica café com leite foi denominada assim pelos cafeicultores paulista e pecuaristas mineiros que garantiram vitória de seus candidatos nas eleições presidenciais, as principais revoltas dessa republica foi a dos “Canudos” e a revolta da “Vacina e da chibata".

sabrina almeida 3 ano 3 disse...

O imperialismo e a Primeira Guerra mundial
O imperialismo dos fins do século XIX e princípios do XX distinguiam-se principalmente por duas características: o colapso da hegemonia britânica e o crescimento do capitalismo monopolista. Assimos países imperialistas se lançaram numa corrida por matéria-prima, mercados consumidores e países com uma fragilidade política, com o intuito de colonizar, o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista".
Os países imperialistas dominaram muitos povos de várias partes do planeta, em especial dos continentes africano e asiático. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população desses países se sobrepunham tendo como afirmativa que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso. Dessa forma, tinham 3 visões explicativas: o etnocentrismo, baseado na ideia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos, indígenas e africanos, exemplos clássicos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução de uma forma errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.
Para garantir mercado consumidor aos seus produtos, a Alemanha forjou uma aliança política-econômica-militar com o Império Austro-Húngaro, com a Itália e com o Império Turco-Otomano, porém, o grupo logo teria a saída dos italianos, pressionados pelos ingleses. O grupo liderado pelos alemães foi batizado de Tríplice Aliança. Com isso, nos mesmos moldes, Inglaterra e França, inimigas históricas, se uniram à Rússia na Tríplice Entente.Assim, em julho de 1914, o arquiduque austríaco Francisco Ferdinando, herdeiro do trono do império austríaco, em visita à Sérvia, foi assassinado por um radical bósnio. Tal fato levou o imperador austríaco a declarar guerra à Sérvia. Como a Rússia era aliada dos sérvios, posicionou-se ao lado destes contra a Áustria, o que levou os alemães a alinharem-se aos seus parceiros austríacos.
A Primeira Guerra Mundial foi assim chamada porque foi a primeira guerra a envolver nações de todos os continentes e, também, por ter tido batalhas na Ásia, África e Europa.Foram 9 milhões de mortos e além deles, 6 milhões de soldados voltaram mutilados. Terminou com a rendição da Alemanha em 11 de novembro de 1918. A partir daí, a Europa passou por uma reconfiguração de poder. Especialmente com a assinatura do Tratado de Versalhes em 1919.
E assim quatro anos após a Guerra, a Europa já não era mais a mesma as mudanças eram visíveis, presidentes no lugar de príncipes, automóveis circulando pelas ruas, submarinos nos mares e aviões nos céus. O cinema e o rádio também começaram a se expandir, as mulheres tomaram consciência dos seus direitos e tornaram-se mais livres e tudo isso caracterizava uma nova fase mundial, era o início de um novo século.

ALAN PENA PRADO-2º ano 3 disse...

O assunto nos ajuda a entender que no final do século XIX,aconteceram muitos fatos que ajudaram a levar a proclamação e a Independência do Brasil .No governo imperial aconteceu vários movimentos que de fato declinaram o governo monárquico.
Os fatos que derrubaram o governo imperial foi marcado por questões de poder, os militares brasileiros confrontavam a monarquia, e da parte religiosa, a igreja não apoiava mais o império por causa de intervenções nas ordens religiosa. A queda do império foi chamada de questão abolicionista ,que na segunda metade do século XIX,os militares tiraram definitivamente a monarquia do poder , acabando como governo imperial, começando uma nova Republica.
A nova republica denominada “republica da espada”,e teve como seu primeiro presidente Marechal Deodoro, porém renunciou o cargo ,o que fez assumir Marechal Floriano Peixoto seu vice presidente. Seu primeiro trabalho era conduzir uma elaboração de uma nova constituição para o país. Floriano recebeu o apelido de “Marechal de Ferro”,após resistir a movimentos com finalidade de tira-lo do poder ,as ais importante que Marechal enfrentou foi a segunda revolta armada ea revolução federalista.
Após os mandatos dos presidentes militares, iniciou-se uma nova ordem de poder ,a chamada republica Oligárquica, que durante as três primeiras décadas do século XX conseguiu prevalecer .Uma característica marcante da republica cafeeira foi a alternância de poder dos presidentes que representavam as duas mais influentes oligarquia e dois dos estados mais ricos naquela época, ou seja São Paulo e Minas Gerais. Era famosa politica café com leite, pois os cafeicultores paulistas e pecuaristas mineiros estabeleceram acordos e alianças politicas que garantiram vitória de seus candidatos nas eleições de seus presidenciais.
A chamada politica dos governadores era responsabilizada pelo presidente Campos Sales ,foi uma característica da republica oligárquica, ela consistia em um elo formado entre o governo federal e os governos estaduais que sempre garantiam a vitória de seus candidatos presidências .Uma outra característica dessa politica foi chamada de coronelismo ,teve sua pratica bastante visível no nordeste brasileiro, onde os coronéis exerciam poder de chefe politica sobre a população de camponeses , pobres e dependentes do poder do coronel .Como o voto não era secreto, era mais fácil os coronéis manter controle politico sobre o eleitorado que sempre acabava votando no candidato dos coronéis, essa pratica era chamada de voto de cabresto.
Na década de 20 a republica cafeeira entrou em declínio com o movimento revolucionário que levou Getúlio Vargas ao poder .O movimentos Tenentismo foi uma serie de revoltas que reagiram contra a politica dos cafeicultores, esse movimento era liderados por jovens do exercito brasileiros que eram contra a politica nacional. O primeiro movimentos desses jovens ocorreu no Rio de Janeiro e ficou conhecido com “revolta do 18 do forte”. Mas o maios movimento de oposição a republica oligárquica foi liderada por Carlos Preste ,que propôs uma longa marcha no Rio Grande do Sul, esse movimento não consistia em ter nenhum partido politico, era apenas uma revolta com o objetivo de acabar com a oligarquia cafeeira .Preste s ficou conhecido como “cavaleiro da esperança”, ele passou a perceber a grande desigualdade sócia predominante no país ao percorrer vários estados brasileiros.

Paloma Neves Rabelo 3º 8 disse...

Começa em 1914 como uma disputa local entre impérios entendendo-se pelas potencias da Europa atingindo o mundo inteiro, no qual confrontam –se grupos de países organizados em pactos, no começo do século xx a Alemanha se torna o pais mais poderoso do continente.
No início do século xx, a guerra tornou-se o assunto mais presente nos meios políticos e governamentais.
A guerra era apresentada, não na sua crueldade sanguinária, mas como um momento de gloria e heroísmo; era o local onde o homem podia provar o seu valor.
Todos os envolvidos a guerra esperavam um conflito rápido como apoio de armas modernas; mas em primeiro momento foi feita de movimentos rápidos.
A expansão imperialista proporcionava condições estáveis a população, mas provocou, cada vez mais, a disputa com a Alemanha pelos mercados tanto na Europa como em outros continentes.
Na preparação da guerra criaram a tríplice entente no qual unia as principais potencias europeias com o objetivo de neutralizar a Alemanha que se aproveitava da rivalidade entres essas potencias para aumentar seu poder e sua influência na Europa.
Em meio a tantos acontecimentos o governo italiano manteve-se neutro, esperando uma oportunidade para entrar na guerra ao lado de quem oferecesse melhores condições para seus interesses.
No início na guerra o governo brasileiro declarou neutralidade assim como os estados unidos e somente em outubro de 1917 após perde um navio o brasil declarou guerra à Alemanha; até sua chegada na Europa a guerra já estava quase terminada.
Já o ano de 1917 foi complicado para os dois lados da guerra; o enorme esforço, o esgotamento das reservas materiais e humanas e a falta de alimentos e de matéria-prima criaram uma situação de descontentamento entre a população civil e entre soldados originou revoltas em toda parte.
A fome e a saúde precária da população alemã levam o pais a beira de uma revolução social e com tudo isso surge os regimes ditatórias em todo o mundo.
A Europa sem o poder de influência no mundo, mergulhava em uma crise que duraria até as vésperas de outra guerra.
Apesar de tantas mortes, perdas e declínios da economia europeia a guerra deu início ao aparecimento de uma nova forma de sociedade: a socialista

Anônimo disse...

A Revolução Industrial foi de grande importância e contribui para a guerra, pois com o sistema capitalista foram criados motores de combustam como os carros e maquinas elétricas que se expandiram e revolucionaram a guerra mundial. E com a revolução foram criados os monopólios que eram constituídos de grandes e pequenas empresas na qual as grandes dominavam o mercado e as que eram inferiores enfraqueciam ou faliam.

Os monopólios que eram as grandes empresas queriam matérias primas e investiam em outros locais poderia ser da regiam ou fora do país que mais tarde receberia o retorno de seu investimento e com isso fortaleciam e estabilizavam esses locais e isso foi chamado pelos alemães de imperialismo no inicio do século XX, o imperialismo estava ligado a dois fenômenos que eram o investimento de capital estrangeiro e o domínio de um país sobre o outro.

O imperialismo colonizou parte da África e parte da Ásia e ajudou um país a destruir o outro usando a imprensa com os seus jornais de forma moralmente para se destruírem. O começo de século XX, os ingleses estavam ultrapassando os alemães, e as ambas as partes não queriam concorrer no mercado e viram que a guerra seria muito bem vinda.
Primeira guerra aconteceu por diversos motivos, e nessa houve três fases: guerra do movimento, que foi o inicio do conflito inicial que arrastou vários países para a guerra; guerra das trincheiras que os franceses introduziam trincheiras em solo alemão e novas armas como metralhadoras e os tanques e as ofensivas que foi a Itália e Japão.

Umas das causas para o inicio da guerra foi o assassinato de Francisco Fernandes, esse ocorrido foi uma das causas imediatas para a guerra e outros fatores tais como: a construção da estrada de ferro Berlin – Bagdá, pois colocaria a Alemanha em disposição de lenços petrolíferos do Golfo do Pérsico, o nacionalismo da Servia e muitos outros motivos.

Os EUA venderam mercadorias para outros países para ajudarem eles na guerra e podiam pagar depois da guerra mundial, mas temeu um pouco, pois ficou com medo de esses países não pagarem suas dívidas com o estado, pois eles deviam a eles quase dois bilhões de dólares.

Muitos países se prepararam, uns se aliaram e outros como a Alemanha desequilibrava as forças politicas e militares no continente Europeu. Diante dessa ameaça comum, a França e a Inglaterra deixaram de lado as antigas rivalidades e firmaram um pacto para manter um equilíbrio dentro da Europa que garantisse a paz ou, em caso de guerra, uma forte aliança.

Esse pacto recebeu o nome de Entente Cordiale Anglo-Francesa e foi assinado em abril de 1904.

A França reconhecia a soberania da Inglaterra no Egito a adjacências; em troca, a Inglaterra deixava o Marrocos com a França. Os dois países se apoiariam em caso de alguma potência estrangeira colocar empecilhos á realização dos objetivos desse acordo.

Ocorreu também o contrato de versalhes que fazia com que os países perdedores da guerra deveriam passar para os ganhadores uma forma de imposto, isso causou muita revolta pois os países perdedores estavam muito destruídos com a guerra e a suas economias muito precárias. Muitos perderam parte de seus territórios como a Alemanha algumas de suas colônias, famílias destruídas e órfãs, muito desemprego na Europa e o império astro- húngaro se fragmentou.


ALUNO: Ageu da silva Lopes, 3º-8



Anônimo disse...

A Revolução Industrial foi de grande importância e contribui para a guerra, pois com o sistema capitalista foram criados motores de combustam como os carros e maquinas elétricas que se expandiram e revolucionaram a guerra mundial. E com a revolução foram criados os monopólios que eram constituídos de grandes e pequenas empresas na qual as grandes dominavam o mercado e as que eram inferiores enfraqueciam ou faliam.

Os monopólios que eram as grandes empresas queriam matérias primas e investiam em outros locais poderia ser da regiam ou fora do país que mais tarde receberia o retorno de seu investimento e com isso fortaleciam e estabilizavam esses locais e isso foi chamado pelos alemães de imperialismo no inicio do século XX, o imperialismo estava ligado a dois fenômenos que eram o investimento de capital estrangeiro e o domínio de um país sobre o outro.

O imperialismo colonizou parte da África e parte da Ásia e ajudou um país a destruir o outro usando a imprensa com os seus jornais de forma moralmente para se destruírem. O começo de século XX, os ingleses estavam ultrapassando os alemães, e as ambas as partes não queriam concorrer no mercado e viram que a guerra seria muito bem vinda.
Primeira guerra aconteceu por diversos motivos, e nessa houve três fases: guerra do movimento, que foi o inicio do conflito inicial que arrastou vários países para a guerra; guerra das trincheiras que os franceses introduziam trincheiras em solo alemão e novas armas como metralhadoras e os tanques e as ofensivas que foi a Itália e Japão.

Umas das causas para o inicio da guerra foi o assassinato de Francisco Fernandes, esse ocorrido foi uma das causas imediatas para a guerra e outros fatores tais como: a construção da estrada de ferro Berlin – Bagdá, pois colocaria a Alemanha em disposição de lenços petrolíferos do Golfo do Pérsico, o nacionalismo da Servia e muitos outros motivos.

Os EUA venderam mercadorias para outros países para ajudarem eles na guerra e podiam pagar depois da guerra mundial, mas temeu um pouco, pois ficou com medo de esses países não pagarem suas dívidas com o estado, pois eles deviam a eles quase dois bilhões de dólares.

Muitos países se prepararam, uns se aliaram e outros como a Alemanha desequilibrava as forças politicas e militares no continente Europeu. Diante dessa ameaça comum, a França e a Inglaterra deixaram de lado as antigas rivalidades e firmaram um pacto para manter um equilíbrio dentro da Europa que garantisse a paz ou, em caso de guerra, uma forte aliança.

Esse pacto recebeu o nome de Entente Cordiale Anglo-Francesa e foi assinado em abril de 1904.

A França reconhecia a soberania da Inglaterra no Egito a adjacências; em troca, a Inglaterra deixava o Marrocos com a França. Os dois países se apoiariam em caso de alguma potência estrangeira colocar empecilhos á realização dos objetivos desse acordo.

Ocorreu também o contrato de versalhes que fazia com que os países perdedores da guerra deveriam passar para os ganhadores uma forma de imposto, isso causou muita revolta pois os países perdedores estavam muito destruídos com a guerra e a suas economias muito precárias. Muitos perderam parte de seus territórios como a Alemanha algumas de suas colônias, famílias destruídas e órfãs, muito desemprego na Europa e o império astro- húngaro se fragmentou.

ALUNO: Ageu da silva Lopes, 3º-8

Bruno Oliveira disse...

Aluno: Bruno Alexandre Ferreira de Oliveira Turma: 3:4 N:6 matutino
Imperialismo e primeira guerra
Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também dominado como neocolonial ismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos xv e xIv, o colonialismo. Em prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no inicio do século xx.
A primeira guerra mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerras das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entinte (liderada pelo império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo império Alemão, Império-Húngario e Imperio Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.
No incío da Guerra (1914), a Itália era aliada dos impérios Centrais na Tríplice Aliança, mais, considerando que a aliança tinha carácter defensivo ( e guerra havia sido declarada pela Áustralia) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado á aliança e que, portanto, permaneceria neutro. eMais tarde, as pressões diplomaticas da Grã-Bretanha e da França fezeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austriaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territorias que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Istria ( com exceção da cidade de Fiume), a parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albania, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Imperio Turco, além de uma expanção das colônias africanas, as custas da Alemanha (a Itália já possuia na África: a Líbia, a Somália e a Enitréia). O não-cumprimento das promessas feitas á Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial. Em 1917, a Rúsia abandonou a guerra em razão do inicio da revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participava na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino de guerra e garantindo a vitoria da Triplece Entende.
O Imperialismo nada mais é que uma expansão territorial, cultural e econômica, mas principalmente territorial, que uma nação tomava conta de outra. Ocorreu na época da segunda Revolução Industrial. O Imeprialismo, pois possui bastantes diferenças do Imperialismo do periodo colonial.
Os países imperialistas buascavam principalmente matéria prima, mercado consumidor e mão-de-obra barata. O nascimento imperialismo foi dado por alemães e ingleses no incio do século xx.

Bruno Alexandre disse...

Aluno: Bruno Alexandre Ferreira de Oliveira Turma: 3° “04” Nº06 matutino
Imperialismo e primeira guerra
Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também dominado como neocolonial ismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos xv e xIv, o colonialismo. Em prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no inicio do século xx.
A primeira guerra mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerras das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entinte (liderada pelo império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo império Alemão, Império-Húngario e Imperio Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.
No incío da Guerra (1914), a Itália era aliada dos impérios Centrais na Tríplice Aliança, mais, considerando que a aliança tinha carácter defensivo ( e guerra havia sido declarada pela Áustralia) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado á aliança e que, portanto, permaneceria neutro. eMais tarde, as pressões diplomaticas da Grã-Bretanha e da França fezeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austriaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territorias que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Istria ( com exceção da cidade de Fiume), a parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albania, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Imperio Turco, além de uma expanção das colônias africanas, as custas da Alemanha (a Itália já possuia na África: a Líbia, a Somália e a Enitréia). O não-cumprimento das promessas feitas á Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial. Em 1917, a Rúsia abandonou a guerra em razão do inicio da revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participava na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino de guerra e garantindo a vitoria da Triplece Entende.
O Imperialismo nada mais é que uma expansão territorial, cultural e econômica, mas principalmente territorial, que uma nação tomava conta de outra. Ocorreu na época da segunda Revolução Industrial. O Imeprialismo, pois possui bastantes diferenças do Imperialismo do periodo colonial.
Os países imperialistas buascavam principalmente matéria prima, mercado consumidor e mão-de-obra barata. O nascimento imperialismo foi dado por alemães e ingleses no incio do século xx.

Bruno Alexandre disse...

Aluno: Bruno Alexandre Ferreira de Oliveira Turma: 3° “04” Nº06 matutino
Imperialismo e primeira guerra
Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também dominado como neocolonial ismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos xv e xIv, o colonialismo. Em prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no inicio do século xx.
A primeira guerra mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerras das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entinte (liderada pelo império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo império Alemão, Império-Húngario e Imperio Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.
No incío da Guerra (1914), a Itália era aliada dos impérios Centrais na Tríplice Aliança, mais, considerando que a aliança tinha carácter defensivo ( e guerra havia sido declarada pela Áustralia) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado á aliança e que, portanto, permaneceria neutro. eMais tarde, as pressões diplomaticas da Grã-Bretanha e da França fezeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austriaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territorias que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Istria ( com exceção da cidade de Fiume), a parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albania, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Imperio Turco, além de uma expanção das colônias africanas, as custas da Alemanha (a Itália já possuia na África: a Líbia, a Somália e a Enitréia). O não-cumprimento das promessas feitas á Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial. Em 1917, a Rúsia abandonou a guerra em razão do inicio da revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participava na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino de guerra e garantindo a vitoria da Triplece Entende.
O Imperialismo nada mais é que uma expansão territorial, cultural e econômica, mas principalmente territorial, que uma nação tomava conta de outra. Ocorreu na época da segunda Revolução Industrial. O Imeprialismo, pois possui bastantes diferenças do Imperialismo do periodo colonial.
Os países imperialistas buascavam principalmente matéria prima, mercado consumidor e mão-de-obra barata. O nascimento imperialismo foi dado por alemães e ingleses no incio do século xx.

Bruno Alexandre disse...

Aluno: Bruno Alexandre Ferreira de Oliveira Turma: 3° “04” N° 06 matutino
Imperialismo e primeira guerra
Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também dominado como neocolonial ismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos xv e xIv, o colonialismo. Em prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no inicio do século xx.
A primeira guerra mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerras das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entinte (liderada pelo império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo império Alemão, Império-Húngario e Imperio Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.
No incío da Guerra (1914), a Itália era aliada dos impérios Centrais na Tríplice Aliança, mais, considerando que a aliança tinha carácter defensivo ( e guerra havia sido declarada pela Áustralia) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado á aliança e que, portanto, permaneceria neutro. eMais tarde, as pressões diplomaticas da Grã-Bretanha e da França fezeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austriaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territorias que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Istria ( com exceção da cidade de Fiume), a parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albania, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Imperio Turco, além de uma expanção das colônias africanas, as custas da Alemanha (a Itália já possuia na África: a Líbia, a Somália e a Enitréia). O não-cumprimento das promessas feitas á Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial. Em 1917, a Rúsia abandonou a guerra em razão do inicio da revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participava na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino de guerra e garantindo a vitoria da Triplece Entende.
O Imperialismo nada mais é que uma expansão territorial, cultural e econômica, mas principalmente territorial, que uma nação tomava conta de outra. Ocorreu na época da segunda Revolução Industrial. O Imeprialismo, pois possui bastantes diferenças do Imperialismo do periodo colonial.
Os países imperialistas buascavam principalmente matéria prima, mercado consumidor e mão-de-obra barata. O nascimento imperialismo foi dado por alemães e ingleses no incio do século xx.

Anônimo disse...

Aluno: Bruno Alexandre Ferreira de Oliveira Turma: 3° “04” N:6 matutino
Imperialismo e primeira guerra
Imperialismo é a política de expansão e domínio territorial, cultural e econômico de uma nação sobre outras, ou várias regiões geográficas.
O imperialismo contemporâneo pode ser também dominado como neocolonial ismo, por possuir muitas semelhanças com o regime vigorado entre os séculos xv e xIv, o colonialismo. Em prática está registrada na história da humanidade através de muitos exemplos de impérios que se desenvolveram e, em muitos casos, foram aniquilados ou substituídos por outros. No entanto, o conceito, derivado de uma prática assente na teoria econômica, só surgiu no inicio do século xx.
A primeira guerra mundial (também conhecida como Grande Guerra antes de 1939, e Guerras das Guerras) foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a Tríplice Entinte (liderada pelo império Britânico, França, Império Russo (até 1917) e Estados Unidos (a partir de 1917) que derrotou a Tríplice Aliança (liderada pelo império Alemão, Império-Húngario e Imperio Turco-Otomano), e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente.
No incío da Guerra (1914), a Itália era aliada dos impérios Centrais na Tríplice Aliança, mais, considerando que a aliança tinha carácter defensivo ( e guerra havia sido declarada pela Áustralia) e a Itália não havia sido preventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o governo italiano afirmou não se sentir vinculado á aliança e que, portanto, permaneceria neutro. eMais tarde, as pressões diplomaticas da Grã-Bretanha e da França fezeram-na firmar em 26 de abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austriaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territorias que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Istria ( com exceção da cidade de Fiume), a parte da Dalmácia, um protetorado sobre a Albania, sobre algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Imperio Turco, além de uma expanção das colônias africanas, as custas da Alemanha (a Itália já possuia na África: a Líbia, a Somália e a Enitréia). O não-cumprimento das promessas feitas á Itália foi um dos fatores que a levaram a aliar-se ao Eixo na Segunda Guerra Mundial. Em 1917, a Rúsia abandonou a guerra em razão do inicio da revolução. No mesmo ano, os EUA, que até então só participava na guerra como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entram militarmente no conflito, mudando totalmente o destino de guerra e garantindo a vitoria da Triplece Entende.
O Imperialismo nada mais é que uma expansão territorial, cultural e econômica, mas principalmente territorial, que uma nação tomava conta de outra. Ocorreu na época da segunda Revolução Industrial. O Imeprialismo, pois possui bastantes diferenças do Imperialismo do periodo colonial.
Os países imperialistas buascavam principalmente matéria prima, mercado consumidor e mão-de-obra barata. O nascimento imperialismo foi dado por alemães e ingleses no incio do século xx.

Anônimo disse...

A era do Imperialismo uma nova etapa da expansão capitalista.
Na primeira fase da Revolução Industrial, a indústria do algodão representou a principal fonte de diversas para cofres ingleses. Nos primeiros anos da década de 1840, as possibilidades de crescimento dessa indústria foram esgotadas, com isso levou a Inglaterraa uma série crise de econômica.
Uma nova fase no processo de industrialização teve inicio tanto na Inglaterra quando em outros países: as indústrias as maiores de bens de capital, de carvão, de fero e aço foram as maiores beneficiados.A construção de ferrovias se espelhou por todo o mundo até cerca de 1885. A expansão capitalista estava ligada ao grande desenvolvimento técnico e científico.
Entretanto, a Primeira Guerra Mundial foi um conflito no qual se envolveram países de todos os continentes. A expansão imperialista inglesa proporcionava condições estáveis á população, mas provocou, a disputa com a Alemanha pelos mercados tanto n a Europa como em outros continentes.
Depois da guerra, a Europa não era a mesma sem o poder de influencia no mundo, mergulha em uma crise que duraria até véspera de outra guerra. A primeira Guerra Mundial foi o prenuncia da crise total sobre a Europa, ao mesmo tempo que marcou a mudança do centro das decisões para o outro lado do atlântico.

Sávio da Silva- 3ano 03-Matutino

Anônimo disse...

Proclamação da República:
O regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II. A queda monarquia tem como causas: Crise e desgaste da mesma - o sistema monárquico não correspondia mais aos desejos do povo e às necessidades sociais. Um sistema em que houvesse mais liberdade econômica, democracia e menos autoritarismo era almejado. A interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, provocou atritos com a Igreja Católica. A censura imposta pelo regime monárquico aos militares.O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte.A classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República. A falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político.O fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.
Por fim, a proclamação aconteceu na então ppcapital brasileira, o Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca liderou um golpe militar que derrubou a Monarquia e instaurou a República Federativa e Presidencialista no Brasil. No mesmo dia foi instaurado o governo provisório em que o Marechal Deodoro da Fonseca assumiu a presidência da República.
victor hugo da silva barroncas 2° ano 1 - Matutino

Anônimo disse...

Durante o segundo reinado as três instituições que sustentavam o governo do imperador ficaram insatisfeitas com algumas decisões tomadas, ocasionando três questões que ajudaram na queda da monarquia: a questão Militar, Religiosa e Abolicionista.
A Proclamação da República não teve participação popular, aconteceu somente entre a elite brasileira e os militares. O primeiro presidente foi o Marechal Deodoro da Fonseca, e Marechal Floriano Peixoto foi o vice-presidente. Deodoro renunciou meses depois de ser eleito, deixando seu cargo para Floriano, que ficou conhecido como "Marechal de Ferro", devido a sua resistência ao cargo, mesmo com as revoltas contra ele.
Após alguns mandados presidenciais ocorreu o período chamado de Republica Oligárquica, onde a política foi dominada pela oligarquia cafeeira (São Paulo), junto com Minas Gerais, formando a política do café com leite.
Houve diversas manifestações, onde as pessoas questionavam as condições terríveis em que viviam, como a revolta da vacina, que foi uma revolta do povo brasileiro contra a vacinação obrigatória, pois não haviam tido nenhuma informação sobre ela, a revolta da chibata, que foi uma revolta dos marinheiros contra os castigos físicos que eles recebiam, entre outras.
O Brasil foi se desenvolvendo gradativamente, tendo um grande aumento na industrialização e no movimento operário na Primeira Guerra Mundial.
A oligarquia cafeeira entrou em declínio com um movimento revolucionário que levou Getúlio Vargas à presidência. A primeira grande revolta contra o governo foi a Revolta dos 18, uma revolta que envolveu vários jovens oficiais, ficou assim conhecida pois restaram somente 18 combatentes de 300. A revolta fracassou, porém ela entrou para a história, pois ela deu início a muitas outras manifestações tenentistas. Outra importante manifestação contra a República Oligárquica foi a Coluna Prestes, liderada por Luís Carlos Prestes. Foi uma grande marcha que passou por vários estados brasileiros, onde as pessoas tentavam trazer mais pessoas para a adesão ao movimento. Prestes percebeu que uma mudança política seria o bastante para resolver todos os problemas econômicos e sociais que o Brasil possuía.

João couto silva neto 2ano-1

Anônimo disse...

A Proclamação da Republica ocorreu no dia 15 de Novembro de 1889, esse período monárquico esteve durante o Segundo reinado por volta ( 1840-1889).
O governo do imperador D. Pedro II teve três importantes instituições que apoiaram a sustentação politica do seu governo que foi o: exército, igreja e a aristocracia, com isso a proclamação teve três questões, a questão militar que foi o confronto das ideias entre o exército brasileiro, a questão religiosa foi a importante perda do apoio do exército nacional, e a questão abolicionista que foi o enfraquecimento do Segundo Reinado e a queda da Monarquia.
Da forma como já ocorreu no processo de Independência do Brasil, a Proclamação da Republica não contou com a participação da população, foi um evento articulado e conduzido pela elite cafeeira e pelos militares sem qualquer envolvimento da população que não sabia o que estava acontecendo. A primeira fase do governo republicano ficou conhecida como Republica da Espada, em poder exercido pelos militares.
O primeiro presidente do novo regime assumiu o governo de Marechal Deodoro que renunciou seu cargo, por não cumprir todo seu mandato, e o vice-presidente marechal Floriano Peixoto assumiu seu posto.
Depois dos dois primeiros mandatos presidenciais, que foram exercidos por militares, começou o período da Republica Oligárquica, prevalecendo os interesses da oligarquia cafeeira durante as três primeiras décadas do século XX. Uma das principais características da República Velha ou Oligárquica foi a alternância de presidentes no poder que representava as duas mais influentes oligarquias e os mais ricos do país que eram São Paulo e Minas Gerais, que eram a famosa politica do café com leite.
O rio de janeiro necessitava de melhores condições de estrutura para superar os graves problemas de saúde que estavam prejudicando a vida do povo naquela época, sendo assim a população foi obrigado a tomar uma vacina, que não tinham nenhuma informação dos efeitos que ela tinha, esse período ficou conhecido como a Revolta da vacina.
Por volta do século XX o Brasil procurou desenvolver uma economia industrial que predominasse a agricultura cafeeira, mesmo o Brasil ainda tendo sua economia voltada para a produção agrícola começava a crescer e os resultados desse processo foi o surgimento da organização dos proletários e dos primeiros movimentos políticos da classe operária.
Anos mais tarde Dom Pedro acabou ficando doente, já não tomava nenhuma decisão politica, com isso o movimento acabou ganhando força no Brasil. A família imperial e Dom Pedro saíram , rumo a Europa, e Marechal Deodoro assim ficando como presidente da República , e começando assim as eleições por votos.
victor hugo da silva barroncas 2-1 matutino

Anônimo disse...

A crise do império acorreu no Segundo Reinado, à crise teve apoio de algumas instituições. A questão militar foi chamada por causa do confronto entre o exército brasileiro e a monarquia. Durante o ano de 1870 o pessoal do exército começou a exigir a participação ativa da política, os militares tornaram-se os defensores da república. Seguindo juntamente com a Questão Religiosa, a igreja era muito relacionada ao estado. Entre as pessoas religiosas havia muitos políticos, a questão abolicionista foi o fator que ajudou na queda da monarquia, a crise foi à transição para a república, ao decorrer da crise política ficou difícil ao governo lutar. A proclamação foi quem liderou o golpe fatal da mesma forma fazendo a queda do imperador.
Um dos primeiros presidentes da república foi militar, logo em seguida assumiu Marechal Deodoro que não demorou muito tempo, pois não estava cumprindo o seu mandato, quando ele renunciou quem assumiu foi seu vice Floriano, quando assumiu a primeira tarefa a se fazer era ter que cumprir o artigo constitucional, ainda no seu mandado passou a enfrentar a segunda revolta armada e a Revolução federalistas. Os primeiros mandados eram denominados pelos militares, a política dos governadores tinha aliança com os governos tanto federal quanto os estaduais, nessa aliança manipulavam os rurais. Na época havia fraudes eleitorais, a república velha passou por muitas revoltas como revolta da vacina e da chibata, o que aconteceu para se formar a revolta da vacina foi que toda a população era obrigada a ser vacinada e muitas pessoas não sabiam o porquê dessa vacina, o governo não esclareceu e sendo assim a população formou a chamada Revolta da vacina. A revolta da chibata ocorreu no Rio de Janeiro, o que fez acontecer a revolta da chibata foi os marinheiros, que eram submetidos a chibatadas, pelo acontecimento que era o racismo
O Brasil teve um grande número de imigrantes que vieram da Europa, a industrialização só crescia, com o movimento operário que aconteceu após a guerra mundial, o Brasil foi beneficiado, os militares fizeram uma grande greve reivindicando seus direitos na melhoria e condições no trabalho. O primeiro movimento contra o governo foi à revolta dos 18 forte, mesmo sendo um fracasso ficou para a história do nosso Brasil.
joão couto silva neto 2-1 matutino

Rafhael martins 3° 07 disse...

No inicio do assunto do imperialismo fala-se do numero de pessoas de outros países que adentram no pais e fazem parte da população que a frança foi ao lado da Inglaterra o vasto centro do império colonial e que esses imigrantes se acentua em épocas de crise econômica .depois das guerras napoleônicas começam a primeira guerra mundial que são o conflito de vários países em busca de mais poder e de novas terras os países que tiveram mai conflitos na primeira guerra mundial foi Alemanha VS frança . fora da Europa acontecem terríveis guerras como a do Paraguai e a de secessão nos estados unidos.ja na segunda revolução na primeira fase dessa revolução da industria de algodão representou a principal fonte de divisas para os cofres ingleses abalados pela guerra.os mercados estavam abarrotados e a margem de lucro caiu vertiginosamente.a construção de uma ferrovia consumia muito capital e suas possibilidades de lucro eram enormes na outra parte da revolução a euforia de desenvolvimento nessa segunda fase da revolta industrial pouco as razoes dessa crise ainda não estão completamente exolicadas,mas esta associada a queda de consumo a ao aumento da concorrência entre os setores industriais da economia.no final do século 19 ocorre uma revolta tecnológica que incluía a construção dos primeiros motores elétricos novidade naquela época a transição de energia por alguns tipos de cabos ou coisa do gênero o surgimentos da primeiras lâmpadas elétricas que foi umas das descobertas do século modificando e mudando de uma certa forma a vida das pessoas a aperfeiçoarão do telefone que era o único meio de comunicação a distancia o telegrafo sem fio e o descobrimento do petróleo proveniente de dejetos de animais saturados com o tempo assim indo para nas bacias sedimentares e assim formando uma substancia oleosa chamada de petróleo hoje a principal matéria prima da produção de combustíveis. A conquista da Ásia após a revolução industrial essa relação.
A conquista da áfrica em meados do século 19 com a divisão de quase que hoje corresponderia em parte ao norte da áfrica do sul. Os europeus aproveitara-se das divisões políticas entre os chefes e reis africanos e introduzindo o comercio acabaram por conseguir que as autoridades fossem,pouco apouco, cedendo parte do territórios campanhas europeias.
Com o surgimento de novas potencias indústrias no finas do século 19 como a Alemanha e Itália, aumentou a instabilidade econômica de países com uma tradição mais antiga de desenvolvimento.
Na preparação para a guerra a Alemanha era uma ameaça que desequilibrada o jogo de forças políticas e militares no continente europeu.a morte nas trincheiras em um primeiro momento a guerra foi feita de por movimentos rápidos com a Alemanha seguindo restritamente o plano de Von schieffen .o fim da guerra em 1918 a Alemanha fez uma ultima e desesperada tentativa para romper com o impasse e derrotar seus inimigosda entende.o mundo depois da guerra ficou acabado países destruídos praticamente todo .

Rafhael martins 3° 07 disse...

No inicio do assunto do imperialismo fala-se do numero de pessoas de outros países que adentram no pais e fazem parte da população que a frança foi ao lado da Inglaterra o vasto centro do império colonial e que esses imigrantes se acentua em épocas de crise econômica .depois das guerras napoleônicas começam a primeira guerra mundial que são o conflito de vários países em busca de mais poder e de novas terras os países que tiveram mai conflitos na primeira guerra mundial foi Alemanha VS frança . fora da Europa acontecem terríveis guerras como a do Paraguai e a de secessão nos estados unidos.ja na segunda revolução na primeira fase dessa revolução da industria de algodão representou a principal fonte de divisas para os cofres ingleses abalados pela guerra.os mercados estavam abarrotados e a margem de lucro caiu vertiginosamente.a construção de uma ferrovia consumia muito capital e suas possibilidades de lucro eram enormes na outra parte da revolução a euforia de desenvolvimento nessa segunda fase da revolta industrial pouco as razoes dessa crise ainda não estão completamente exolicadas,mas esta associada a queda de consumo a ao aumento da concorrência entre os setores industriais da economia.no final do século 19 ocorre uma revolta tecnológica que incluía a construção dos primeiros motores elétricos novidade naquela época a transição de energia por alguns tipos de cabos ou coisa do gênero o surgimentos da primeiras lâmpadas elétricas que foi umas das descobertas do século modificando e mudando de uma certa forma a vida das pessoas a aperfeiçoarão do telefone que era o único meio de comunicação a distancia o telegrafo sem fio e o descobrimento do petróleo proveniente de dejetos de animais saturados com o tempo assim indo para nas bacias sedimentares e assim formando uma substancia oleosa chamada de petróleo hoje a principal matéria prima da produção de combustíveis. A conquista da Ásia após a revolução industrial essa relação.
A conquista da áfrica em meados do século 19 com a divisão de quase que hoje corresponderia em parte ao norte da áfrica do sul. Os europeus aproveitara-se das divisões políticas entre os chefes e reis africanos e introduzindo o comercio acabaram por conseguir que as autoridades fossem,pouco apouco, cedendo parte do territórios campanhas europeias.
Com o surgimento de novas potencias indústrias no finas do século 19 como a Alemanha e Itália, aumentou a instabilidade econômica de países com uma tradição mais antiga de desenvolvimento.
Na preparação para a guerra a Alemanha era uma ameaça que desequilibrada o jogo de forças políticas e militares no continente europeu.a morte nas trincheiras em um primeiro momento a guerra foi feita de por movimentos rápidos com a Alemanha seguindo restritamente o plano de Von schieffen .o fim da guerra em 1918 a Alemanha fez uma ultima e desesperada tentativa para romper com o impasse e derrotar seus inimigosda entende.o mundo depois da guerra ficou acabado países destruídos praticamente todo .

Kassandra Paes 3º 8 disse...

A primeira guerra mundial aconteceu entre os anos de 1914 e 1918, o mundo vivia uma grande época. Era um período de grande progresso tanto no campo econômico e tecnológico. Os países ricos queria impor seus desejos aos países pobres, porem na verdade todo esse clima de glória estava escondendo fortes tensões que viriam deflorar aquela que também ficou conhecida como guerra das guerras , um dos maiores acontecimentos da história mundial.
Quanto mais os países europeus se industrializavam maior ficava a disputa entre eles que queriam não apenas a Europa e modernizando sua economia sobrepondo as outras nações. Esse acontecimento provocou uma forte tensão pois os países industrializados disputavam e as matérias primas com todas as armas que lhes eram possíveis.
Imperialismo
Processo de exploração econômica e denominação política estabelecida pelas potências capitalistas emergentes ao longo do século XIV e início do século XX. A disputa por novos mercados envolve Reino Unido, França e Bélgica.
Os países industrializados necessitam encontrar territórios em matéria-prima para abastecer sua economia.
As invasões tecnológicas decorrentes da segunda Revolução Industrial e a exploração de novas fontes de energia aumentam a capacidade de produção com um novo mercado.

Rafhael martins 3° 07 disse...

No inicio do assunto do imperialismo fala-se do numero de pessoas de outros países que adentram no pais e fazem parte da população que a frança foi ao lado da Inglaterra o vasto centro do império colonial e que esses imigrantes se acentua em épocas de crise econômica .depois das guerras napoleônicas começam a primeira guerra mundial que são o conflito de vários países em busca de mais poder e de novas terras os países que tiveram mai conflitos na primeira guerra mundial foi Alemanha VS frança . fora da Europa acontecem terríveis guerras como a do Paraguai e a de secessão nos estados unidos.ja na segunda revolução na primeira fase dessa revolução da industria de algodão representou a principal fonte de divisas para os cofres ingleses abalados pela guerra.os mercados estavam abarrotados e a margem de lucro caiu vertiginosamente.a construção de uma ferrovia consumia muito capital e suas possibilidades de lucro eram enormes na outra parte da revolução a euforia de desenvolvimento nessa segunda fase da revolta industrial pouco as razoes dessa crise ainda não estão completamente exolicadas,mas esta associada a queda de consumo a ao aumento da concorrência entre os setores industriais da economia.no final do século 19 ocorre uma revolta tecnológica que incluía a construção dos primeiros motores elétricos novidade naquela época a transição de energia por alguns tipos de cabos ou coisa do gênero o surgimentos da primeiras lâmpadas elétricas que foi umas das descobertas do século modificando e mudando de uma certa forma a vida das pessoas a aperfeiçoarão do telefone que era o único meio de comunicação a distancia o telegrafo sem fio e o descobrimento do petróleo proveniente de dejetos de animais saturados com o tempo assim indo para nas bacias sedimentares e assim formando uma substancia oleosa chamada de petróleo hoje a principal matéria prima da produção de combustíveis. A conquista da Ásia após a revolução industrial essa relação.
A conquista da áfrica em meados do século 19 com a divisão de quase que hoje corresponderia em parte ao norte da áfrica do sul. Os europeus aproveitara-se das divisões políticas entre os chefes e reis africanos e introduzindo o comercio acabaram por conseguir que as autoridades fossem,pouco apouco, cedendo parte do territórios campanhas europeias.
Com o surgimento de novas potencias indústrias no finas do século 19 como a Alemanha e Itália, aumentou a instabilidade econômica de países com uma tradição mais antiga de desenvolvimento.
Na preparação para a guerra a Alemanha era uma ameaça que desequilibrada o jogo de forças políticas e militares no continente europeu.a morte nas trincheiras em um primeiro momento a guerra foi feita de por movimentos rápidos com a Alemanha seguindo restritamente o plano de Von schieffen .o fim da guerra em 1918 a Alemanha fez uma ultima e desesperada tentativa para romper com o impasse e derrotar seus inimigosda entende.o mundo depois da guerra ficou acabado países destruídos praticamente todo .

Hudy Alves, 3º"06" Vesp. disse...

O imperialismo foi um movimento de extensão territorial, cultural e econômica de nações europeias sobre outras, a partir do século XIX.
Tendo como principais potências: Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha, Itália, Rússia e Japão. Onde a participação dessas nações aconteceu em momentos diferentes.
A exploração das potências imperialistas está relacionada com a Revolução Industrial. E o crescimento do número de empresas, estimulou a busca de matérias-primas que estavam em falta no continente.
Assim, surgiu à necessidade da busca por novos mercados consumidores, para se espalharem pela região as fábricas, ocasionando o aumento do capital financeiro, onde a mão-de-obra era mais barata do que a encontrada na Europa.
Estes fatores, despertaram neles o desejo de possuir territórios, principalmente na Ásia e na África, podendo assim satisfazer as necessidades europeias.
No inicio do século XX, havia uma grande tensão e rivalidades entre as grandes potências, como: França, Inglaterra e Alemanha. Isso resultava em uma disputa pelo mercado e por territórios.
Neste período, alguns países também deram inicio a formação de alianças militares, onde a Europa ficou dividida em dois grandes blocos: Tríplice Entente e Tríplice Aliança.
Houve então nesse período duas grandes crises que abalaram o mundo e contribuíram nas rivalidades internacionais, sendo elas: A crise Balcânica e Crise de Marrocos.
O inicio da Primeira Guerra Mundial se deu após o assassinato do arquiduque, e de sua esposa, em 1914. O assassino pertencia a uma organização secreta nacionalista da Sérvia, e que contava com o apoio do governo Sérvio. A Áustria sabendo de tal apoio reagiu militarmente contra a Sérvia, devido à politicas de alianças onde outros países passaram a fazer parte desta guerra. A partir dai ocorreu a sucessão de milhares de acontecimentos, onde uns países decretavam guerra a outros, aumentando o numero de países envolvidos na Primeira Guerra.
O apoio fornecido pelos Estados Unidos aos seus aliados foi extremamente importante para a vitória da Entente e de seus aliados. As tropas da Alemanha ficaram isoladas e sem condições de sustentar o combate, onde em novembro de 1914, o governo alemão assinou um acordo de paz em situação bastante desfavorável.
Porém, de todos os tratados impostos às nações derrotadas, o que mais se destacou foi o de Versalhes, que determinou uma série de atrocidades a Alemanha. Tratado este onde decretava que: a Alemanha seria o único país responsável pela Guerra, perderiam suas colônias, entregaria suas armas, ficaria proibida de ter marinha ou aeronáutica e pagaria indenização aos países vencedores.
Os alemães se sentiram injustiçados e humilhados, onde anos mais tarde essas imposições motivaram a volta do nacionalismo alemão.
Hude Alves,3º"06"vesp.

Anônimo disse...


Sabemos que a expansão das potências européia ocorreu no período que vai de 1815 ate 1914, onde aconteceu a Primeira guerra mundial com isso foi considerado o século que pacificou a Europa. Levando em consideração a era do imperialismo que incluiu as relações e lutas civis que marcaram a Europa com grandes agitações sociais.
È importante dizer que a segunda revolução industrial teve a indústria do algodão que foi um marco representante como fonte de divinas para o poder dos ingleses. Com isso a Inglaterra foi levada a uma série de crises econômica, onde os mercados estavam cheios e os lucros dos investimentos caíram e aumentando as dificuldades que as indústrias passaram para a industrialização e o manufatura do algodão.
Já a crise e concentração surgiu no panorama industrial levando em conta as suas razões que ainda se associaram com a queda de consumo e ao aumento de concorrência entre os setores industrializados da economia, nessa época,surgiram o capital que acabaram com os créditos bancários para financiar a produção de mercadoria em larga escala. No desenvolvimento técnico e a produção em massa, foi a primeira fase que marcou a revolução industrial, uma vez que as descobertas que revolucionaram a maneira de produzir não estavam ligadas a pesquisa cientifica,mas sim ao centavos direito com o trabalhos dos operários. No que diz respeito ao Imperialismo da partilha da África e da Ásia está relacionado ao desenvolvidos capitalista onde visaram criar a necessidade de buscar novos investimentos para seus capitais. Nesse sentido a Ásia foi a primeira tradicionalmente fornece artigo de luxo ao continente europeu, já a áfrica era desconhecida para os Europeus, isso fez com que se organiza se ao primeiro missões religiosas e expedições exploraram para o referido continente com o intuito de explorar as jazidas de diamante do transval, e isso fez com que as divisões políticas fossem introduzidas no território africano.
Já a primeira guerra mundial o conflito imperialista surgiu nas novas potencias indústrias, como a Alemanha e a Itália, onde aumentaram suas instabilidades econômicas para tentar suprir suas necessidades comerciais. Apesar da crise da indústria britânica, o mundo inteiro investia nos bancos londrinos, pois os lucros nesse setor bancário nesses grandes pólos. É alem disso, a guerra era apresentada, não na sua crueldade sanguinária, mas sim com um momento em que a África e o heroísmo eram um marco para seus seguidores. Nos campos de batalhas seria o lugar em que o ser humano podia parar o seu próprio valor. Durante esses anos que a primeira guerra dominava, foram marcadas com diversos movimentos rápidas onde aproveitaram a oportunidade, as forças Francesas forçaram as demais a recuar até o rio marnore isso fez que milhões de soldados entrassem em combate, assim o massacre na denominada frente ocidental foi um dos maiores na história das guerras.
Portanto depois da primeira guerra, foi marcado pelo movimento operário se reorganizaram por toda parte, surgia nos moldes do que estava acontecendo assim a Europa já não era a mesma, pois já estava sem o poder de influência no mundo, mergulhava em uma crise que duraria ate a véspera de outra guerra. Com isso foi trazido os prejuízos muitos que foram incalculáveis, pois o comercio foi reduzido a zero e fez com que acirrou as contradições do capitalismo. É lamentável dizer que as marcas dessa guerra foram profundas e permaneceram por muitos anos,pois se sabe que em todas as famílias foi marcada pelas perdas nos conflitos e com isso ocorreu, marcando assim a de poderes que apresentou como desigual para a classe menos viver dignamente na socialista capitalista.

Ruana Schultz 3º '02' Matutino

Anônimo disse...

O imperialismo foi um processo de exploração econômica e de dominação política estabelecida pelas potencias capitalistas daquela época ao longo de século XIX e inicio do século XX.
Os países industrializados necessitam encontrar territórios ricos em matérias-primas para abastecer suas economias e novas regiões para investir o capital excedente.
Além das colônias comerciais, as colônias de assentamento deveriam atender aos problemas de crescimento populacional e de fornecimento de Mão de obra numerosa e barata.
As inovações tecnológicas ocorridas na Europa e suas fontes de energia forçam a exploração de novos territórios e pessoas.
Primeira guerra mundial foi marcada pela perda de milhões de vidas inocentes.
Na Europa foram vários os movimentos da extrema direita a surgir e a ganhar adeptos, após a 1ª Guerra Mundial, entre os quais se destacou o Partido Nacional Fascista na Itália desenvolvida por Benito Mussolini.
Depois da primeira Guerra Mundial, Itália sofreu várias consequências o que originou greves e pequenas revoluções. Assustados com esta situação os proprietários passaram a apoiar o Partido Nacional Fascista de Benito Mussolini.
Nascido numa família modesta (1883-1945), começou na ala esquerda do partido socialista “Avanti”. Participou na Primeira Guerra, e no regresso, retomou a direção do seu antigo jornal, onde passou a exigir um governo com ideais mais próximos da extrema direita
O Estado fascista deixou de permitir qualquer forma de oposição. Todos os partidos à excepção do PNF (Partido Nacional Fascista), foram proibidos.
Uma poderosa polícia política vigiava os cidadãos e encarregava-se da repressão. Os jornais, a rádio e o cinema passaram a ser sujeitos a censura. As greves não eram autorizadas, e os sindicatos livres foram proibidos e substituídos pelas corporações.
Além de tudo isto, também criaram a formação da juventude, que eram organizações fascistas infantis, onde eram doutrinados no sentido da disciplina, da obediência e da veneração pelo Chefe.
Os fascistas tinham uma política externa de caráter imperialista. Em 1936,os exércitos de Mussolini conquistaram a Etiópia.
Após a primeira guerra mundial foi estabelecido na Alemanha o regime democrático, originando uma situação bastante difícil. A situação econômica agravou-se, devido à guerra, e ao pagamento das indenizações exigidas pelos vencedores da guerra no Tratado de Versalhes.
Foi então que, devido a esta situação, um desses partidos, o partido Nazi cresceu rapidamente, apoiado por grandes indústrias e devido a uma grande propaganda da rádio e jornais.
Nas eleições de 1932, o Partido Nazi, foi o mais votado e o Presidente da República nomeou Hitler, Chanceler.
A doutrina Nazista, fundava-se no Racismo. A raça superior a todas as outras, para os Nazistas, era a raça Ariana, cujos representantes seriam os Alemães, que deveriam dominar o mundo.
Portanto, a primeira guerra mundial é apenas mais um exemplo de como home não é sábio suficiente para guiar seu próprio caminho.
ALUNO: PATRICK LACERDA MIRANDA N°28 3°ANO 05

Tayná Cunha - 2º ano 1 disse...

A Republica foi Proclamada na noite de 15 de Novembro de 1889. Começou tendo um governo provisório formado por cafeicultores, profissionais liberais e militares.
O povo no Manifesto da República era dado como elemento essencial de mudanças, sendo que as principais metas do governo estavam bem longe dos interesses do povo. O governo em suas primeiras decisões, logo se revelou conservador.
Durante o governo provisório,províncias tornaram-se Estados, a sede do Governo do Brasil estava no Rio de Janeiro,foi criada a atual bandeira do Brasil com a frase:"Ordem e Progresso", a Igreja Católica deixa de ser a oficial e criasse o registro de Nascimento e casamento civil.
Alguns fatores contribuíram para a proclamação da república como a participação dos escravos no exército na Guerra do Paraguai, pois os generais criaram "simpatia" aos soldados negros e eram a favor da abolição escravista.Também a "Questão militar" que foi uma série de desentendimentos com o governo contribuiu para a proclamação.
Junto com as revoltas e a agitação abolicionista da década de 1870, o Brasil começava a conhecer também a propaganda republicana. Mas apenas na década de 1880 a ideia de República angariou simpatizantes no país, o que ajudou a acabar com a monarquia.Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais que estava em processo. Um sistema em que houvesse mais liberdades econômicas, mais democracia e menos autoritarismo era desejado por grande parte da população urbana do país; Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica; Censura imposta pelo regime monárquico aos militares; O descontentamento dos militares brasileiros também ocorria em função dos rumores de corrupção existentes na corte; Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano, que defendia o fim da Monarquia e implantação da República; Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político; Fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.
O regime monárquico existiu no Brasil entre os anos de 1822 a 1889. Neste período o país teve dois imperadores: D. Pedro I e D. Pedro II.

Anônimo disse...

Imperialismo
Imperialismo é a política
de expansão e domínio
territorial, cultural e
econômico de uma nação
sobre outras, ou sobre
uma ou várias regiões
geográficas.
O imperialismo
contemporâneo pode ser
também denominado como
neocolonialismo, por
possuir muitas
semelhanças com o regime
vigorado entre os séculos
XV e XIX, o colonialismo.
Esta prática está registada
na história da
humanidade através de
muitos exemplos de
impérios que se
desenvolveram e, em
muitos casos, foram
aniquilados ou
substituídos por outros.
No entanto, o conceito,
derivado de uma prática
assente na teoria
econômica, só surgiu no
início do século XX.
A Primeira Guerra Mundial
(também conhecida como
Grande Guerra antes de
1939, e Guerra das
Guerras) foi um conflito
mundial ocorrido entre 28
de Julho de 1914 e 11 de
Novembro de 1918.
A guerra ocorreu entre a
Tríplice Entente (liderada
pelo Império Britânico,
França, Império Russo (até
1917) e Estados Unidos (a
partir de 1917) que
derrotou a Tríplice Aliança
(liderada pelo Império
Alemão, Império Austro-
Húngaro e Império Turco-
Otomano), e causou o
colapso de quatro
impérios e mudou de
forma radical o mapa geo-
político da Europa e do
Médio Oriente.
Primeira Guerra mundial
No início da guerra (1914),
a Itália era aliada dos
Impérios Centrais na
Tríplice Aliança, mas,
considerando que a
aliança tinha carácter
defensivo (e a guerra
havia sido declarada pela
Áustria) e a Itália não
havia sido
preventivamente
consultada sobre a
declaração de guerra, o
governo italiano afirmou
não se sentir vinculado à
aliança e que, portanto,
permaneceria neutro. Mais
tarde, as pressões
diplomáticas da Grã-
Bretanha e da França
fizeram-na firmar em 26 de
abril de 1915 um pacto
secreto contra o aliado
austríaco, chamado Pacto
de Londres, no qual a
Itália se empenharia a
entrar em guerra decorrido
um mês em troca de
algumas conquistas
territoriais que obtivesse
ao fim da guerra: o
Trentino, o Tirol
Meridional, Trieste,
Gorizia, Ístria (com
exceção da cidade de
Fiume), parte da Dalmácia,
um protetorado sobre a
Albânia, sobre algumas
ilhas do Dodecaneso e
alguns territórios do
Império Turco, além de
uma expansão das
colônias africanas, às
custas da Alemanha (a
Itália já possuía na África:
a Líbia, a Somália e a
Eritréia). O não-
cumprimento das
promessas feitas à Itália
foi um dos fatores que a
levaram a aliar-se ao Eixo
na Segunda Guerra
Mundial.
Lucas Lima 3° 4" matutino
razão do início da
Revolução.